<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992</id><updated>2011-11-14T19:50:38.628-08:00</updated><title type='text'>Jornalismo Impresso I</title><subtitle type='html'>Blog da turma de Jornalismo Impresso I do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Leandro Colling</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10654965921482225596</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>89</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-7806050398610965909</id><published>2008-08-24T04:45:00.000-07:00</published><updated>2008-08-24T05:18:53.562-07:00</updated><title type='text'>A Boa Morte não é da Igreja, diz historiador</title><content type='html'>Autor de livro sobre a Irmandade critica transformação da festa em mercadoria turística&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graduado em história pela Universidade Estadual de Feira de Santana, o professor Luiz Cláudio Dias Nascimento é autor do livro Candomblé e Irmandade da Boa Morte (Editora: Fundação Maria América Cruz, 2000). Nascido em 14 de abril de 1954, Cacau Nascimento, como é conhecido, é também mestre em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia, onde defendeu, em 2007, a dissertação “Terra de Macumbeiros”: Redes de sociabilidades africanas na Formação do Candomblé Jeje-Nagô em Cachoeira e São Félix. Cacau concedeu uma entrevista coletiva aos estudantes de jornalismo do terceiro semestre da UFRB. Nela, ele fala sobre o seu grande objeto de estudo e revela detalhes pouco conhecidos da Irmandade da Boa Morte. Aqui o leitor encontra a versão completa da entrevista. Uma versão reduzida foi publicada no jornal Reverso. A edição da entrevista é de Anderson Silva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reverso: Como surgiu o interesse pelos estudos da Irmandade da Boa Morte?&lt;br /&gt;Cacau Nascimento: Eu comecei a me interessar pela comunidade da Boa Morte por vários motivos. Eu sempre me interessei pela questão da afro-religiosidade. Depois, eu sou uma pessoa de dentro do Candomblé. Eu passei por todo o processo iniciático de um terreiro de Candomblé, e as irmãs da Boa Morte são todas pessoas ligadas a alguns terreiros daqui do Recôncavo. Então, eu comecei a perceber que o segredo, o silêncio, esta metáfora da Irmandade, era o silêncio do Candomblé. Aquilo que não é permitido dizer dentro do Candomblé, a Irmandade da Boa Morte também faz. E fui percebendo que aquilo era um terreiro de Candomblé dentro da Irmandade Católica. É uma Irmandade Católica Apostólica Romana de cunho africano, quer dizer, elas cultuam a morte e assunção de Maria, que faz parte de uma parte da Bíblia que não se usa mais, os apócrifos bíblicos. E, ao mesmo tempo, elas cultuam os Eguns. Isso facilitou eu aprender as coisas. Hoje tem irmãs novas que não sabem porque não houve a transmissão do conhecimento e muitas coisas da ritualidade da Irmandade da Boa Morte se perderam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Você acha que a Irmandade está perdendo alguns aspectos da ritualidade?&lt;br /&gt;C.N.: A Irmandade da Boa Morte tem uma história muito interessante. A memória oral diz que ela foi fundada em 1820, na verdade não são informações confiáveis. O pessoal da Irmandade fala que ela foi fundada nesse mesmo período, mas não é verdade. A Irmandade da Boa morte vai surgir a partir da segunda metade do século XIX e ela consolida-se como um “corpus religioso” depois da abolição. Então, ela é uma Irmandade muito recente, não é tão velha assim. Ela se estrutura dentro de um movimento abolicionista, dentro de um movimento de lutas, que eu chamo de “resistência surda”, aquela que você não precisa se armar de armas de fogo nem armas brancas para poder enfrentar o seu opositor, mas você usa meios como a Irmandade, como o Candomblé, o Quilombo e a formação de núcleos residenciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: E o principal objetivo era o de conseguir a alforria dos escravos?&lt;br /&gt;C.N.: O objetivo dela era esse. E elas já eram economicamente importantes, geravam filhos intelectuais. Em 1852, eles construíam a Igreja de Nossa Senhora do Rosário do Sagrado Coração de Maria do Monte da Rua Formosa. Eles davam dez mil reis por semana para fazer o templo e aqueles que não tinham condições econômicas de fornecer, de dar dinheiro semanalmente, davam em mão de obra, trabalhavam como pedreiros, carpinteiros, carregando pedra, fazendo alguma coisa. E, dez anos depois, eles fundam um cemitério pra sepultamento exclusivo de africanos, chamado cemitério dos “achatólicos”, onde eram sepultados ou os ateus ou as pessoas do Candomblé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Como essas mulheres negras tinham dinheiro?&lt;br /&gt;C.N.: A minha hipótese é o seguinte: a partir de 1827 começaram a acontecer acordos diplomáticos entre a Inglaterra, que estava lá no auge da sua revolução industrial, com os países ainda escravistas. O Brasil era o maior exportador. Para se ter uma idéia, só no século XIX foram 4 milhões de africanos transportados para a Bahia, eles povoaram o Recôncavo Baiano. Só que estes africanos que estavam chegando, a partir destes acordos diplomáticos, por exemplo, de 1800 até 1850, são caracterizados como tráfico ilegal. Os brasileiros faziam tráfico ilegal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Qual a origem do sincretismo e por que os negros, mesmo após a abolição, continuaram a professar sua fé com rituais católicos?&lt;br /&gt;C.N.: Muitos africanos, principalmente aqueles ao sul do Equador (Moçambique, Angola, Congo), já vieram “catolicizados”. A Igreja Católica, através de Portugal, já conhecia a África muito antes dos primeiros exploradores, muito antes do tráfico escravo. Quando eles chegam aqui no Brasil, eles passam por um processo de imposição da Igreja. Primeiro porque não era permitida nenhuma prática religiosa que não fosse a Católica no Brasil, isso até 1890. Até então, o Estado estava atrelado à Igreja. E o africano, quando passava por aqui, perdia seu nome e ganhava um nome cristão. Observe vocês que os nomes até hoje das mulheres brasileiras são nomes de santas: Bárbara, Amélia, Maria. E os homens, os pais até hoje colocam nomes de santos guerreiros, como Jorge, Antonio. Isso é o grande sintoma de como a Igreja impunha seus dogmas, suas leis, dentro da sociedade brasileira. Então, a estes africanos, que viviam como seres inferiorizados, mas não inferiores, sujeitos sem uma cidadania, a Igreja Católica impunha os seus desejos. A Igreja Católica ou todas as religiões são fusões de várias crenças. Não existe uma religião mais sincrética do que a Igreja Católica. A procissão que a gente encontra pelas ruas é a procissão que os gregos faziam para os seus deuses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Após a abolição, como ficou situada a Irmandade da Boa Morte?&lt;br /&gt;C.N.: Elas passaram a cultuar, mas elas perderam seu sentido político, seu sentido de resistência política e passaram a ter uma função essencialmente religiosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Qual a importância da mão de obra negra e feminina na cultura do fumo no Recôncavo?&lt;br /&gt;C.N.: A cultura do fumo, diferente da cultura do açúcar, não exigia muita mão de obra. Então você vê uma rarefação escrava nesta zona de tensão ecológica, entre o agreste e o recôncavo, que é Feira de Santana, São Gonçalo dos Campos, Conceição da Feira, Muritiba. Você vê uma população escrava africana rara, e uma população crioula muito grande. O fumo era uma cultura quase que doméstica, agora, com a industrialização do fumo, o que vai acontecer é o contrário. Geralmente, uma fábrica de grande porte tinha mil funcionários. A mão de obra era essencialmente feminina, e também empregava crianças. Tem um trabalho de Luiz Costa Pinto, é um sociólogo dos anos 50, baiano, ele fala desta vida do recôncavo baiano em torno da figura do fumo. As mulheres estavam nas unidades fabris trabalhando e os homens, vagabundos, maridos delas, uns gigolôs. Ficavam nas esquinas, ou então nos botecos, tomando cachaça esperando que a mulher saísse do trabalho para que ele pudesse acompanhar. Além dessa mão de obra direta que era regimentada pela indústria, tinha aquela que prestava o serviço, ou seja, era um meio de sobrevivência aqui no Recôncavo Baiano. Meu pai também viveu dessa coisa até pouco tempo. As pessoas iam para as fábricas e pegavam trouxas de fumo e levavam para casa. Era um trabalho doméstico, que envolvia aqueles que pudessem trabalhar para tirar o pecíolo da folha. E, no final de semana, você devolvia a trouxa e recebia um dinheiro, isso era um meio de sobrevivência. Atraía uma mão de obra negra muito grande, mas uma mão de obra liberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: A Festa da Boa Morte consegue transmitir o significado da Irmandade para o público interno e externo?&lt;br /&gt;C.N.: Não. A Irmandade hoje é completamente diferente do que se conhecia. Ela começou a ser o que é a partir de 1970. Eram raríssimas as pessoas que as acompanhavam, era o povo de santo mesmo. O percurso dela era completamente diferente. As pessoas não percebem que são três ritos: um dia antes, no dia 12, é a missa pelas irmãs que não tiveram uma boa morte, aquelas que morreram na escravidão. Boa morte, para elas, seria morrer livre, morrer com dignidade, não morrer escrava. Depois, tem a missa pelas irmãs falecidas que tiveram uma boa morte. É um momento em que elas vestem branco e aquilo significa que é um rito feito para os Eguns, feito para os ancestrais. No dia seguinte, é a procissão do enterro, que é Nossa Senhora morta. No dia seguinte, é a festa de nossa Senhora da Glória, ela cheia de jóias, de cabelo liso. Elas percorrem as ruas principais da cidade. Então, por que no dia anterior, da missa, elas dobram na rua do fórum? É porque, se elas forem pra lá, elas vão passar pelo caminho do cemitério e não pode, senão uma pode morrer. Elas têm um tabu de que há um perigo, a cidade está carregada de axé. Elas não podem sair, bater papo, tomar sol, tomar sereno. Elas fazem isso porque não sabem que podem, e Deus é pelos inocentes. Mas elas não podem fazer isso, não é pra sair atrás de turista para pedir dinheiro, é pra ficar ali escondida, como ocorre dentro de um terreiro de Candomblé quando uma pessoa está de obrigação. Não podem sair, não pode beber, assediar turistas. Elas assediam e são assediadas ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: O significado (da festa Boa Morte) tem se perdido dentro da própria Irmandade?&lt;br /&gt;C.N.: Perdeu. Quando chegou o momento em que essas mulheres morreram, iria acabar a Irmandade. Eram seis mulheres, morreram duas e ficaram quatro quando a Bahiatursa se interessou em “turistizar” a Irmandade da Boa Morte. Em 75-76, a Bahiatursa começou a repor membros a partir de parentes de antigas irmãs. Essas mulheres que estão aí são netas, filhas, sobrinhas das antigas irmãs. E algumas delas não eram pessoas de Candomblé e, então, o que é que se faz? Já que não são de Candomblé, e tem que ser, fizeram um ritual que se chama sacrifício à cabeça. Outro critério é de que essas mulheres têm que ser necessariamente pessoas do Candomblé, ligadas a algum orixá relacionado com o nascimento e a morte. Uma pessoa de Xangô, por exemplo, não pode ser irmã da Boa Morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Foi muito difícil lidar com a Irmandade pra colher informações sobre seu estudo?&lt;br /&gt;C.N.: Eu tive sorte. Uma vez a Irmandade da Boa Morte me processou porque, quando teve uma briga entre a Igreja e a Irmandade, eu, “Bojão” e Antônio Moraes Ribeiro fomos as primeiras pessoas a denunciar num jornal o que a Igreja estava fazendo com a Irmandade. Obtiveram as jóias e as imagens da Irmandade e prenderam lá na Igreja e não entregavam porque a Bahiatursa estava “turistizando”. O Padre Hélio veio com uma ordem do bispo Dom Lucas Moreira Neves para acabar com todas as irmandades negras de Cachoeira. Então, acabou a Irmandade dos Martírios e eles queriam acabar também com a Irmandade da Boa Morte. Mas nós dissemos: “aqui não”. Foi aí que eles foram descobrir que a Irmandade da Boa Morte é uma Irmandade dentro, mas fora da Igreja. Ela não é uma Irmandade da Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Isso era um segredo da Irmandade?&lt;br /&gt;C.N.: Isso era um dos segredos. E a Igreja nunca se deu conta disso, que ela (a Irmandade) tinha outras coisas. E houve uma disputa entre o Estado e a Igreja, entre a Bahiatursa e a Igreja, e quem ficou no centro foi a Irmandade sofrendo todas as conseqüências, todas as humilhações do padre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: E esse sumiço das jóias, muitas jóias sumiram?&lt;br /&gt;C.N.: Essas jóias estão aqui na Igreja Matriz e a Igreja reivindica a propriedade como reivindica da Irmandade dos Nagôs, na Igreja dos Nagôs. Os bens estão todos na Igreja, fazem parte de um museu de alfaias que foi fechado porque, diz o padre, roubaram as peças. Isso não é verdade. Quem roubou foi ele, todo mundo sabe disso. Conheço uma menina que foi empregada doméstica dele, que fala: “já vi, e esta lá a peça na casa dele”. (Procurado pela reportagem do Reverso, Padre Hélio César Leal Villas Boas disse que não comentaria as declarações de Cacau Nascimento)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Cachoeira é uma cidade de religiões de matriz africana conhecidas no mundo. Existe ainda a questão da intolerância religiosa em Cachoeira?&lt;br /&gt;C.N.: A questão da intolerância é muito sutil, porque quem não tolera o Candomblé, em Cachoeira, não são as igrejas neopentencostais, quem não tolera é a comunidade mesmo, aquele que não é de Candomblé. E acontece o seguinte, é um paradoxo, porque, ao mesmo tempo em que você vê as pessoas expressando o preconceito com os terreiros de Candomblé, eles estão praticando. O catolicismo doméstico, em Cachoeira, é muito intenso, as festas de São Cosme, São Damião, Santa Bárbara acontecem nas grandes famílias de Cachoeira, nas famílias mais abastadas. O irmão do prefeito mesmo tem um Caboclo, que ele cultua. A casa dele é um terreiro de Candomblé.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Você pretende continuar os estudos da Irmandade ou você têm em vista outros estudos?&lt;br /&gt;C.N.: Eu tenho um trabalho escrito sobre a comunidade da Boa Morte, que eu não sei porque eu não publico. Eu tenho muito medo de Nanã (referindo-se a orixá) porque toda vez que eu vou fazer alguma coisa para a Irmandade da Boa Morte acontece alguma coisa comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Quando você estava falando sobre a intolerância religiosa, você acredita que essa intolerância é a causa de a Irmandade da Boa Morte ser mais reconhecida pelos turistas estrangeiros do que pelos baianos?&lt;br /&gt;C.N.: É, sem dúvidas. Eu posso apresentar fotos antigas e vocês vão ver que elas andavam em uma fila e não duas filas. Elas vinham e ninguém acompanhava, ninguém. Apenas alguns homens, que elas chamavam para segurar a imagem. A imagem de Nossa Senhora falecida não pode ser segurada por ninguém, só pode ser elas.  Mas hoje todo mundo pega, turista pega, o ministro pega, a senadora pega.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Você acredita que a festa hoje tenha um caráter mais comercial?&lt;br /&gt;C.N.: É. Uma vez a Globo fez uma parafernália, colocou aquelas gruas e mandou tirar a imagem e arrastou todo mundo pra ficar somente elas. Foi assim um horror, então, virou isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Você acha que intervenção mercadológica, midiática prejudica a cultura, prejudica a Irmandade?&lt;br /&gt;C.N.: Do ponto de vista econômico, a festa atrai muita gente e lota os hotéis, os restaurantes. Eu dou muita entrevista, o pessoal me paga uma grana. Eu considero, por ser uma pessoa religiosa e uma pessoa de dentro do Candomblé, que nesse período a cidade de Cachoeira ela esta energizada de axé. Eu acho que os ancestrais retornam pra comemorarem junto com elas. Eu sempre falo, elas (as irmãs da Irmandade) precisam falecer para que estejam no mesmo plano destas mulheres falecidas. Vocês estão ritualmente mortas, e isso é um dado antropológico, uma percepção antropológica, não é de minha fé religiosa. Para que o rito tenha eficácia, é preciso que elas morram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: As irmãs da Boa Morte são muito exploradas, passam muitas dificuldades, e tudo isso não traz nada em benefício para elas?&lt;br /&gt;C.N.: Não traz. É um compromisso que elas têm, pelo contrário, elas têm que dar. A lógica, o dogma, é o doar-se, não é o receber. É como no Candomblé, você se doa, você não ganha. O que ocorre na Irmandade da Boa Morte é que não há mais essa sacralização, não há um respeito da comunidade. O que elas faziam um dia antes da festa (de sair em procissão), com farofa de azeite, farofa de mel, farofa de água, água e cachaça aspergindo os lugares por onde a procissão iria passar, hoje, elas não têm mais condição de fazer. Não podem mais fazer isso porque as pessoas ficam olhando, está lá um sambão na porta, um arrocha, um pagode no bar, estão os turistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Cachoeira é uma cidade histórica e a gente vê a cidade um tanto quanto abandonada. Como você percebe isso?&lt;br /&gt;C.N.: Cachoeira centralizava o comércio. Para você ter uma idéia, todo o ouro produzido no Brasil passou obrigatoriamente pelo rio Paraguassu (em Cachoeira), porque não havia outro caminho. A metrópole mais importante do novo mundo era Salvador, o mais importante porto da América era o porto baiano. E o porto de Cachoeira era o segundo porto mais importante da Bahia, então, Cachoeira era o segundo maior porto do mundo. E não estou aqui exagerando, eu estou falando coisas concretas, isso é um dado histórico e está publicado. Então, chega um momento, no século XIX, que Cachoeira torna-se riquíssima. Ferrovia ligando Cachoeira até Montes Claros, em Minas Gerais, o segundo porto mais importante, o açúcar, o tabaco. Em 67, Cachoeira perde a ferrovia, o trânsito fluvo-marítimo também é desativado com a inauguração da BR 324, e começam a aparecer os veículos. Então, Cachoeira entra numa decadência a partir de 1950 e, quando chega no início de 70, Cachoeira estava acabada. Descobrem petróleo em Candeias, surge a refinaria Landulfo Alves. Essa parte do recôncavo, que faz parte hoje da região metropolitana de Salvador, começa a crescer de uma forma vertiginosa e Cachoeira, São Félix, Muritiba ficam fora deste processo de expansão, de enriquecimento petrolífero. Em 60, surge o centro Industrial de Aratu, em 70 o Pólo Petroquímico de Camaçari. E Cachoeira entra num processo de falência absoluta. São Francisco do Conde cresce, Santo Amaro cresce, Candeias cresce e Cachoeira fica numa situação ruim. Então, quando você encontra esses prédios antigos, alguns ainda preservados, não é porque o cachoeirano tem o espírito de conservação, de preservação dos seus bens culturais, é porque a cidade ficou pobre e ninguém teve condição de derrubar e fazer um palacetezinho igual aos de Santo Amaro. Chegou 70, e tombaram a cidade de Cachoeira e aí que não pode mais. Se não tivesse tombado, estaria igual a São Félix, Santo Amaro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: O que você acha de Cachoeira como Patrimônio da Humanidade?&lt;br /&gt;C.N.: Cachoeira é uma cidade que já foi muito mexida. Não vejo mais, porque não existe um espírito preservacionista aqui. Cachoeira, hoje, passa por processo de favelização muito grande. Eu não acho legal a administração de prefeito atual Tato. Ele faz uma péssima administração, porque ele faz uma administração toda ela populista. Ele fura muito a cidade, ele quebra muito, pinta de azul e amarelo. A coisa mais ridícula é pintar uma cidade de azul e amarelo, eu nunca ouvir dizer que ninguém pinte a cidade de duas cores só. É uma agressão para qualquer arquiteto, talvez para ele não. Mas ele gosta muito de arrocha, ele gosta muito de pagode. Agora, para um arquiteto que estudou, ele vai dizer: quem foi o maluco que pintou isso? O que acontece, em Cachoeira, é que o prefeito pensa que está fazendo uma grande administração, porque esta fazendo Portal da cidade, postos de saúde. Quer dizer, existem um “bocado” de prédios de saúde, mas o posto de saúde não tem um aparelhinho para medir a temperatura, como aconteceu com a minha filha, que estava com febre e a médica pediu à enfermeira um termômetro e ela disse: “não tem termômetro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.:Você publicou recentemente uma nota, e no final você faz uma crítica aos vereadores, por quê?&lt;br /&gt;C.N.: Porque eles não pensam. Na verdade, essas pessoas não estão preocupadas com a administração da cidade. Primeiro que eu acho que uma Câmara de Vereadores deve ter uma independência, você não tem que aplaudir tudo que o prefeito fala. Eu acho que deve ter um pouco de independência, e você não pode ser leviano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: As pessoas vêem a UFRB como uma esperança. Em Cachoeira, como o senhor vê esta esperança?&lt;br /&gt;C.N.: Esta universidade é uma reivindicação antiga do povo de Cachoeira. A gente queria uma FTC, não espera uma coisa tão grande. Eu acho que vocês estão trazendo para Cachoeira uma nova mentalidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-7806050398610965909?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/7806050398610965909/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=7806050398610965909' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/7806050398610965909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/7806050398610965909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/08/boa-morte-no-da-igreja-diz-historiador.html' title='A Boa Morte não é da Igreja, diz historiador'/><author><name>Leandro Colling</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10654965921482225596</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-6731289840309679244</id><published>2008-08-17T09:03:00.000-07:00</published><updated>2008-08-17T09:04:54.001-07:00</updated><title type='text'>Sobre 1ª Conferência de Comunicação Social</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff0000;"&gt;Aconteceu nos dias 14,15 e 16 de agosto a 1ª Conferencia de Comunicação Social da Bahia,que contou com a participação dos delegados eleitos em plenarias ocorridas no interior do estado e em Salvador.Foram discutidos e votadas propostas que visam promover,de forma democrática,o acesso à comunicação,que contempla a melhoria das políticas publicas no setor,alem lutar por um desenvolvimento regional mais justo,adequando o acesso de novas tecnologias à realidade das comunidades assistidas,assuntos esses que nortearam dinâmica do evento.A UFRB marcou presença através dos alunos Gustavo Medeiros(4º Semestre) e Julio Cesar(2º Semestre),que contribuiram para a formação da Carta da Bahia,que foi votada na fase final do evento.Eles representaram tambem o Territorio do Recôncavo,que contou com a presença de 4 delegados entre os 247 presentes no hotel Sol Bahia em Salvador.O texto completo esta no site &lt;/span&gt;&lt;a href="http://conferencia.comunicacao.ba.gov.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff0000;"&gt;http://conferencia.comunicacao.ba.gov.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff0000;"&gt; ou &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.comunicacao.ba.gov.br/noticias/2008/08/16/carta-da-bahia-e-aprovada-no-ultimo-dia-da-conferencia" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff0000;"&gt;http://www.comunicacao.ba.gov.br/noticias/2008/08/16/carta-da-bahia-e-aprovada-no-ultimo-dia-da-conferencia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff0000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-6731289840309679244?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/6731289840309679244/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=6731289840309679244' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/6731289840309679244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/6731289840309679244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/08/sobre-1-conferncia-de-comunicao-social.html' title='Sobre 1ª Conferência de Comunicação Social'/><author><name>Gustavo Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15491025239786637745</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-L8mP_xpSSrY/TV1ScpPmoSI/AAAAAAAAAUE/Uc7_mZWzHjk/s220/Fotos%2B.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-5088187119623758235</id><published>2008-07-01T07:19:00.001-07:00</published><updated>2008-07-01T07:19:40.558-07:00</updated><title type='text'>Cultura</title><content type='html'>Guerra de espadas: diversão perigosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queima de fogos atrai milhares de turistas a Cruz das Almas nas festas juninas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daniela Silva, Meire Fiúza e Patrícia Neves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O São João de Cruz das Almas atrai cerca de 100 mil visitantes todos os anos, que dançam e se divertem ao som das bandas de forró, do tradicional pé-de-serra ao novo forró elétrico. Além do arraiá, outra atração que encanta moradores e turistas no São João da cidade é a tradicional guerra de espadas. Os fogos são queimados na maioria dos bairros. Os fogos são fabricados pelos próprios moradores, no quintal de suas casas. O material para confecção do produto.é providenciado desde o final de junho, quando terminam as festas.&lt;br /&gt; Roberto Santos, 45 anos, diz que já faz espadas há 27 anos e explica passo a passo como fabrica o artifício, desde de a retirada do bambu, principal material para a fabricação, até a fase da queima. Os outros materiais, como pólvora, barro, limalha de ferro, salitro e cordão de sisal encerado fazem parte do conjunto que tem como arte final um show de beleza e perigo.&lt;br /&gt;“Deve-se enrolar o cordão de sisal encerado em volta do bambu bem apertado para que ela não exploda”, afirma. A fabricação é muito detalhada e qualquer erro pode comprometer o uso da espada. Neste ano, a dúzia das espadas custava de R$ 70 a 100. Quando questionado sobre o perigo, Roberto diz que cada pessoa tem que ter cuidado com a fabricação, não colocar fogo e nem beber perto do material. Ele diz ainda que nunca sofreu nenhum acidente.&lt;br /&gt;Apesar do custo alto e de muito trabalho, os espadeiros não deixam que a tradição das espadas acabe. Eles contam os meses para que possam participar desta manifestação que envolve diversão e perigo para quem toca (queima) e para quem se arrisca a assistir.&lt;br /&gt;A maioria dos espadeiros acredita que a guerra atrai os turistas para a cidade, e a festa em si fica em segundo plano. “Bandas de forró têm em todos os lugares, até melhores das que tocam aqui, mas o povo vem mesmo é pra ver a batalha que é um espetáculo bonito e só tem aqui”, diz Sérgio Lopez, 48 anos, espadeiro desde os 12 anos. Lopez organiza, há 30 anos, o casamento (uma batalha de espadas que começa com um casamento da roça e termina com a queima dos fogos) do CEAT (Colégio Estadual Alberto Torres). Ele conta que tudo iniciou com um trabalho pedagógico realizado com o irmão, quando eles ainda eram estudantes do segundo grau. A brincadeira virou uma tradição que movimenta a cidade até hoje.&lt;br /&gt;A cidade toda se envolve com a guerra. As fachadas das casas residenciais e comerciais são cobertas com papelões. Bares e quiosques cercam as suas áreas com tela e maderite para formar os camarotes e cobrar pela entrada no estabelecimento. Os comerciantes afirmam que o local é seguro e dá para ver a guerra à vontade.&lt;br /&gt;O aposentado Eliel Santana diz que antigamente gostava que seus parentes viessem à sua casa para ver a guerra de espadas, mas, infelizmente, agora não se sente mais seguro em fazer isso. Há muita polêmica em torno desse assunto. Muitos moradores são contra a queima de espadas, pois ela suja as fachadas das casas, além de quebrar telhas e ferir muitas pessoas que não estão participando da festa. No último São João, Edson Teixeira, de seis anos, que residia na zona rural da cidade, morreu com queimaduras de terceiro grau na cabeça e no tórax porque estava em local com grande concentração de pólvora. Outro incidente também aconteceu quando uma espada entrou na sala de parto do hospital Santa Casa de Misericórdia, quebrou vidraças, aparelhos e espalhou pólvora e barro por todo local. Por sorte, o recém nascido já havia sido retirado do local, mas duas enfermeiras ficaram queimadas.&lt;br /&gt;Além dos espadeiros, há os que defendem a tradição na cidade. Inclusive, moradores dos bairros com grande concentração de queima de espadas se divertem com o espetáculo. Nos dias em que acontecem as guerras, as pessoas saem mais cedo do  trabalho por causa do perigo que o artifício proporciona.&lt;br /&gt;A batalha principal acontece no dia 24 de junho na praça Senador Temístocles. Porém, outras acontecem nos bairros, organizadas pelos moradores. Em alguns locais é proibido queimar espadas, mas poucos espadeiros respeitam o decreto. Uma campanha, feita pela prefeitura, com nome “Espadeiro Consciente”, tenta controlar os fogueteiros para que eles não provoquem tantos acidentes. Neste ano, mais de 200 pessoas ficaram queimadas na guerra de espadas. Três ficaram em estado grave e foram encaminhadas para o Hospital Geral do Estado. Segundo os médicos da Santa Casa de Misericórdia, a maioria dos queimados ingere bebidas alcoólicas, o que provoca grande parte dos acidentes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-5088187119623758235?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/5088187119623758235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=5088187119623758235' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/5088187119623758235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/5088187119623758235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/07/cultura_4808.html' title='Cultura'/><author><name>Camila Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12415657336552762732</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Oc8NZCrpGew/Trxm1O95qEI/AAAAAAAAADE/D1qIsT2f4qY/s220/Eu.uJuPG.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-5031213046435975191</id><published>2008-07-01T07:18:00.001-07:00</published><updated>2008-07-01T07:18:52.498-07:00</updated><title type='text'>Patrimônio</title><content type='html'>Desafios da conservação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manutenção dos prédios restaurados pelo Monumenta gera preocupação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kelma Costa e Palloma Braga&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;            Muitas propriedades, públicas ou privadas, que fazem parte da rica e colonial estrutura arquitetônica da cidade de Cachoeira se encontram em precárias condições de conservação. Isso não passa despercebido aos olhares de nativos e visitantes. Alguns imóveis, que antes apresentavam características de abandono e deteriorização, já foram contemplados pelo Monumenta. Entretanto, alguns prédios restaurados já apresentam sinais de desgastes. Logo, é pertinente a criação de mecanismos que possibilitem a conservação dessas estruturas.&lt;br /&gt;            Inicialmente, o Monumenta, programa do Ministério da Cultura com financiamento do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e apoio da Unesco, tinha como prioridade a realização de reformas em estruturas arquitetônicas públicas que fazem parte do acervo histórico da cidade. Posteriormente, os benefícios estenderam-se às propriedades privadas. A primeira ação efetuada pelo Monumenta foi a restauração da Capela Nossa Senhora D’Ajuda, construída entre os séculos XVI e XVII. A capela já apresenta indícios de degradação por conta da falta de conservação da sua estrutura. Em seguida, foram restaurados outros monumentos, como o Conjunto do Carmo e a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário.&lt;br /&gt;            PRESERVAÇÃO - Luydy Fernandes, professor do curso de Museologia da UFRB (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia), assinala a importância da conservação preventiva. Segundo ele, a conservação corretiva é muito mais cara, drástica e morosa, enquanto a intervenção preventiva é mais fácil e pode ser feita no dia-a-dia. Sanar uma infiltração, um problema no telhado e conservar a pintura são medidas de conservação preventiva. Para Luydy, a integridade do imóvel deve ser garantida pelo ocupante, sendo que as áreas tombadas da cidade estão sujeitas à intervenção do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).&lt;br /&gt;            Lidiane Alves, administradora do Monumenta, salienta que os imóveis restaurados pelo programa do Ministério da Cultura têm a garantia de acompanhamento e novos reparos no prazo de cinco anos. Entretanto, ela afirma que a manutenção interior do imóvel deve ser mantida por quem o utiliza.&lt;br /&gt;Geralmente, as grandes restaurações não são mantidas. Num curto espaço de tempo, a estrutura mostra-se novamente degradada, sendo necessário uma nova intervenção que exige maiores recursos financeiros. Exemplo disso foi a restauração do prédio que abrigava o Arquivo Público. Este, por encontrar-se em desuso, já que as autoridades ainda não decidiram qual será a sua finalidade, apresenta sinais de descaso, como lixo e vegetação na sua estrutura.&lt;br /&gt;DIFICULDADES – De acordo com Jomar Lima, coordenador do Museu das Artes Sacras de Cachoeira, a maior dificuldade que a Igreja enfrenta para preservar o patrimônio é a carência de recursos para a sua manutenção. A Igreja Católica, que já vivenciou períodos de opulência, passou a sofrer, nos últimos tempos, dificuldades financeiras que também resultam na perda do prestígio de outrora. “No passado tinham pessoas abastadas. Se a igreja precisava mudar o telhado, essas pessoas vinham e bancavam. Esta realidade acabou. É muito raro ver hoje pessoas abnegadas que tiram do próprio bolso recursos para manter isso”, diz Jomar.&lt;br /&gt;Uma saída para esse tipo de problema tem sido o empréstimo de alguns espaços da igreja no esforço de obter recursos financeiros. Essa experiência ocorre com a Pousada do Convento. Fundado pela Ordem dos Carmelitas, o antigo convento passava por sérios problemas de auto-sustentação. Por conta disso, o seu espaço foi cedido a terceiros que, além de zelar pela sua conservação, ainda pagam à ordem Carmelitana, que tem sede em Salvador e São Paulo.&lt;br /&gt;Segundo a administradora do programa Monumenta, em Cachoeira, 141 imóveis privados foram beneficiados e esperam repasse do recurso emitido pela Caixa Econômica Federal. De acordo com a renda do proponente, o empréstimo pode ser pago em até 20 anos. Para obter recursos do Monumenta, o imóvel privado tem que estar dentro da área tombada ou próxima aos prédios públicos.&lt;br /&gt; Zélia Dias do Nascimento teve o seu prédio reformado com recursos cedidos pelo Programa.  Ela destaca a importância de estar com a documentação do imóvel em dias para a concessão do empréstimo. Reformada, a propriedade só pode ser vendida após toda a dívida com o projeto ser quitada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-5031213046435975191?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/5031213046435975191/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=5031213046435975191' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/5031213046435975191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/5031213046435975191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/07/patrimnio.html' title='Patrimônio'/><author><name>Camila Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12415657336552762732</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Oc8NZCrpGew/Trxm1O95qEI/AAAAAAAAADE/D1qIsT2f4qY/s220/Eu.uJuPG.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-4010935854876146149</id><published>2008-07-01T07:17:00.001-07:00</published><updated>2008-07-01T07:17:59.547-07:00</updated><title type='text'>Cultura</title><content type='html'>Produção cultural emperrada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artistas e órgãos relacionados ao setor cultural de Cachoeira não dialogam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Astrude Modesto, Caio Barbosa, Queila Oliveira e Talita Costa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cachoeira é apresentada para turistas de todas as partes como a cidade da riqueza histórico-cultural. Esse rótulo constrói a idéia de que o campo cultural da cidade está inserido num sistema extremamente organizado e que responde aos mais variados requisitos do mercado artístico contemporâneo. Não é esse o cenário para quem vive a cultura local mais de perto.&lt;br /&gt;Os pintores irmãos Carlos e Juvenal Martfeld acreditam que viver de arte em Cachoeira é uma vergonha. “As pessoas não têm dinheiro nem cultura. Preferem dar vinte mil reais em carros, mas não dão nada para um quadro”, comentou Carlos. Ele está temporariamente em Cachoeira e já chegou a vender quadros nos Estados Unidos. Hoje, expõe seu trabalho no atelier do irmão Juvenal, localizado na Rua Ruy Barbosa.&lt;br /&gt;Juvenal Martfeld diz morar em Cachoeira há muito tempo e que pinta quadros por gosto pessoal. Ele se queixa da desunião em que vivem os artistas cachoeiranos. “Existe até uma associação, mas ela não funciona de fato”, afirmou.&lt;br /&gt;Outro problema levantado pelos irmãos Martfeld é quanto à questão dos direitos autorais das obras. Carlos afirma que só turistas entram no atelier. Muitos deles para fotografar. Os irmãos não se sentem à vontade com a idéia de terem suas pinturas fotografadas. “Os gringos tiram fotos e ampliam para vender fora do país”, comentam. Carlos afirma que um amigo já viu um de seus quadros, que nunca foi vendido por ele, exposto numa vitrine italiana.&lt;br /&gt;O Secretário Municipal de Cultura, João de Moraes, se incomoda com a espetacularização da cultura cachoeirana, ao mesmo tempo em que acredita que os artistas da cidade precisam ter uma visão mais ampla do sistema mercadológico em que estão inseridos. De acordo com ele, os bens culturais não devem ser pensados apenas enquanto tradição nem tampouco exclusivamente como mercadoria.&lt;br /&gt;Através do Seminário de Cultura e Turismo de Cachoeira, realizado em julho de 2008, a secretaria pretendia inserir na comunidade artística justamente a idéia de que a cultura tem acepções mais amplas que não somente as que tocam a idéia da arte enquanto produtor e produto.&lt;br /&gt;Outro projeto é o de separação das secretarias municipais de cultura e turismo, uma vez que essas duas possuem metas distintas. Pretende-se criar o Conselho Municipal de Cultura de Cachoeira, que estará mantendo relações mais estreitas com o governo do Estado, em ações afirmativas para o setor cultural da cidade.&lt;br /&gt;Moraes critica a conduta de alguns artistas cachoeiranos que desejam que algum órgão os adote e lhes conduza ao desenvolvimento. Muitas pessoas, por exemplo, consideram que o Centro Cultural Dannemann, localizado em São Félix, serve de palco apenas para artistas plásticos de outras localidades e que este fato evidencia um descaso para com a produção cultural local. Segundo Moraes, os próprios artistas não estão atentos aos requisitos necessários para a exposição de trabalhos nos eventos produzidos pelo Dannemann.&lt;br /&gt;AUSÊNCIA DE DIÁLOGO - João de Moraes, que também é sócio da Associação dos Artistas, comentou que não existe um diálogo efetivo entre a organização e a Secretaria de Cultura. Cogitou-se, por exemplo, a idéia de execução de uma feira de artesanato durante o São João de 2008. A feira seria realizada na Praça 25 de Junho, um dos circuitos mais movimentados da festa de Cachoeira. Segundo Moraes, a Petrobras estaria patrocinando um evento diferenciado para aquele local. Só tocaria forró pé-de-serra, o que selecionaria um público mais alternativo e de poder aquisitivo maior, que provavelmente estaria comprando os produtos expostos pelos artesãos. &lt;br /&gt;A idéia da feira não se concretizou. Segundo o secretário de Cultura, uma semana antes dos festejos juninos, a Associação dos Artistas alegou que os artesãos não tinham condições para expor os seus trabalhos. Eles precisavam de bancas para colocar as peças. A secretaria de Cultura, segundo Moraes, se ofereceu para conseguir algumas dessas bancas, mas a Associação dos Artistas não aceitou que o projeto fosse realizado daquela maneira.&lt;br /&gt;Moraes via na realização da feira a possibilidade de dar uma visibilidade maior aos artistas cachoeiranos e, dessa forma, reunir fundos para a realização de uma feira mais estruturada em agosto, na festa da Boa Morte.&lt;br /&gt;Outro indicativo da falta de articulação da área artística pôde ser verificado no dia 26 de junho, quando foi realizado, em Cachoeira, o Encontro Setorial da Funceb (Fundação Cultural do Estado da Bahia). O evento contou com a presença do secretário de Cultura do Estado da Bahia, Márcio Meirelles, e da diretora da Funceb, Gisele Nussbaumer. Na oportunidade, os artistas cachoeiranos deveriam estar presentes, já que no evento foram apresentados os editais de projetos para o desenvolvimento artístico-cultural da região. No entanto, estiveram no local apenas o representante da secretaria de Cultura do município e quatro artistas locais, entre eles Nei Pontão, idealizador dos projetos Giga Mundo e Muleki é Tu.&lt;br /&gt;A Associação dos Artistas e Animadores Culturais da Cachoeira funciona na parte superior do prédio da Secretaria de Cultura e Turismo. O diretor, Fábio Pereira, foi procurado pela reportagem, mas não foi encontrado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-4010935854876146149?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/4010935854876146149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=4010935854876146149' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/4010935854876146149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/4010935854876146149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/07/cultura_01.html' title='Cultura'/><author><name>Camila Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12415657336552762732</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Oc8NZCrpGew/Trxm1O95qEI/AAAAAAAAADE/D1qIsT2f4qY/s220/Eu.uJuPG.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-8226648234736237787</id><published>2008-07-01T07:16:00.000-07:00</published><updated>2008-07-01T07:17:04.096-07:00</updated><title type='text'>CULTURA</title><content type='html'>Os trilhos da poesia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da crítica social ao saudosismo, a poesia percorre todos os cantos de Cachoeira&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;Hamurabi Dias, Rosivaldo Mercês e Deyvson Oliveira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Cachoeira é uma cidade cheia encantos e contrastes, um lugar onde a cultura popular é pulsante. O que muitos cachoeiranos não sabem é que a Cidade Heróica é também rica em poetas. Uma herança que vem do seu representante mais ilustre, Castro Alves, que nasceu em Cabaceiras do Paraguaçu, mas estudou em Cachoeira. A falta de conhecimento da população sobre essa riqueza literária decorre da ausência de veículos que publiquem os versos. Segundo o poeta Francisco Mello, de 91 anos, a cidade já possuiu cerca de 60 jornais literários. Hoje, não existe nenhum.&lt;br /&gt;            É difícil enumerar a quantidade de poetas em Cachoeira. Dos nossos entrevistados, ninguém vive exclusivamente da poesia. São aposentados, artistas plásticos e escultores, que passam o tempo a escrever sobre as belezas da sua terra. Ronivaldo Jesus de Souza, mais conhecido como “Rony Bom”, de 37 anos, começou a escrever no final dos anos 80. Ele não é do tipo saudosista, prefere versar sobre problemas sociais. Também é artista plástico. Rony publicou uma antologia poética com seus escritos e de mais dois co-autores. Todas as suas poesias estão guardadas. Algumas, ainda escritas a próprio punho, outras já digitadas, mas todas reveladoras de uma veia crítica.&lt;br /&gt;RECONHECIMENTO - Roque Sacramento Sena, de 62 anos, professor aposentado do Estado, cursou faculdade de Estudos Sociais e possui pós-graduação em Administração Pública. A arte sempre foi presença forte em sua família. Passou 51 anos da sua vida em Feira de Santana, onde estudou em um convento e, aos 11 anos, escreveu os seus primeiros versos. Nunca escondeu sua paixão pela Cidade Heróica e, mesmo passando tantos anos fora, ela sempre foi a sua principal fonte de criação. “As inspirações para fazer as minhas poesias vêm do cotidiano, da mulher, da paisagem, do Rio Paraguaçu da minha Cachoeira”, afirma Roque.&lt;br /&gt;            Sobre o reconhecimento do seu trabalho pela população, Roque Sena é categórico ao dizer: “Santo de casa não faz milagre.” Para ele, os poetas de fora são mais valorizados que os da cidade. Ele diz ter enviou um projeto à Secretaria Municipal de Cultura, para a publicação de suas poesias mas, por questões burocráticas, não obteve aprovação. Ele ainda espera imprimir 50 exemplares de um livro para distribuir entre familiares, amigos e em bibliotecas da cidade. Roque não tem nenhum trabalho editado em livro, mas tem os originais de Cachoeira meu amor, livro com poesias que tratam somente sobre a cidade. Entre os autores de sua preferência estão Carlos Drummond de Andrade, Augusto do Anjos e Fernando Pessoa. Conterrâneos ele também cita, como Olga Pereira, Heraldo Cachoeira, Nelson Aragão e Sabino de Campos.&lt;br /&gt;VERSOS RIMADOS - Francisco José de Mello impressiona pelo seu vigor literário. “Sou um devorador de livros”, assume. Ao nos receber em sua casa, estava lendo A menina que roubava livros, de Markus Zusak. Curiosamente, apesar de cachoeirano, sua inspiração para começar a escrever poesias, aos 37 anos, foi o belo pôr-do-sol da cidade de Madre de Deus, onde trabalhava no almoxarifado da Petrobras, em 1957. Atualmente, não escreve mais poesias. Porém, as escritas retratam de forma apaixonada a sua terra natal, suas ruas, seu povo, suas festas e seu tempo de menino, todas com um toque especial: ele é amante das rimas.&lt;br /&gt;Hoje, concentra seus esforços escrevendo crônicas e ensaios. Já escreveu para o jornal A Ordem e também O Guarani. Seu motivo para migrar da poesia para a crônica (ele é autor de 50) é que, segundo Mello, a segunda opção é mais aceita pelo público. Ele tem duas obras publicadas: A História da Cachoeira e Coquetel Literário. O último reúne seus ensaios, crônicas e poesias. Ele diz que, além da publicação de um livro ser cara, a vendagem é pouca. Reclama também da insuficiência do acervo público. Em sua opinião, isso impede que os jovens se interessem pela leitura.&lt;br /&gt; Francisco é admirador de Drummond, Castro Alves, Casemiro de Abreu, Gonçalves Dias e mais outras levas de poetas. Morou por 10 anos em São Paulo, mas confessa que seu lugar sempre foi a cidade de Cachoeira. “Meus dois grandes amores foram minha esposa, com quem tive um casamento de 54 anos, e Cachoeira”, completa. Ele revela que tem um romance escrito, que decidiu não publicar, chamado Uma guinada de noventa graus, onde mostra sua crítica social. O motivo pela não publicação é que a história se passa na cidade do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;Todos os seus textos estão datilografados e guardados. Em sua velha Olivetti, ele ainda escreve sobre personagens da cidade e de tempos remotos, mas seu brilhantismo na poesia o destaca no cenário poético de Cachoeira. “Eu agradeço a Deus todos os dias por ter conservado meus neorônios ativos”, fala Francisco, que deixa um conselho para os mais jovens: “Leiam, procurem ler bastante. É lendo que se faz cultura.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;H Menor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema&lt;br /&gt;da minha magreza&lt;br /&gt;não é produto&lt;br /&gt;da inanição.&lt;br /&gt;É que existem&lt;br /&gt;coisas, de fato,&lt;br /&gt;que não dá&lt;br /&gt;para engolir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rony Bom&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “Uma morena no alto do morro, Socorro&lt;br /&gt;Cabrocha morena corpo de violão&lt;br /&gt;Cabelos bem compridos era mesmo um morenão”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-8226648234736237787?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/8226648234736237787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=8226648234736237787' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/8226648234736237787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/8226648234736237787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/07/cultura.html' title='CULTURA'/><author><name>Camila Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12415657336552762732</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Oc8NZCrpGew/Trxm1O95qEI/AAAAAAAAADE/D1qIsT2f4qY/s220/Eu.uJuPG.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-3534043499689487521</id><published>2008-07-01T07:15:00.000-07:00</published><updated>2008-07-01T07:16:04.518-07:00</updated><title type='text'>Entrevista</title><content type='html'>Entre acordos, expectativas e defesas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor Borges diz porque abdicou de sua candidatura e defende Tato&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avana Cavalcante, Mariana Cardoso, Sayonara Moreno e Vivian Aguiar&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;O professor Pedro Borges dos Anjos, nesta entrevista, fala sobre a sua decisão de abrir mão da candidatura a prefeito de Cachoeira e sobre a atual polêmica envolvendo o prefeito da cidade, Fernando Antônio da Silva Pereira, o Tato. Borges tem 64 anos, é formado em Língua Inglesa pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Fez mestrado na School for International Training, nos EUA. Além disso, é bacharel em Teologia pela Faculdade Filadélfia Internacional e doutor em divindade pela mesma instituição.&lt;br /&gt;REVERSO: Como é a sua relação com o prefeito Tato?&lt;br /&gt;PEDRO BORGES: Já há algum tempo, o prefeito Tato tem uma boa relação comigo. Ele diz que tem respeito pela minha candidatura, mas gostaria que eu ficasse com ele por querer que eu participe do seu futuro governo. Tato vinha sempre me fazendo essa proposta e, realmente, ele está estourando nas pesquisas, com 78,3%, seguido por Raimundo Leite, com 8,3%, e eu mais abaixo ainda. Pensando nisso, vi que não ficaria bem sustentar uma candidatura minha sem expressão de competitividade. Ele mandou o Secretário de Educação vir aqui e eu fui até lá ao gabinete dele conversar, já que nós tínhamos algumas propostas de geração e ocupação de emprego e renda e a vinda da empresa Bonatec pra cá. Se ele aceitasse incluir isso no futuro governo dele, nós fecharíamos. Tato aceitou a proposta. Temos mais umas duas idéias em nível de educação, fechamos com ele e nosso partido – o PMN (Partido da Mobilização Nacional) - passou a integrar a coligação. O prefeito inclusive pediu que eu fosse candidato a vereador por eu ter possibilidade de eleição, por achar que a Câmara precisa de mim, mas eu ainda estou considerando essa possibilidade.&lt;br /&gt;R.: A Bonatec é uma empresa de que?&lt;br /&gt;P.B.: É uma empresa que produz peças de veículos lá de São Paulo. E 30% da produção desta empresa é aqui na Bahia. E o diretor já estava com um protocolo para instalá-la em Camaçari. Como ele é amigo de minha família, eu pedi que fosse aqui em Cachoeira&lt;br /&gt;R.: Então, o PMN ele fez uma coligação com o partido do prefeito?&lt;br /&gt;P.: Exatamente. São 19 partidos que entraram em coligação com o partido dele.&lt;br /&gt;R.: No dia 25 de junho, vimos uma parte da população cachoeirana pedindo a candidatura do prefeito Tato. O senhor saberia nos explicar o que está acontecendo em torno do prefeito?&lt;br /&gt;P.B.: O prefeito Tato foi eleito pelo PFL e é amigo do ex-governador Paulo Souto, que o ajudou muito, desde seu tempo como vereador. Praticamente, o prefeito Tato teve uma prefeitura paralela nesse período, porque o governador atendeu tudo o que ele pediu. Mas logo que ele foi eleito, e o governador Jacques Wagner também, ele teve a proposta de passar para o PMDB do ministro Geddel Lima, com promessas de que a mudança seria melhor pra ele. Ele acatou e passou para a base aliada do governador Wagner e vinha sustentando isso. Recentemente, o prefeito pediu apoio aos Democratas (novo PFL) e Paulo Souto concordou. Eles vieram aqui e nesse encontro foi oficializado o apoio dos Democratas ao Tato. Só que, quando foi fazer seu discurso, houve um momento em que ele disse que não tinha nenhum compromisso em apoiar os candidatos do PMDB, nem a vereador nem a deputado federal, e que sua obrigação era com o partido que o elegeu. Seus adversários pegaram essa gravação e levaram ao presidente do PMDB, Lúcio Lima, irmão de Geddel Lima. Ele ordenou a presidenta do PMDB de Cachoeira, sogra de Raimundo Leite, que entregasse os dígitos do partido ao seu adversário.&lt;br /&gt;R.: Mas o senhor continua apoiando o prefeito Tato?&lt;br /&gt;P.: Continuo apoiando-o, e, além disso, o seguinte: ele também foi expulso do PMDB. A executiva se reuniu em seguida e o expulsou. Ele agora se encontra sem partido. Mas Tato é uma pessoa de muitos recursos: recursos de oratória, recursos financeiros, por isso contratou bons advogados que estão buscando na Justiça que a convenção seja válida e a Justiça reconheça sua candidatura. O resultado está próximo de sair e, se tudo acontecer como se espera, ele sairá como candidato. Se ele não conseguir, o prefeito Tato tem nomes dentro desta coligação para apontar, e que terá grandes chances de ser bem sucedido nas eleições. Eu espero que recaia no meu.&lt;br /&gt;R.: Iríamos perguntar justamente se o seu nome seria um dos possíveis de ser apontado...&lt;br /&gt;P.B: Eu estou na coligação e espero realmente que o meu nome seja apreciado, porque evidentemente todos tem méritos mas, para a disputa, tem que se procurar um candidato cuja intelectualidade e o nível cultural esteja de acordo com o desenvolvimento de Cachoeira. Eu reconheço que tenho esses méritos. Eu quis ser candidato porque eu tenho certeza que posso ajudar Cachoeira no seu desenvolvimento.&lt;br /&gt;R.: O que o senhor achou da manifestação de parte da população da cidade com relação ao prefeito?&lt;br /&gt;P.B.: Eu achei muito válido que a população se manifeste, tendo em vista o prefeito que ele é, podemos observar as diversas obras que ele tem realizado na cidade. E é uma pessoa de mente aberta, se você chegar com uma sugestão para fazer, com certeza ele irá considerá-la para eventualmente incluí-la no seu plano. De modo que eu achei muito positiva a manifestação da população.&lt;br /&gt;R.: Em contrapartida, existem rumores e acusações envolvendo o monopólio da família Pereira nas empresas da cidade. O que o senhor pode nos dizer sobre isso?&lt;br /&gt;P.B.: Ele não pode impedir que sua família cresça com seus próprios recursos aqui. É uma família de fazendeiros muito rica e nada impede que seus empreendimentos continuem prosperando em Cachoeira.&lt;br /&gt;R.: A oposição denuncia que as compras municipais são feitas nos estabelecimentos da família Pereira. O senhor poderia afirmar se isso realmente acontece?&lt;br /&gt;P.B: Eu não tenho muito conhecimento a respeito disso, contudo, por mais que o prefeito não queira fazer essas compras, ele vai se sentir até obrigado a fazê-las. Os Pereira são donos de casas de material de construção, de supermercados, de postos de gasolina e muitos destes estabelecimentos não têm empresas concorrentes, ou seja, não dá pra comprar em outro lugar. Mas eu não tenho maiores detalhes para dar sobre o assunto.&lt;br /&gt;R.: Outra denúncia que é feita é de que existem laranjas por trás da família, recentemente isso foi dito até relacionado à loja de conveniências Vieira...&lt;br /&gt;P.B.: Eu venho acompanhando isso há algum tempo, sobre a administração dessas acusações. Mas uma coisa que me chama atenção é que os vereadores que falam sobre isso têm buscado na Justiça que o prefeito realmente seja punido, mas não existem provas. Então, se a Justiça sabe de tudo isso e não dá o passo para fazer a punição, ou a Justiça é irresponsável ou os vereadores estão fazendo falsas acusações.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-3534043499689487521?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/3534043499689487521/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=3534043499689487521' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/3534043499689487521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/3534043499689487521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/07/entrevista.html' title='Entrevista'/><author><name>Camila Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12415657336552762732</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Oc8NZCrpGew/Trxm1O95qEI/AAAAAAAAADE/D1qIsT2f4qY/s220/Eu.uJuPG.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-3857402538279378268</id><published>2008-07-01T07:05:00.001-07:00</published><updated>2008-07-01T07:14:34.403-07:00</updated><title type='text'>Saúde</title><content type='html'>APAE oferece tratamento a portadores de deficiência &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deficientes encontram dificuldades na busca de profissionais especializados em Cachoeira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Camila Moreira, Daiane Dória e Danielle Souza&lt;br /&gt;                                             &lt;br /&gt;            A cidade de Cachoeira não oferece condições para que os portadores de deficiências sejam inseridos no mercado de trabalho. Segundo Zulene Damiana, diretora da “Escola da Apae” (Associação de Pais e Amigos de Excepcionais), as escolas regulares, geralmente procuradas pelos pais, não são a melhor opção já que não possuem profissionais especializados para proporcionar o tratamento adequado a um deficiente.&lt;br /&gt;            Atualmente, na cidade, o mais completo tratamento disponível é o da Apae, uma organização não-governamental que visa defender os direitos, oferecer educação gratuita e de qualidade, além de acompanhamento médico aos portadores de deficiências. A associação possui convênios com o poder público municipal, estadual e federal. A Escola Monsenhor Amílcar Marques, mais conhecida como “Escola da Apae”, oferece aos portadores de deficiências uma educação especializada. Hoje, 53 alunos estão matriculados. Além do ensino gratuito, são oferecidas oficinas de artes, artesanato, capoeira, educação física e realizados atendimentos psicológicos e fisioterápicos.&lt;br /&gt;            Diretora da escola há 11 anos, Zulene diz que, para se cadastrar na Apae, são necessários relatórios médicos que comprovem a deficiência. Os exames podem ser feitos na própria associação. Os cadastrados, depois de efetuarem a matrícula, passam a freqüentar a escola. Não há limite de idade. Hoje, por exemplo, o aluno mais velho da escola tem 54 anos.    &lt;br /&gt;            Através dos vínculos da Apae com a prefeitura de Cachoeira, alguns professores que lecionam na escola são cedidos pela Secretaria Municipal de Educação. A capacitação desses professores geralmente é feita pela própria Apae, que disponibiliza cursos profissionalizantes e possibilita um melhor contato com os portadores de deficiências.&lt;br /&gt;            Apesar de dirigir uma escola direcionada apenas para portadores de deficiência, Zulene acredita na importância da inclusão. Porém, reconhece que, devido ao preconceito e a falta de capacitação dos profissionais, está cada vez mais difícil conseguir efetivar essa inclusão. Apesar das oficinas oferecidas pela Escola, no momento, não há nenhum aluno qualificado para ingressar no mercado.&lt;br /&gt;            DEFICIENTE AUDITIVA - Cariane Moreira tem 25 anos e é uma das alunas da “Escola da Apae”. A deficiência auditiva foi descoberta quando ela tinha apenas um ano e oito meses.  Sua mãe, Teca Nery, de 64 anos, conta que já passou por grandes dificuldades com a filha, pois o tratamento para portadores de deficiências é precário em Cachoeira. Cariane já estudou em escolas regulares mas, assim que a “Escola da Apae” foi fundada, ela passou a freqüentá-la, ainda que não regularmente.&lt;br /&gt;            Teca Nery relata que sua filha leva uma vida normal, é casada e só não está no mercado de trabalho porque as empresas não apresentam as condições básicas necessárias para contratar um portador de deficiência. “Minha filha só vai trabalhar aqui em Cachoeira quando alguém, além de mim, puder assegurar a sua integridade física”, diz Teca Nery.&lt;br /&gt;            Criar Cariane Moreira sempre foi um desafio para Dona Teca. “Para mim, o mais difícil era saber que ela, ainda muito nova, não poderia brincar com as outras crianças. Eu tinha que estar sempre de olho”, lembra. Questionada sobre possíveis discriminações que a filha possa ter sofrido, ela diz que isso nunca aconteceu. “As pessoas só ficam atônitas quando a vêem conversando com algumas amigas (também deficientes auditivas) na linguagem dos sinais. Parecem não compreender como é possível o entendimento. Eu sempre digo: elas sabem bem do que estão falando”, acrescenta Dona Teca, entre risos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-3857402538279378268?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/3857402538279378268/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=3857402538279378268' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/3857402538279378268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/3857402538279378268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/07/sade_01.html' title='Saúde'/><author><name>Camila Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12415657336552762732</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Oc8NZCrpGew/Trxm1O95qEI/AAAAAAAAADE/D1qIsT2f4qY/s220/Eu.uJuPG.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-3077692555240004916</id><published>2008-07-01T07:05:00.000-07:00</published><updated>2008-07-01T07:06:25.436-07:00</updated><title type='text'>Saúde</title><content type='html'>“Beber, cair e levantar”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adolescentes de Cachoeira aderem aos hits do momento e consomem bebidas alcoólicas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daiane Arllin Caribé, Daniela Oliveira e Lorena Souza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os jovens parecem estar cada vez mais embalados pelos hits mais tocados atualmente nas rádios, como “vamo simbora, pro bar, beber, cair e levantar”, ou “ alô... tô num bar, chego já...”. Muitos adolescentes fazem dessas músicas uma filosofia de vida, um exemplo a ser seguido.&lt;br /&gt;O uso de drogas lícitas e ilícitas é cada vez mais precoce. A média de idade do primeiro contato com o álcool e com o tabaco é de aproximadamente 12,5 anos, segundo pesquisa realizada pela Secretaria Nacional Antidrogas e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Em muitos bares, os jovens não encontram nenhuma resistência para a compra de bebidas. Quanto mais cedo o uso dessas substâncias, maiores são as chances de que o adolescente apresente algum tipo de dependência na fase adulta. Segundo especialistas, o consumo causa problemas na aprendizagem e até mentais. A maior parte dos alcoólatras começou a sua dependência ainda na adolescência.&lt;br /&gt;L.H.C., de 13 anos, nunca encontrou dificuldades para comprar álcool, principalmente em bares do bairro onde mora. Ele acrescenta que, geralmente, bebe quando está com os pais ou familiares. Um outro jovem, de 16 anos, afirma que começou a beber em companhia dos pais e não encontra dificuldade ao comprar qualquer tipo de bebida alcoólica. A.P.M., da mesma idade, também nunca teve problemas para conseguir comprar cerveja. “Meus pais sabem que nunca vou fazer nada de errado por causa disso”, diz.&lt;br /&gt;Donos de bares da cidade dizem que seguem as leis e até colam os cartazes emitidos pelo Conselho Tutelar. Cristovaldo Sacramento da Silva, funcionário do Bar Night and Day, diz não vender aos menores de idade, nem mesmo quando eles alegam que a bebida será para consumo dos pais. Já Francine Torres, proprietária do bar Bazar Vale do Paraguaçu, admite não pedir documento de identidade e nem questionar a idade do adolescente. Mas ressalta: “Não vendo para crianças”.&lt;br /&gt;LEGISLAÇÃO - Segundo o conselheiro Luis Nascimento Amorim, as fiscalizações realizadas na cidade de Cachoeira acontecem anualmente e são intensificadas em épocas de festa, com advertências verbais e portarias expedidas pelo juiz, inclusive com a colagem de cartazes de alerta em todos os bares da cidade. O Conselho Tutelar é responsável apenas pela parte burocrática, fazendo um trabalho de fiscalização e advertência. Se houver reincidência, é enviada uma queixa ao Ministério Público, o que pode ocasionar uma notificação aos pais dos adolescentes e o fechamento do bar. &lt;br /&gt;O alcoolismo pode causar perdas restritas de memória, demência, alucinações, delírios e mudanças de humor. Por isso, o uso abusivo de bebidas e o consumo do tabaco, entre os jovens, são os fatores que mais preocupam a saúde pública. Além, é claro, do uso também afetar o índice de acidentes de carro, atropelamentos e brigas.&lt;br /&gt;O artigo 243 do Estatuto da Criança e do Adolescente diz que &lt;a name="art243"&gt;&lt;/a&gt;quem vender ou fornecer, de qualquer forma, produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica nas crianças ou adolescentes, pode ser condenado a uma pena de dois a quatro anos de detenção. Se o fato não constitui crime mais grave, uma multa pode ser emitida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-3077692555240004916?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/3077692555240004916/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=3077692555240004916' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/3077692555240004916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/3077692555240004916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/07/sade.html' title='Saúde'/><author><name>Camila Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12415657336552762732</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Oc8NZCrpGew/Trxm1O95qEI/AAAAAAAAADE/D1qIsT2f4qY/s220/Eu.uJuPG.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-8645142293775679663</id><published>2008-07-01T07:03:00.000-07:00</published><updated>2008-07-01T07:04:38.287-07:00</updated><title type='text'>Educação</title><content type='html'>Cefet: formação profissional em risco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perto de completar dois anos, unidade de ensino convive ainda com velhos problemas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anderson Silva, Carlindo Pinto e Toniel Costa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   O Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia (Cefet-ba) de Santo Amaro, mesmo tendo resolvido alguns problemas, ainda deixa muito a desejar daquilo que os alunos  esperam da instituição. Os estudantes reclamam do acervo da biblioteca, da ausência de determinados laboratórios e da falta de manutenção dos de informática. “Comparado ao que estava, está muito bom. Comparando ao que deveria estar, ainda está muito ruim”, diz o vice-presidente do Grêmio Estudantil, Aurélio José de Souza Junior.&lt;br /&gt;O Cefet foi inaugurado no dia 25 de setembro de 2006, com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Foram prometidos equipamentos de última geração, piscina semi-olímpica, quadra de esportes e um auditório. A diretora Marlene Santos Socorro afirma que existe um projeto pronto, incluindo a quadra e o auditório. “O problema é a irregularidade do terreno. Seria possível construir, mas o custo é alto”. Hoje, p Cefet possui aproximadamente 700 alunos matriculados em duas modalidades: a Integrada ao ensino médio e a Subseqüente, nas quais são oferecidos os cursos de Eletromecânica e Tecnologia da Informação (T.I).&lt;br /&gt;O acervo da biblioteca possui mais de 1.900 obras. Porém, alunos reclamam da ausência de livros que são indicados pelos professores na sala de aula. O processo de licitação é demorado, o que tem prejudicado os alunos. “Quando precisamos de livros, não achamos e fazemos pesquisas na internet. Alguns não têm acesso à rede fora do Cefet”, diz Eliomar Santana, aluno do 3º semestre de T.I. O professor e coordenador do curso de Eletromecânica, Lindolfo Marra, esclarece que faz a própria apostila com os assuntos prioritários.&lt;br /&gt;LABORATÓRIOS - O centro de educação possui laboratórios de informática, elétrica e eletrônica digital e de mecânica, com dez tornos. Além disso, possui materiais de metrologia (conhecimento dos pesos e medidas e dos sistemas de unidades). Segundo Marlene, a unidade já possui todos os materiais de mecânica. “O único laboratório que vamos buscar trazer no segundo semestre é o de pneumática”.&lt;br /&gt;   O curso de T.I enfrenta problemas diferentes. O que incomoda os alunos é a falta de manutenção e a demora na instalação de programas que são necessários para os estudantes. “Isto é um problema de infra-estrutura e implantação. Em relação a essas dúvidas sobre os programas que são instalados, você precisa organizar os setores e também ter a colaboração e um planejamento prévio”, comenta Marlene. Devido a problemas de segurança, os alunos só podem utilizar o laboratório de informática com autorização do professor ou funcionário. A coordenação não libera. Um novo técnico de laboratório foi solicitado para que o espaço permaneça aberto por mais tempo. De acordo com Marlene, nenhum aluno está sendo barrado ou deixa de fazer qualquer trabalho. “Os computadores são para os alunos e não para ficarem trancados numa sala de aula”, diz ela.&lt;br /&gt; O novo prédio que está sendo construído no Cefet abrigará oito salas de aula e quatro laboratórios. Nesse espaço, possivelmente, funcionarão os laboratórios de medidas elétricas, eletrotécnica e metrologia. No antigo prédio, algumas salas de aula continuarão em funcionamento. Inclusive, um laboratório de ciências para as disciplinas de Física, Biologia e Química. Além desse prédio, existe a possibilidade da criação de cursos de nível superior no Cefet. “O governo federal tem orientado que as unidades criem cursos de licenciatura, devido a grande carência na área de Matemática, Química, Biologia e Geografia’’, diz a diretora.&lt;br /&gt;EVASÃO ESCOLAR - O número de alunos que tem desistido dos estudos tem sido muito grande, principalmente, na modalidade Subseqüente. Dentre os motivos, está o despreparo dos estudantes, que entram na unidade sem uma noção básica, por exemplo, de Matemática, exigida nos dois cursos oferecidos. Por causa disso, foi implantado o Projeto de Assistência ao Estudante (PAE), que possui monitores de Matemática que tentam minimizar o problema. “A culpa não é dos alunos. O aluno passava o ano inteiro na escola e no final do ano fazia um trabalho e era aprovado”, diz Marra. A crença de que sairão do Cefet profissionais despreparados para atuar no mercado de trabalho e o descompromisso com os estudos são outros motivos que contribuem para a evasão. “A gente faz de tudo para que o aluno não saia da escola. Pelo menos na escola ele está fazendo alguma coisa. E fora dela?”, questiona o coordenador de Eletromecânica.&lt;br /&gt;   “Está difícil mesmo. Você tomando um outro curso fica melhor pra arrumar emprego”, lamenta Leandro. Apesar da existência de todos os problemas, Marlene garante: “Eles não sairão daqui sem a formação necessária para o mercado de trabalho. Isso é um compromisso do Cefet”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-8645142293775679663?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/8645142293775679663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=8645142293775679663' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/8645142293775679663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/8645142293775679663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/07/educao.html' title='Educação'/><author><name>Camila Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12415657336552762732</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Oc8NZCrpGew/Trxm1O95qEI/AAAAAAAAADE/D1qIsT2f4qY/s220/Eu.uJuPG.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-5732610497892480191</id><published>2008-06-26T12:08:00.001-07:00</published><updated>2008-06-26T12:08:56.178-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>CULTURA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os trilhos da poesia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da crítica social ao saudosismo, a poesia percorre todos os cantos de Cachoeira&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;Hamurabi Dias, Rosivaldo Mercês e Deyvson Oliveira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Cachoeira é uma cidade cheia encantos e contrastes, um lugar onde a cultura popular é pulsante. O que muitos cachoeiranos não sabem é que a Cidade Heróica é também rica em poetas. Uma herança que vem do seu representante mais ilustre, Castro Alves, que nasceu em Cabaceiras do Paraguaçu, mas estudou em Cachoeira. A falta de conhecimento da população sobre essa riqueza literária decorre da ausência de veículos que publiquem os versos. Segundo o poeta Francisco Mello, de 91 anos, a cidade já possuiu cerca de 60 jornais literários. Hoje, não existe nenhum.&lt;br /&gt;            É difícil enumerar a quantidade de poetas em Cachoeira. Dos nossos entrevistados, ninguém vive exclusivamente da poesia. São aposentados, artistas plásticos e escultores, que passam o tempo a escrever belezas sobre sua terra. Ronivaldo Jesus de Souza, mais conhecido como “Rony Bom”, 37 anos, começou a escrever no final dos anos 80. Ele não é do tipo saudosista, prefere versar sobre problemas sociais. Também é artista plástico. Ele mostra seu quadro mais recente, que vai expor na IX Bienal do Recôncavo, intitulado Zylon B. Segundo ele, a obra retrata a perseguição nazista aos judeus. Rony tem uma publicação de antologia poética que reúne seus escritos e de mais dois co-autores. Todas as suas poesias estão guardadas. Algumas, ainda escritas a próprio punho, outras já digitadas, mas todas reveladoras de uma veia crítica.&lt;br /&gt;RECONHECIMENTO - Roque Sacramento Sena, 62 anos, professor aposentado do estado, cursou faculdade de Estudos Sociais e possui pós-graduação em Administração Pública. A arte sempre foi presença forte em sua família. Passou 51 anos da sua vida em Feira de Santana, onde estudou em um convento e, aos 11 anos, escreveu os seus primeiros versos. Nunca escondeu sua paixão pela Cidade Heróica e, mesmo passando tantos anos fora, ela sempre foi sua principal fonte de criação. “As inspirações para fazer as minhas poesias vêm do cotidiano, da mulher, da paisagem, do Rio Paraguaçu da minha Cachoeira”, afirma Roque.&lt;br /&gt;            Sobre o reconhecimento do seu trabalho pela população, Roque é categórico ao dizer: “Santo de casa não faz milagre.” Para ele, os poetas de fora são mais valorizados que os da cidade. Enviou um projeto à Secretaria Municipal de Cultura, para a publicação de suas poesias mas, por questões burocráticas, não obteve aprovação. Ele ainda espera imprimir 50 exemplares para distribuir entre familiares, amigos e em bibliotecas da cidade. Roque não tem nenhum trabalho editado em livro, mas tem os originais de Cachoeira meu amor, livro com poesias que tratam somente sobre a cidade. Entre os autores de sua preferência são elencados Carlos Drummond de Andrade, Augusto do Anjos e Fernando Pessoa. Conterrâneos ele também cita, como Olga Pereira, Heraldo Cachoeira, Nelson Aragão e Sabino de Campos.&lt;br /&gt;VERSOS RIMADOS - Francisco José de Mello impressiona pelo seu vigor literário. "Sou um devorador de livros", assume. Ao nos receber em sua casa, estava lendo A menina que roubava livros, de Markus Zusak. Curiosamente, apesar de cachoeirano, sua inspiração para começar a escrever poesias, aos 37 anos, foi o belo pôr-do-sol da cidade de Madre de Deus, onde trabalhava no almoxarifado da Petrobras, em 1957. Atualmente, não escreve mais poesias, porém as escritas retratam de forma apaixonada sua terra natal, suas ruas, seu povo, suas festas e seu tempo de menino, todas com um toque especial: ele é amante das rimas.&lt;br /&gt;Hoje, concentra seus esforços escrevendo crônicas e ensaios. Já escreveu para o jornal A Ordem e também O Guarani. Seu motivo para migrar da poesia para a crônica (ele é autor de 50) é que, segundo Mello, a segunda opção é mais aceita pelo público. Ele tem duas obras publicadas: A História da Cachoeira e Coquetel Literário. O último reúne seus ensaios, crônicas e poesias. Ele diz que, além da publicação de um livro ser cara, a vendagem é pouca. Reclama também da insuficiência do acervo público. Em sua opinião, isso impede que os jovens se interessem pela leitura.&lt;br /&gt; Francisco é admirador de Carlos Drummond de Andrade, Castro Alves, Casemiro de Abreu, Gonçalves Dias e mais outras levas de poetas. Morou por 10 anos em São Paulo, mas confessa que seu lugar sempre foi a cidade de Cachoeira. “Meus dois grandes amores foram minha esposa, com quem tive um casamento de 54 anos, e Cachoeira”, completa. Ele revela que tem um romance escrito, que decidiu não publicar, chamado Uma guinada de noventa graus, onde mostra sua crítica social. O motivo pela não publicação é que a história se passa na cidade do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;Todos os seus textos estão datilografados e guardados. Em sua velha Olivetti, ele ainda escreve sobre personagens da cidade e de tempos remotos, mas seu brilhantismo na poesia o destaca no cenário poético de Cachoeira. “Eu agradeço a Deus todos os dias por ter conservado meus neorônios ativos”, fala Francisco, que deixa um conselho para os mais jovens: “Leiam, procurem ler bastante. É lendo que se faz cultura.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;H Menor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema&lt;br /&gt;da minha magreza&lt;br /&gt;não é produto&lt;br /&gt;da inanição.&lt;br /&gt;É que existem&lt;br /&gt;coisas, de fato,&lt;br /&gt;que não dá&lt;br /&gt;para engolir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                       Rony Bom&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “Uma morena no alto do morro, Socorro&lt;br /&gt;Cabrocha morena corpo de violão&lt;br /&gt;Cabelos bem compridos era mesmo um morenão”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-5732610497892480191?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/5732610497892480191/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=5732610497892480191' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/5732610497892480191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/5732610497892480191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/06/cultura-os-trilhos-da-poesia-da-crtica_26.html' title=''/><author><name>Rosivaldo Mercês</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09056436956233488161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ik7sstwMt4U/SWVaKJEzziI/AAAAAAAAAAM/rFSchmqAME0/S220/1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-3907523550083562361</id><published>2008-06-26T11:58:00.000-07:00</published><updated>2008-06-26T11:59:39.156-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>CULTURA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os trilhos da poesia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da crítica social ao saudosismo, a poesia percorre todos os cantos de Cachoeira&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;Hamurabi Dias, Rosivaldo Mercês e Deyvson Oliveira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Cachoeira é uma cidade cheia encantos e contrastes, um lugar onde a cultura popular é pulsante. O que muitos cachoeiranos não sabem é que a Cidade Heróica é também rica em poetas. Uma herança que vem do seu representante mais ilustre, Castro Alves, que nasceu em Cabaceiras do Paraguaçu, mas estudou em Cachoeira. A falta de conhecimento da população sobre essa riqueza literária decorre da ausência de veículos que publiquem os versos. Segundo o poeta Francisco Mello, de 91 anos, a cidade já possuiu cerca de 60 jornais literários. Hoje, não existe nenhum.&lt;br /&gt;            É difícil enumerar a quantidade de poetas em Cachoeira. Dos nossos entrevistados, ninguém vive exclusivamente da poesia. São aposentados, artistas plásticos e escultores, que passam o tempo a escrever belezas sobre sua terra. Ronivaldo Jesus de Souza, mais conhecido como “Rony Bom”, 37 anos, começou a escrever no final dos anos 80. Ele não é do tipo saudosista, prefere versar sobre problemas sociais. Também é artista plástico. Ele mostra seu quadro mais recente, que vai expor na IX Bienal do Recôncavo, intitulado Zylon B. Segundo ele, a obra retrata a perseguição nazista aos judeus. Rony tem uma publicação de antologia poética que reúne seus escritos e de mais dois co-autores. Todas as suas poesias estão guardadas. Algumas, ainda escritas a próprio punho, outras já digitadas, mas todas reveladoras de uma veia crítica.&lt;br /&gt;RECONHECIMENTO - Roque Sacramento Sena, 62 anos, professor aposentado do estado, cursou faculdade de Estudos Sociais e possui pós-graduação em Administração Pública. A arte sempre foi presença forte em sua família. Passou 51 anos da sua vida em Feira de Santana, onde estudou em um convento e, aos 11 anos, escreveu os seus primeiros versos. Nunca escondeu sua paixão pela Cidade Heróica e, mesmo passando tantos anos fora, ela sempre foi sua principal fonte de criação. “As inspirações para fazer as minhas poesias vêm do cotidiano, da mulher, da paisagem, do Rio Paraguaçu da minha Cachoeira”, afirma Roque.&lt;br /&gt;            Sobre o reconhecimento do seu trabalho pela população, Roque é categórico ao dizer: “Santo de casa não faz milagre.” Para ele, os poetas de fora são mais valorizados que os da cidade. Enviou um projeto à Secretaria Municipal de Cultura, para a publicação de suas poesias mas, por questões burocráticas, não obteve aprovação. Ele ainda espera imprimir 50 exemplares para distribuir entre familiares, amigos e em bibliotecas da cidade. Roque não tem nenhum trabalho editado em livro, mas tem os originais de Cachoeira meu amor, livro com poesias que tratam somente sobre a cidade. Entre os autores de sua preferência são elencados Carlos Drummond de Andrade, Augusto do Anjos e Fernando Pessoa. Conterrâneos ele também cita, como Olga Pereira, Heraldo Cachoeira, Nelson Aragão e Sabino de Campos.&lt;br /&gt;VERSOS RIMADOS - Francisco José de Mello impressiona pelo seu vigor literário. "Sou um devorador de livros", assume. Ao nos receber em sua casa, estava lendo A menina que roubava livros, de Markus Zusak. Curiosamente, apesar de cachoeirano, sua inspiração para começar a escrever poesias, aos 37 anos, foi o belo pôr-do-sol da cidade de Madre de Deus, onde trabalhava no almoxarifado da Petrobras, em 1957. Atualmente, não escreve mais poesias, porém as escritas retratam de forma apaixonada sua terra natal, suas ruas, seu povo, suas festas e seu tempo de menino, todas com um toque especial: ele é amante das rimas.&lt;br /&gt;Hoje, concentra seus esforços escrevendo crônicas e ensaios. Já escreveu para o jornal A Ordem e também O Guarani. Seu motivo para migrar da poesia para a crônica (ele é autor de 50) é que, segundo Mello, a segunda opção é mais aceita pelo público. Ele tem duas obras publicadas: A História da Cachoeira e Coquetel Literário. O último reúne seus ensaios, crônicas e poesias. Ele diz que, além da publicação de um livro ser cara, a vendagem é pouca. Reclama também da insuficiência do acervo público. Em sua opinião, isso impede que os jovens se interessem pela leitura.&lt;br /&gt; Francisco é admirador de Carlos Drummond de Andrade, Castro Alves, Casemiro de Abreu, Gonçalves Dias e mais outras levas de poetas. Morou por 10 anos em São Paulo, mas confessa que seu lugar sempre foi a cidade de Cachoeira. “Meus dois grandes amores foram minha esposa, com quem tive um casamento de 54 anos, e Cachoeira”, completa. Ele revela que tem um romance escrito, que decidiu não publicar, chamado Uma guinada de noventa graus, onde mostra sua crítica social. O motivo pela não publicação é que a história se passa na cidade do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;Todos os seus textos estão datilografados e guardados. Em sua velha Olivetti, ele ainda escreve sobre personagens da cidade e de tempos remotos, mas seu brilhantismo na poesia o destaca no cenário poético de Cachoeira. “Eu agradeço a Deus todos os dias por ter conservado meus neorônios ativos”, fala Francisco, que deixa um conselho para os mais jovens: “Leiam, procurem ler bastante. É lendo que se faz cultura.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;H Menor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema&lt;br /&gt;da minha magreza&lt;br /&gt;não é produto&lt;br /&gt;da inanição.&lt;br /&gt;É que existem&lt;br /&gt;coisas, de fato,&lt;br /&gt;que não dá&lt;br /&gt;para engolir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                       Rony Bom&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “Uma morena no alto do morro, Socorro&lt;br /&gt;Cabrocha morena corpo de violão&lt;br /&gt;Cabelos bem compridos era mesmo um morenão”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                            Roque Sena&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-3907523550083562361?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/3907523550083562361/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=3907523550083562361' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/3907523550083562361'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/3907523550083562361'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/06/cultura-os-trilhos-da-poesia-da-crtica.html' title=''/><author><name>Rosivaldo Mercês</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09056436956233488161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ik7sstwMt4U/SWVaKJEzziI/AAAAAAAAAAM/rFSchmqAME0/S220/1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-3080773563313532974</id><published>2008-06-26T11:44:00.000-07:00</published><updated>2008-06-26T11:47:09.140-07:00</updated><title type='text'>“Beber, cair e levantar”</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;Daiane Arllin Caribé, Daniela Oliveira e Lorena Souza&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Os jovens parecem estar cada vez mais embalados pelos hits mais tocados atualmente nas rádios, como “vamo simbora, pro bar, beber, cair e levantar”, ou, “ alô... to num bar, chego já...”, entre outros, bem conhecidos por estes adolescentes que cantam e fazem destas músicas uma filosofia de vida, um exemplo a ser seguido.&lt;br /&gt;O uso de drogas lícitas e ilícitas é cada vez mais precoce, a média de idade do primeiro contato com o álcool e com o tabaco é de aproximadamente 12,5 anos. Em aproximadamente 80% dos bares, os jovens não encontram nenhuma resistência para a compra de bebidas. Quanto mais cedo o uso dessas substâncias maiores são as chances de que esse adolescente apresente algum tipo de dependência na fase adulta. Segundo especialistas, o consumo causa problemas na aprendizagem e até mentais. A maior parte dos alcoólatras começou a sua dependência ainda na adolescência. O alcoolismo pode causar perdas restritas de memória, demência, alucinações, delírios e mudanças de humor, entre outros fatores. Por isso o uso abusivo de bebidas e do tabaco, entre os jovens, são os fatores que mais preocupam a saúde publica, devido ao fato de que a maior parte das internações por dependência química são relacionadas ao álcool. Além é claro, deste uso também afetar o índice de acidentes de carro, atropelos e brigas.&lt;br /&gt;Segundo a lei nº 9.294, de 15 de julho de 1996 do Código Penal, além dos vários itens citados no Estatuto da Criança e do Adolescente. O Art. 243, por exemplo, salienta que &lt;a name="art243"&gt;&lt;/a&gt;vender, fornecer ainda que gratuitamente, ministrar ou entregar, de qualquer forma, a criança ou adolescente, sem justa causa, produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica, ainda que por utilização indevida seja crime, cuja pena varia de 2 (dois) a 4 (quatro) anos de detenção, e multa, se o fato não constitui crime mais grave. Mesmo cientes disso, é comum encontrarmos jovens comprando bebidas alcoólicas com facilidade, além é claro daqueles que usam um adulto ou um amigo com mais de 18 anos para obtê-las.&lt;br /&gt;A realidade de adolescentes menores de 18 anos que consomem bebidas alcoólicas indiscriminadamente, é geralmente observada em muitas metrópoles e agora pode ser vista também em Cachoeira. Donos de bares da cidade, dizem que seguem as leis e até colam os cartazes emitidos pelo Conselho Tutelar. Cristovaldo Sacramento da Silva, funcionário do Bar Night and Day, diz não vender a menor nem mesmo quando estes alegam que a bebida não será para consumo próprio e sim dos pais. Já a senhora Francine Torres, proprietária do bar Bazar Vale do Paraguaçu admite não pedir documento de identidade e nem questionar a idade do adolescente, mas ressalta: “Não vendo para crianças”.&lt;br /&gt;A resistência encontrada para a venda para esses adolescentes é maior se o vendedor apresentar idade superior a 30 anos, entretanto se o mesmo for do sexo masculino esta resistência diminui. As poucas pessoas que deixam de vender bebidas alcoólicas fazem isso por convicção pessoal e não por receio de ser fiscalizado ou punido. Os comerciantes não parecem muito preocupados com os resultados de suas vendas, a própria indústria não fica atrás. O crescimento do mercado para as fabricantes ocorre com o aumento de consumo de álcool nas faixas etárias mais baixas.&lt;br /&gt;O adolescente L.H.C., 13 anos, nunca encontrou relutância para comprar álcool, principalmente em bares do bairro onde mora, e acrescenta que geralmente bebe quando está com os pais ou familiares. Um outro jovem, de 16 anos, afirma que começou a beber em companhia dos pais e não encontra dificuldade ao comprar qualquer tipo de bebida alcoólica. A.P.M., da mesma idade, também nunca teve problemas para conseguir comprar cerveja. “Meus pais sabem que nunca vou fazer nada de errado por causa disso”, diz.&lt;br /&gt;Nota-se que o uso de bebida está ocorrendo cada vez mais cedo e com a conivência dos pais, que aceitam e até incentivam os filhos a beberem, principalmente se estes forem meninos. É uma questão arraigada na cultura destes indivíduos, e é ainda mais freqüente entre os jovens da classe média e baixa.&lt;br /&gt;O Conselho Tutelar é responsável apenas pela parte burocrática, fazendo um trabalho de fiscalização e advertência. Segundo o conselheiro Luis Nascimento Amorim, as fiscalizações realizadas na cidade de Cachoeira acontecem anualmente e são intensificadas em épocas de festa, com advertências verbais e portarias expedidas pelo juiz, inclusive com a colagem de cartazes de alerta em todos os bares da cidade. Se houver reincidência, é enviada a queixa ao Ministério Público, ocasionando a notificação aos pais dos adolescentes e o fechamento do bar por parte do Poder Judiciário, pois só este tem poder de fechar os estabelecimentos comerciais.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-3080773563313532974?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/3080773563313532974/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=3080773563313532974' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/3080773563313532974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/3080773563313532974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/06/beber-cair-e-levantar.html' title='“Beber, cair e levantar”'/><author><name>Arllin Caribé</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17215316216157784058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5gDu23GQgyw/SZR_5utz0lI/AAAAAAAAAHE/QgL8aEW5pco/S220/imagemdai.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-2548655214674527176</id><published>2008-06-18T11:40:00.000-07:00</published><updated>2008-06-18T11:41:49.430-07:00</updated><title type='text'>Pesquisa para entrevista</title><content type='html'>Pesquisar na plataforma Lattes pelo nome:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mestre Luis Claudio Dias Nascimento&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-2548655214674527176?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/2548655214674527176/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=2548655214674527176' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/2548655214674527176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/2548655214674527176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/06/pesquisa-para-entrevista.html' title='Pesquisa para entrevista'/><author><name>Vívian Aguiar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/_2_hEn1OUMPI/SwnmUFU479I/AAAAAAAAALI/fwaPwXMrvZk/S220/blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-1466081536527569181</id><published>2008-06-08T12:51:00.000-07:00</published><updated>2008-06-09T08:32:05.640-07:00</updated><title type='text'>Pauta 1ª Edição-Gustavo Medeiros e Orlando Silva</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff0000;"&gt;Retranca:Serviço de auto falantes/Recôncavo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É muito comum ir a uma cidadezinha do interiore encontrar na praça principal e nas ruas circuvizinhas varias caixas de som(as vezes bocas de megafone)instalados nos postes e no tronco das árvores.Precurssor das estações de radio AM e FM nestes locais,o serviço de auto falantes(ou Paco-Paco como são carinhosamente conhecidos) é,ainda,um meio importante de comunicação,pois tambem tem a função de informar e entreter.Nas cidades do recôncavo não é diferente.&lt;br /&gt;A meta desta materia é entrar neste universo romantico e atualmente esquecido,devido ao avanço tecnologico dos meios de comunicação e mostrar a realidade que este mass media enfrenta,principalmente nas cidades de Cruz das Almas e Cachoeira,alem de relatar a sobre a influência que este meio exerce nos dias de hoje nesses municipios.A intenção é ouvir os donos e locutores da Rede Lider de Publicidade e Radio Comunitaria A Voz do Planalto(Cruz das Almas) e Franco Publicidade(Cachoeira),alem de procurar historias interessantes que envolve o velho conhecido Paco-Paco.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-1466081536527569181?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/1466081536527569181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=1466081536527569181' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/1466081536527569181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/1466081536527569181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/06/pauta-1-edio-gustavo-medeiros-e-orlando.html' title='Pauta 1ª Edição-Gustavo Medeiros e Orlando Silva'/><author><name>Gustavo Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15491025239786637745</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-L8mP_xpSSrY/TV1ScpPmoSI/AAAAAAAAAUE/Uc7_mZWzHjk/s220/Fotos%2B.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-2990221988082016730</id><published>2008-06-06T15:08:00.000-07:00</published><updated>2008-06-06T15:16:25.094-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Olá!&lt;br /&gt;Confirmada a entrevista com Cacau Nascimento, historiador, pesquisador e autor dos livros&lt;br /&gt; &lt;em&gt;Presença do&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Candomblé na Irmandade da Boa Morte: uma investigação etnográfica sobre ritos mortuários e religiosidade afro-baiana&lt;/em&gt;. Projeto de Dissertação de Mestrado. Salvador: UFBA, 2001 e  &lt;em&gt;A Capela d´Ajuda já deu o sinal: relações de poder e religiosidade em Cachoeira.&lt;/em&gt; Cachoeira: CEAO, 1995.&lt;br /&gt;Abraços!!!&lt;br /&gt;Palloma Braga&lt;br /&gt;Matéria  falando sobre a boa morte e que faz referência a Cacau&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.irohin.org.br/onl/new.php?sec=reportagem&amp;amp;id=105"&gt;http://www.irohin.org.br/onl/new.php?sec=reportagem&amp;amp;id=105&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Matéria sobre a Igreja de N. Sra. do Rosário dos Pretos e também tem relatos de Cacau&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2006/08/25/materia.2006-08-25.2847805660/view"&gt;http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2006/08/25/materia.2006-08-25.2847805660/view&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-2990221988082016730?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/2990221988082016730/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=2990221988082016730' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/2990221988082016730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/2990221988082016730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/06/ol-confirmada-entrevista-com-cacau.html' title=''/><author><name>Palloma Braga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05104753901513657213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-2970343983184827335</id><published>2008-06-05T04:35:00.000-07:00</published><updated>2008-06-05T04:41:45.985-07:00</updated><title type='text'>Cancelada a entrevista</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Olá Leandro e colegas, estou informando que &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Edson Gomes&lt;/span&gt;, por motivos de trabalhos  &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;não poderá comparecer à entrevista&lt;/span&gt;. Ele me avisou ontem às 21h e não pude postar no blog, porque não tinha lan house aberta neste horário. Ele pede desculpas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Abraços&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Calila&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-2970343983184827335?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/2970343983184827335/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=2970343983184827335' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/2970343983184827335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/2970343983184827335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/06/cancelada-entrevista.html' title='Cancelada a entrevista'/><author><name>Calila das Mercês</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-j3yGmphkAzg/TV3ZdhppzmI/AAAAAAAAB7w/EKehiqrwn6c/s220/P2060072.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-5580015767708896333</id><published>2008-05-20T11:20:00.001-07:00</published><updated>2008-05-20T11:25:43.184-07:00</updated><title type='text'>Materia Overmundo-Edson Gomes</title><content type='html'>Numa das transversais da Avenida Sete de Setembro, Edson Gomes nos recebeu com a hospitalidade típica de um baiano. Em plena sexta-feira à noite, após horas em estúdio onde o novo álbum está sendo finalizado, o reggae man soltou o verbo regado a cerveja e alguns petiscos, preparados especialmente por Lena, seu braço direito e mulher. O "reggae protesto", se assim podemos definir, é uma de suas características. Apesar disso, ele afirma que nunca se envolveu diretamente com política. No máximo shows em campanhas e [pasmem!] nem sempre para os chamados partidos que defendem os interesses do povo. "Já trabalhei mais para a direita do que para a esquerda. Eu era criticado por trabalhar para a direita, mas a esquerda não me dava espaço", desabafa.Sobre a atual gestão do Brasil ele não pestaneja: "O PT era maravilhoso até virar governo. Hoje quem nos defende - o PFL, por exemplo - era quem nos oprimia", observa. "Só fazem discurso, que é bonito, mas precisa ir além. Não digo serem perfeitos porque perfeição é idiotice, mas podem pelo menos se aproximarem do próprio discurso", continua. Em relação aos poucos shows que realiza, Edson justifica: "a música que eu faço não atende ao sistema. Contraria o objetivo dos dominadores. Ela é preocupada com os problemas sociais. Desmente os dominantes que dizem se preocuparem e por isso fica de fora da maioria dos eventos do governo.” O cantor está, por exemplo, há dez anos sem tocar em sua terra natal, Cachoeira [há 110 quilômetros de Salvador]. "Para ficarem isentos da crítica pública, para dar uma satisfação ao povo que pede meu show, eles oferecem um cachê pequeno e aí eu não toco", explica. "Só entrei no Festival de Verão, por exemplo, porque Mauricio Magalhães [até então diretor da empresa responsável pelo evento] é meu fã.", revela. Reggae "A Bahia tem muito grupo de reggae bom, mas a galera não está conseguindo manter o diálogo, manter a pegada", afirma. "Falta consciência. Fica parecendo que o reggae é modismo", completa. "As letras falam de tudo sem direção, é reggae só na melodia", alfineta. Para Edson, seu irmão, Edd Brown, e Cristal são os novos representantes na Bahia do reggae "propriamente dito". Mas nem todos entendem o papel do reggae. Nem mesmo o povo. Certa vez, na década de 80, foi hostilizado em uma comunidade. "As pessoas queriam ver Luiz Caldas, que era quem fazia sucesso na época. Ficaram decepcionados quando viram que o show era meu", conta. "E isso que eu cantava para eles, representando eles", lamenta. Se os representados nas letras não ouvem - ou não entendem - a mensagem, o cantor encontrou em outra classe seu público. "Hoje a classe média ouve reggae com consciência", afirma. O motivo? "Eles ficaram sem referência musical. Seus antigos ídolos, Raul [Seixas], Caetano [Veloso], a Tropicália, enfim, todos aderiram ao sistema". "Hoje esses artistas, que eram referência, precisam se juntar a novos para terem espaço", opina. Edson salienta também a importância de explorar a música como disseminador de ideais. "A música é o veículo mais poderoso que rádio e tevê. Ela fica na mente", justifica. "A música pode levar as pessoas à reflexão", acrescenta.Carnaval : E os trios elétricos com reggae, não seria uma maneira de levar consciência ao povo? Para ele, reggae no carnaval só se for em um palco digno. "O que adianta sair em trio elétrico em um horário que não tem mais ninguém na rua?", questiona. "Queremos apenas um palco digno. Algo como o palco do rock, em Ondina", pede. Se dependesse dele, ninguém do reggae participaria do Carnaval da forma que vem sendo feito. "O que acrescenta na vida profissional desses grupos tocar no Carnaval?", completa. "Reggae no carnaval não tem gosto. Até um pão com manteiga tem mais gosto", brinca. "A gente não tem nada a ver com carnaval. O carnaval é do axé. Não vamos competir com eles", finaliza.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-5580015767708896333?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/5580015767708896333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=5580015767708896333' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/5580015767708896333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/5580015767708896333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/materia-overmundo-edson-gomes.html' title='Materia Overmundo-Edson Gomes'/><author><name>Gustavo Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15491025239786637745</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-L8mP_xpSSrY/TV1ScpPmoSI/AAAAAAAAAUE/Uc7_mZWzHjk/s220/Fotos%2B.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-3981186202509888616</id><published>2008-05-20T10:56:00.000-07:00</published><updated>2008-05-20T10:59:18.956-07:00</updated><title type='text'>Recicla Recôncavo</title><content type='html'>“Reciclar é educar ambientalmente para que as pessoas vivam mais”, Badinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lise Lobo, Lorena Souza, Lorena Braga, Elsa Filgueiras e Carine Costa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O retorno da matéria-prima ao ciclo de produção é denominado reciclagem, embora o termo já venha sendo utilizado popularmente para designar o conjunto de operações envolvidas. O vocábulo surgiu na década de 1970, quando as preocupações ambientais passaram a ser tratadas com maior rigor, especialmente após o primeiro choque do petróleo, quando reciclar ganhou importância estratégica. As indústrias recicladoras são também chamadas secundárias, por processarem matéria-prima de recuperação. Na maior parte dos processos, o produto reciclado é completamente diferente do produto inicial. “Não se faz reciclagem em Cachoeira”, afirma Carlos Osvaldo Ferreira, mais conhecido como Badinho. A deficiência encontrada na coleta e tratamento do lixo das cidades de Cachoeira e São Félix levanta a questão do porquê da falta de investimentos nesse setor.Segundo José Cláudio, assistente do secretário de obras de Cachoeira, Antônio Cláudio Reis Andrade, já existiram lixeiras de coleta seletiva, porém alega que a população destruía os compartimentos ou não separava corretamente o lixo. Ele afirma, ainda, que a prefeitura pretende recolocar as lixeiras, mas que é necessário um projeto que eduque as pessoas a manejarem o lixo de forma correta. A coleta é realizada pela manhã e no final da tarde, e o lixo é despejado posteriormente no aterro Recôncavo Sul, entre Mangabeira e Muritiba. Com a preocupação do destino desse lixo, algumas pessoas vêm desenvolvendo, de forma independente ou não, projetos de reciclagem. Badinho é um dos idealizadores desses projetos. A ONG Fundação Verde Arte – Aprendendo a viver com a natureza, sediada na cidade da Cachoeira e fundada por ele em 2001, em parceria com a Associação do Alto do Cucuí de Brito, bairro do mesmo município, desenvolveu um trabalho com crianças e adolescentes voltado para aproveitamento de material reciclável. Através da reciclagem, a ONG, além da conscientização e do cuidado com o meio ambiente, promoveu o distanciamento dos jovens da marginalidade. Porém, por falta de incentivo dos órgãos públicos e da própria comunidade, suas atividades foram suspensas. A Secretaria de Educação de São Félix realizou em 2007 o Projeto Arte/Educação, desenvolvido por Carina Silva Falcão, articuladora pedagógica, com o monitoramento da artista plástica e diretora do Departamento de Cultura Ana Maria Fraga, onde todas as turmas das escolas municipais da educação infantil à 8ª série participaram produzindo objetos com materiais recicláveis, doados pela comunidade e trazidos pelos próprios alunos. “A escolha da utilização de materiais recicláveis surgiu para mostrar aos alunos os benefícios que essa atitude traz para o meio ambiente, além do custo zero”, diz Carina. Todos os trabalhos foram expostos na Praça José Ramos e na Casa da Cultura, tendo pouco público, o que comprova o desinteresse da população diante de uma iniciativa importante. Em outubro de 2008, o projeto terá continuidade com a Bienal Infantil, ainda sem data definida. Os alunos trabalharão com a Arte Contemporânea, produzindo obras inspiradas nos autores deste movimento, utilizando materiais recicláveis. “Vão aprender a dar importância ao que muitos não acham importante, o lixo” afirma Ana Maria. Com a evidente necessidade de um projeto para tratar o lixo de forma coerente, foi criada por Nilton Stein e desenvolvida por Badinho a Recicôncavo, que seria uma usina de tratamento de lixo do Recôncavo, implantada em Cachoeira. Preservação do Meio Ambiente a partir de coleta, separação e reaproveitamento de material seria o principal foco, além de gerar empregos e movimentar o comércio local. Segundo Badinho, o projeto foi arquivado devido a conflitos internos entre os membros do projeto e a falta de incentivo da prefeitura.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-3981186202509888616?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/3981186202509888616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=3981186202509888616' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/3981186202509888616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/3981186202509888616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/recicla-recncavo.html' title='Recicla Recôncavo'/><author><name>Lise Lobo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06049799008420325601</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-5369974377182356969</id><published>2008-05-20T10:22:00.000-07:00</published><updated>2008-05-20T10:24:08.898-07:00</updated><title type='text'>Pequena informação EDSON GOMES</title><content type='html'>Edson Gomes&lt;br /&gt;Nascido em Cachoeira de São Félix, na Bahia, Edson Gomes partiu em 82 para São Paulo, depois de ganhar alguns festivais de música na cidade. Seis anos depois gravou o disco "Reggae e Resistência", de onde saiu seu primeiro hit nacional, "Samarina". Nesse trabalho já estava delineado seu estilo: um roots reggae engajado, profundamente inspirado por Bob Marley e Jimmy Cliff. Em 90, sai "Recôncavo", seu segundo cd e, em seguida, "Campo de Batalha", que emplacou, especialmente no nordeste, a música que dá título ao disco. O quarto disco, "Resgate fatal", chega em 95. Ainda gravou "Apocalipse", pela EMI, antes de partir para o trabalho independente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços a vcs!&lt;br /&gt;Sayonara Moreno!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-5369974377182356969?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/5369974377182356969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=5369974377182356969' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/5369974377182356969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/5369974377182356969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/pequena-informao-edson-gomes.html' title='Pequena informação EDSON GOMES'/><author><name>Sayonara Moreno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12225858792338151495</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-fVVaxG_Z4oA/TXf0yTY5ovI/AAAAAAAAAUY/IujRCFkOMi8/s220/DSC02290.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-6082717490356670893</id><published>2008-05-19T04:56:00.000-07:00</published><updated>2008-05-19T04:58:05.062-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/novas-perspectivas-musicais-para-o.html"&gt;Novas perspectivas musicais para o Recôncavo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Félix inaugura Faculdade de Música EAD e traz novas possibilidades para a população da região.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Kelma Costa, Meire Fiuza e Patrícia Neves&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;No dia 22 de abril foi inaugurada em São Félix a Faculdade de Licenciatura Plena em Música no sistema EAD (Educação à distância). O curso é resultado da parceria entre a UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), a UFBA (Universidade Federal da Bahia) e a prefeitura municipal, e visa suprir a carência de professores de música nas escolas públicas.&lt;br /&gt;O projeto foi idealizado pela UFRGS e aprovado pelo Ministério da Educação, hoje encontra-se implantado em seis estados: Espírito Santo, Rondônia , Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso e na Bahia, que têm pólos de atuação em Salvador, Irecê, Cristópolis e São Félix.&lt;br /&gt;A implantação da Faculdade de Música aparece como uma alternativa à carência de áreas de trabalho para a juventude de São Félix e Cachoeira. Estas Cidades, que tiveram um momento econômico favorecido pela produção fumageira, registram atualmente uma acentuada apatia econômica. Deste modo, o curso de Licenciatura em Música vem como a UFRB (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia) possibilitar à população da região o ingresso numa universidade pública.&lt;br /&gt;ESTRUTURA DO CURSO- Das 60 vagas existentes no curso, apenas 22 foram preenchidas, ao contrário da cidade de Irecê, onde a primeira turma é formada por 140 alunos. Todos tiveram um contato prévio com a área de música ou educação, entretanto, o processo seletivo deste curso, que terá a duração de quatros anos e meio, foi semelhante ao da UFBA onde ocorre primeiro uma prova de conhecimentos gerais que é seguida de uma prova de aptidão.&lt;br /&gt;Desde o início o curso tem enfrentado algumas dificuldades: as aulas virtuais estão sendo realizadas no Infocentro de São Félix, onde faltam alguns elementos como caixas de som, espaço amplo e, a principal delas: o ainda recorrente preconceito no que se refere à cursos realizados à distância. Segundo Nara Rúbia, tutora que orienta as aulas virtuais dos alunos, tal visão é resultado da idéia de que os cursos à distância são pouco rigorosos e eficientes. Ela é graduada em Música pela UFBA; tem especialização em Fundamentos do Ensino da Arte pela UFPR (Universidade Federal do Paraná), e também é consultora de Cultura e Arte da Unesco na Bahia, realizou concurso público para assumir esta função.&lt;br /&gt;A Faculdade de música de São Félix possui um diferencial em relação aos demais cursos realizados à distância, isso se deve ao fato das aulas serem realizadas durante todos os dias da semana. O acompanhamento e orientação da tutora são constantes, exceto na sexta-feira, onde os alunos complementam as suas atividades na sua própria residência. Nos outros dias da semana, cada aluno tem a obrigatoriedade de acessar a Plataforma virtual do curso durante quatros horas. “O curso é a distância entre aspas”, diz a tutora.&lt;br /&gt;PARTICIPAÇÃO EFETIVA- Os alunos vêem bastante seriedade no curso. Leandro dos Santos Leite toca saxofone e destaca o comprometimento que o curso exige por parte do corpo discente. O maior diferencial, segundo ele, são as aulas realizadas diariamente. A professora de ensino infantil Marijane Oliveira também é aluna e diz que está sendo um desafio. Ela, que se considerava “leiga” na área musical por não conhecer nenhum instrumento, fez uso da voz no teste de aptidão. Para ela curso está superando suas expectativas e destaca o rigor das atividades e o clima familiar criado entre o grupo.&lt;br /&gt;Os alunos ainda aguardam a chegada de instrumentos musicais, que está prevista para serem entregues em junho, pois são uma concessão da UFBA. Na parceria que possibilitou a implantação da faculdade em são Félix, a UFBA ainda é responsável por ceder os computadores necessários às aulas e alguns professores que realizarão os seminários presencias existentes no curso. Cabe à UFRGS a remuneração dos professores e tutores e o pagamento, juntamente ao FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) de uma bolsa de incentivo aos alunos no valor de 100 reais. Já a contrapartida do município diz respeito ao espaço da estrutura física da faculdade, o corpo de funcionários ali presentes e o pagamento da hospedagem da tutora.&lt;br /&gt;Nara Rúbia ressalta o empenho da prefeitura de São Félix na aquisição da Faculdade de Música para o município, já que o pólo estava sendo assediado por várias cidades. Bastante otimista, ela destaca o empenho dos alunos, a boa estrutura e a seriedade do curso. “Melhor ainda é saber que, depois de concluído o curso, estes alunos estarão capacitados a ministrar aulas de músicas nas escolas de São Félix e de outras localidades.” Ela também ressalta as relações de companheirismos entre os alunos e professores o que facilita o aprendizado.Uma das mudanças apontadas por ela é de que a avaliação é feita através de conceito e não de notas.&lt;br /&gt;A TRADIÇÃO SOBREVIVE- Não há dúvidas que a aquisição da Faculdade de Música pelo município de São Félix irá fortalecer a tradição musical característica da região do Recôncavo. Nos séculos XIX e XX, as filarmônicas participaram ativamente da construção desta identidade, sobretudo as filarmônicas do Recôncavo que, a despeito das adversidades, vêm criando formas de sobrevivência e conservação de nosso passado musical.&lt;br /&gt;É também por este motivo que, desde o mês de março, foi iniciado em São Félix o Curso de Formação de Compositores e Maestros. O curso é financiado pelo Fundo de Cultura da Bahia e conta com a contribuição da Oficina de Frevos e Dobrados, Filarmônica União dos Ferroviários Bonfinenses e Centro Cultural Dannemann.&lt;br /&gt;O diretor do Centro de Artes Humanidades e Letras, Xavier Vantin, diz que a UFRB não faz parte dessa empreitada, porém apóia a iniciativa e ressalta que o Recôncavo tem músicos de talento inegável, e que a direção CAHL pretende criar curso de música popular, com atividades de extensão, valorizando assim a cultura musical da região. Ele diz também que seria possível a criação de um festival de inverno para divulgar a música do recôncavo e atrair turistas para região.&lt;br /&gt;PALAVRA DE MAESTRO - Segundo o professor e maestro Fred Dantas o objetivo deste curso é oferecer capacitação nas áreas de composição, regência, história e teoria musical para mestres, contramestres e músicos-líderes das filarmônicas. Abrangendo regiões distintas do estado, o Curso de Compositores e Maestros tem por objetivo injetar ânimo e vitalidade no mundo das filarmônicas. Muitos destes alunos, depois de concluído o curso, serão mobilizados para localidades onde a tradição musical esta deficiente e esquecida.&lt;br /&gt;Além de São Félix, o curso também é ministrado em Salvador e em Senhor do Bonfim, e estende-se a alunos de cidades circunvizinhas. No que diz respeito ao andamento do curso, algumas dificuldades ainda precisam ser sanadas. No caso de Senhor do Bonfim o problema é manter um fluxo de professores em um lugar distante de Capital. Em Salvador, por sua vez, a dificuldade é a manutenção do próprio espaço, pois a sede da oficina, cujo aluguel, luz, água e telefone não podem ser pagos com dinheiro deste convênio e, em São Félix, a principal dificuldade está na rotatividade, no revezamento dos alunos que compromete o andamento dos trabalhos. As aulas são ministradas pelos professores Fred Dantas, etnomusicólogo, compositor e regente, trombonista; Celso Benedito, doutorando em Educação Musical pela UFBA e trompista; Pedro Amorim, compositor formado pela UFBA e professor de teoria musical em algumas instituições.Quando perguntado se o curso pode fortalecer a identidade musical no Recôncavo o professor e categórico: “Claro! Se aí está o berço da filarmônica brasileira. Em outros lugares, como Minas, existem corporações mais antigas, mas a música de Tranquillino me parece ser a primeira manifestação da banda brasileira, enquanto música.” Fred Dantas faz menção ao maestro Manoel Tranquilino Bastos, autor da música do Hino da Cachoeira e fundador da Sociedade Orpheica Lyra Ceciliana que é uma das mais antigas da região. No ano passado, foi premiada com o primeiro lugar no XII Festival de Filarmônicas do Recôncavo (Festfir), que é realizado de dois em dois anos no Centro Cultural Dannemann.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-6082717490356670893?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/6082717490356670893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=6082717490356670893' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/6082717490356670893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/6082717490356670893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/novas-perspectivas-musicais-para-o_19.html' title=''/><author><name>Patrícia Neves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11539125644763412144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_QbwMGzQrJfA/S75AEDKVMhI/AAAAAAAAAAg/0i56Oj2G7YM/S220/eu+3.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-6045329859055151001</id><published>2008-05-17T15:31:00.000-07:00</published><updated>2008-05-17T21:08:16.928-07:00</updated><title type='text'>SOBRE EDSON GOMES</title><content type='html'>&lt;em&gt;Olá gente!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Como havia falado na aula, elaborei um projeto sobre 'A origem do reggae' e encontrei alguns sites interessantes na internet sobre Edson Gomes. Caso tenham interesse, aí estão.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;em&gt;Surforeggae &lt;a href="http://surforeggae.ig.com.br/banda.asp%20%20Cat=31&amp;amp;Estilo=Reggae&amp;amp;CodBanda=5"&gt;http://surforeggae.ig.com.br/banda.asp%20%20Cat=31&amp;amp;Estilo=Reggae&amp;amp;CodBanda=5&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;em&gt;Wikipédia &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Edson_gomes"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Edson_gomes&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;em&gt;TV Cultura &lt;a href="http://www.tvcultura.com.br/bembrasil/programacao.asp?progid=9"&gt;http://www.tvcultura.com.br/bembrasil/programacao.asp?progid=9&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Está marcada a entrevista no dia 05/06 com Edson Gomes ás 15 horas.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Confirmarei em breve.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Abraço a todos.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Calila Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-6045329859055151001?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/6045329859055151001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=6045329859055151001' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/6045329859055151001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/6045329859055151001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/sobre-edson-gomes.html' title='SOBRE EDSON GOMES'/><author><name>Calila das Mercês</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-j3yGmphkAzg/TV3ZdhppzmI/AAAAAAAAB7w/EKehiqrwn6c/s220/P2060072.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-6733559940604943902</id><published>2008-05-17T06:08:00.000-07:00</published><updated>2008-05-17T06:10:04.522-07:00</updated><title type='text'>EDUCAÇÃO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Comunidade de Cachoeira fica de fora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Astrude Modesto, Caio Barbosa e Queila Oliveira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A universidade não está conseguindo manter um diálogo efetivo com a população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agenda cultural da cidade foi tomada por uma série de eventos acadêmicos com a chegada da UFRB. No entanto, esses eventos não estão sendo muito freqüentados. Cria-se um problema, já que uma das justificativas da implantação do campus universitário na cidade seria a de ampliar a relação do povo cachoeirano, de extrema riqueza cultural, com o mundo acadêmico.&lt;br /&gt;No seminário A Celebração do Feminino, promovido no fim do mês de Abril, notou-se a presença de um grupo restrito de quatro pessoas de fora da universidade. Entre elas, esteve Sueli Rosário, 25, que desenvolve militância política. “Quero ser a primeira prefeita de Cachoeira e, como o seminário tratou da exaltação da mulher, eu não poderia deixar de estar aqui”, comentou Rosário.&lt;br /&gt;Fábio Duarte Joly, professor do curso de História e um dos organizadores do seminário Cultura e Desenvolvimento, acredita que existe uma distância entre a comunidade e a academia. “Seria interessante abrir espaço nas mesas de discussão para pessoas da cidade. Dessa forma, poderíamos atrair um público maior”, afirmou Joly.&lt;br /&gt;O Seminário de Literatura, Linguagem &amp;amp; Expressão, realizado no início do ano, é apontado como o evento que mais contou com a participação dos cachoeiranos. Os organizadores inovaram, fugindo dos espaços geralmente utilizados para as apresentações. Poesias foram recitadas ao ar livre, na Praça Dr. Milton. O cordelista Antônio Carlos Barreto atraiu um grande público através da poesia de linguagem popular.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RELAÇÃO COM ESCOLAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os alunos do ensino médio parecem ter medo da universidade”, relatou Luiz Fernando Saraiva, também professor do curso de História. Existe certo preconceito da população em acreditar que só pessoas mais letradas – doutores, universitários, etc – têm espaço nos eventos acadêmicos.&lt;br /&gt;Valter Fraga, futuro professor da universidade, sente falta de uma ligação maior com os professores dos colégios. Ele acredita que essa ligação poderia acabar com o medo que os alunos secundaristas parecem ter dos universitários.&lt;br /&gt;A coordenadora do Colégio Estadual da Cachoeira, Maria do Rosário, também se incomoda com o afastamento que existe entre professores da universidade e do colégio. De acordo com ela, a universidade poderia ampliar os horizontes dos alunos, orientando atividades, pesquisas, projetos.&lt;br /&gt; “Muita gente daqui tem o que acrescentar aos eventos da UFRB – os professores Carneirinho (Edvaldo), Luíza Lima, Roque Mendes e outros”, comentou Gerônima Leal (Geo do bar), 43. Ela diz que não freqüenta os eventos por falta de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIVULGAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comunidade fica sabendo dos eventos através das rádios locais, a Rádio Paraguassu principalmente. Faz-se uso também de serviços de auto-falante e, mais recentemente, de cartazes espalhados nos estabelecimentos comerciais.&lt;br /&gt;“Os veículos de comunicação deveriam ter uma linguagem mais atrativa, mostrando a importância desses eventos para a população”, comentou Elton Vitor Coutinho. Estudante de Jornalismo da UFRB, Coutinho é um dos responsáveis pela divulgação dos eventos da universidade.&lt;br /&gt;Elton acredita que existe um forte embate entre a comunidade acadêmica da UFRB e a população. “As pessoas acabam se sentindo acanhadas em estar participando desses eventos, acreditando que não são capazes de dominar os temas apresentados”, concluiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ORGANIZAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falhas técnicas dificultam a compreensão do público. “O som estava ruim. Eu não ouvi muita coisa direito por causa do eco do microfone”, afirma Néia Costa, 22, aluna do cursinho A Cidadã. Ela esteve presente na palestra A Crise do Sistema Colonial e a Abertura dos Portos realizada em Maio no Conjunto do Carmo. O espaço é muito amplo e não houve uma disposição adequada do equipamento de som.&lt;br /&gt;Os encontros geralmente começam com grandes atrasos. O seminário Cultura e Desenvolvimento, por exemplo, deveria ter início às 10 da manhã e aconteceria em dois turnos. No momento da apresentação, que começou uma hora mais tarde, os palestrantes anunciaram que a programação seria reduzida a um turno apenas, porque um dos convidados não estava presente.&lt;br /&gt;Não costumam montar os equipamentos com antecedência. Os aparelhos, que ficam guardados na faculdade, são transportados para o local do evento no horário das apresentações.&lt;br /&gt;Se a universidade repensasse as propostas dos eventos, conquistaria um público cachoeirano maior. Os temas escolhidos devem ser inseridos no contexto da cidade. A divulgação tem que deixar de ser um simples convite e atrair realmente a comunidade. É necessário que o público esteja representado nas discussões.               &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-6733559940604943902?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/6733559940604943902/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=6733559940604943902' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/6733559940604943902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/6733559940604943902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/educao.html' title='EDUCAÇÃO'/><author><name>Caio Barbosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02640019769510592013</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-4356272300670549265</id><published>2008-05-16T18:30:00.000-07:00</published><updated>2008-06-03T07:31:23.003-07:00</updated><title type='text'>Matéria sobre a questão fundiária da UFRB</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;“Fazenda Santa Fé, todo mundo põe o pé”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;60 anos de ocupação e demais irregularidades em Cruz das Almas&lt;br /&gt;Por Alanna Oliveira, Sandrine Souza e Taísa Silveira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma mistura de negligência administrativa somada a uma série de fatores corroborou para ocupações irregulares no Campus de Cruz das Almas da UFRB (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia) e para a situação ilícita quanto à posse oficial da terra onde está localizado. As conseqüências são uma média de 300 famílias vivendo no espaço da universidade, muitas delas em condições subumanas e a pressão a qual está submetida a instituição para legalizar com urgência a posse.&lt;br /&gt;Onde hoje funciona a UFRB, primeiramente foi a Escola Agronômica da Bahia, que surgiu a partir da desapropriação de minifúndios. Em 1967 o território passa a pertencer a UFBA( Universidade Federal da Bahia) e finalmente em 2006 passa a UFRB. Estão regularizados 1466 ha no cartório de São Félix em nome do estado da Bahia. Os problemas começam aí. O governo federal só constrói em espaços da União e existe uma diferença de 494 ha de quando houve a desapropriação até hoje.&lt;br /&gt;A universidade está em processo de implantação dentro de uma perspectiva de REUNI (Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais), serão abertas novas vagas em cursos já existentes e outros estão sendo criados. Isso significa o aumento da demanda por estrutura física. Porém, no mês passado a construção de prédios em Cruz foi interrompida e até que o território passe efetivamente para a governo federal nada mais será construído. Onde o reitor vai colocar tantos estudantes? Paulo Gabriel Nacif afirma que se as verbas para construção deixarem de vir que não vai permitir as entradas propostas no REUNI-UFRB. Este problema é global, pois nenhum dos campi da universidade tem a posse do espaço físico legitimada em cartório. Mas, ele diz que está tudo sob controle e que a comunidade acadêmica não deve se preocupar.&lt;br /&gt;A questão da irregularidade das terras da UFRB, conta com uma equação complicada e de difícil resolução. O problema além de ser legal decorrente da falta de registro dos papéis em cartório, possui um elemento que transcende a justiça pura e simples: a ocupação ilegal dessas terras por pessoas físicas.&lt;br /&gt;“No processo de construção da escola agronômica foi criada uma estrutura para que os funcionários e os professores pudessem ter condições de moradia no campus, na medida que essas pessoas fossem se aposentando elas teriam que ir saindo e outras viriam para ficar nas casas e ir substituindo-as, o que não ocorreu”, diz o professor José Aécio, que elaborou em 1995 depois de pesquisas e análises uma proposta para reordenamento do campus.&lt;br /&gt;Da mesma forma os homens que vieram trabalhar na construção dos prédios também se fixaram na periferia do campus. Com o passar dos anos, continuaram a ocupar as terras, gerando núcleos de habitações irregulares, que vivem basicamente da agricultura de subsistência, aposentadoria e programas assistencialistas do governo. Existem duas comunidades principais nessa situação de ocupação ilegal: a Sapucaia e Baixa da Linha. Algumas pessoas foram fazendo construções na área da universidade como se não houvesse dono. O prof. Geraldo Sampaio, um dos idealizadores de uma proposta de estudos para o reordenamento físico, afirma que a expressão ouvida certa vez Fazenda Santa Fé, todo mundo põe o pé, caricata bem o campus.&lt;br /&gt;O que fazer com essas pessoas que vivem a tantos anos nessas comunidades? É necessário perceber que se trata de seres humanos e da subjetividade ligada ao lugar onde vivem. Em 2004, quando houve o rumor de que eles teriam que sair das terras da universidade um morador da Linha suicidou-se, afirma Ciro, estudante de Agronomia da UFRB.&lt;br /&gt;HISTÓRIAS- Gimalra e Edmando, casaram-se e foram viver na Baixa da Linha há oito anos. Têm quatro filhos, Hélio, Henrique, Jucimara e Henia. A última mora com sua avó. Gimalra estudou até a quinta série e seu marido até a terceira. Quando chegamos ela lavava roupas sobre uma lona com um balde cheio d’água ao lado e, os seus os filhos ao redor. Ao fundo ouvia-se uma música internacional. O pai estava dentro do barraco onde moram e ao notar a presença de estranhos saiu para falar conosco. Eles disseram viver ali por falta de escolha. Os dois estão desempregados, comem com o dinheiro dos “bicos” que Edmando consegue esporadicamente e com os auxílios do governo federal. Os moradores não têm acesso a saneamento básico, não há escolas, nem segurança pública. A eletricidade chegou a pouco tempo e para se ter água é necessário trazer da fonte com um balde sobre a cabeça. Geraldo Sampaio diz que essa região é a Etiópia da UFRB.&lt;br /&gt;José Mário mora a 50 anos na Baixa da Linha. Ele nasceu na comunidade e teve 60 filhos. Mora numa casa de taipa com chão de terra e sem divisões, dentro da casa só uma amontoado de coisas velhas. Um fogão antigo, uma cortina suja e pedaços de papelão pelo chão. Diz já ter trabalhado como vaqueiro e eletricista, mas que o que queria mesmo era trabalhar com a terra. As dificuldades enfrentadas no dia-a-dia parecem não abalar seu encantamento pela vida. Ele é um homem altivo, com um riso forte sempre no rosto e olhar alegre. Mostrou com uma felicidade transparente uma madeira desenhada: “Essa é a minha arte”, diz ele, com olhos marejados.&lt;br /&gt;Nem todos os que vão morar na universidade o faz por não ter condição de ir para outro lugar, alguns simplesmente aproveitam a falta de fiscalização e a corrupção de outros. Aécio afirmou que inclusive servidores envolveram terras da universidade em campanhas políticas. Moradores da Sapucaia afirmam que tiveram o consentimento de diretores do campus, enquanto ainda pertencia a UFBA, para construir casas.&lt;br /&gt;“Tem uma figura que é ex-funcionário da Leste, aposentado e ganha, dizem, entre três e quatro mil reais, que construiu uma casa de alvenaria aqui e botou a mulher, aí brigou com a mulher, construiu outra casa de alvenaria e botou a amante, aí brigou com a amante, aí vem pra cá, para o diretor, que era Paulo na época, tomar uma das casas dele, que estavam com as mulheres. Esse cara vai ter o mesmo tratamento que os outros que foram marginalizados que foram segregados da sociedade civil, que estavam a baixo da linha de pobreza? Essa realidade está aí também.” Geraldo é contra a expulsão irresponsável dos moradores, mas chama a atenção que as diferenças acima devem ser levadas em consideração.&lt;br /&gt;Na Sapucaia estavam Natalina Fernandes, 58, moradora de lá a cerca de 30 anos. Ela tem 11 filhos que foram criados lá e 19 netos. Trabalhou na roça, mas já não trabalha com a terra. Disse que foi morar na Sapucaia para não pagar imposto, o que ela considera fora de moda. No fim da conversa, ela pergunta a nós com tom hostil, que estávamos no carro da universidade, se queríamos tirar eles de lá. Outras pessoas não quiseram falar sobre o assunto.&lt;br /&gt;Aécio diz que o nível de escolaridade dos posseiros é muito baixo, principalmente os da Linha, e que é muito triste ver essa realidade dentro da universidade. Ele alerta que apesar de toda complexidade da situação se não forem tomadas medidas corretivas o problema irá aumentar cada vez mais. No levantamento feito pelo prof. Amílcar Baiardi em 2004, já foi perceptível o aumento de famílias em relação aos dados coletados em 95. Para completar alguns ocupantes querem a posse das terras.&lt;br /&gt;Aécio é contra a doação das terras aos posseiros. Ele diz que uma hipótese seria ceder uma terra ao município para que o órgão que realmente tem como resolver o problema e assistir a população o faça e aproveitar a demanda dos que querem trabalhar com a terra para viabilizar a pesquisa e a extensão através da capacitação rotativa dos mesmos. Ainda ressalta a importância de ouvir o que estas pessoas querem, o que ele não fez na sua pesquisa.&lt;br /&gt;Nacif diz que a questão fundiária é uma preocupação da reitoria e que também não é a favor de doação de terras da universidade para os posseiros. “Eu acho que dentro das resoluções dos problemas, podemos inclusive determinar que alguma parte da área, eventualmente, sirva para algum tipo de assentamento modelo, assentamento pequeno, mas não é possível simplesmente desmembrar tudo e dar a posse aos posseiros, só para vocês terem uma idéia, temos algo em torno de 300 famílias ocupando a UFRB. Se nós dermos 5 hectares a cada uma dessas famílias, que é uma área pequena, somariam 1500 hectares, que seria a área da UFRB”, diz.&lt;br /&gt;Há uma outra comunidade que vive nas dependências do campus de Cruz, a Volta Terra. A idéia inicial era fazer uma rotatividade, onde os trabalhadores do campo marginalizados nas periferias das cidades passariam um tempo na terra aprendendo técnicas de plantio e depois voltariam ao lugar de origem. O projeto já tem 18 anos e não houve esta rotatividade. O presidente da comunidade, Josué, fala das dificuldades enfrentadas e reinvidica a posse da terra, alegando que eles só podem receber um incentivo federal de R$ 1.500 e que com a posse teriam acesso a outros mecanismos de incentivo ao produtor rural. Com o apoio do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) eles pressionam a reitoria. No entanto, a universidade não tem o poder de doar terra, até mesmo porque não tem a posse dela. Essa é uma outra questão delicada que envolve o Campus de Cruz das Almas. Geraldo propôs um questionamento: Se o Volta Terra que está a 18 anos alega o direito à terra outras pessoas que trabalham a mais tempo na universidade poderiam alegar esse direito também?&lt;br /&gt;O reitor disse que ceder terra a esta comunidade não é possível. “Trata-se da terra mais valorizada da UFRB e para onde nós estamos encaminhando o nosso crescimento, nós temos sensibilidade, temos ações concretas em direção a resolução dos problemas e é importante dizer que todas as questões serão resolvidas tendo o principio básico de que se trata de um problema que envolve questões sociais seríssimas. Não é o caso de polícia. Quanto às ameaças desse pessoal, nós não vamos trabalhar sobre ameaça. Não temos medo do MST, nem do Volta a Terra, nem de nada, nós vamos ter uma comissão trabalhando para propor soluções técnicas e no devido momento discutiremos com a comunidade, agora nós não vamos aceitar ultimato de ninguém por que estamos na nossa casa, essa é a nossa universidade, nós cumprimos nossas funções sociais e nós respeitamos todos esses movimentos, queremos também respeito à instituição, diz ele. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-4356272300670549265?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/4356272300670549265/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=4356272300670549265' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/4356272300670549265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/4356272300670549265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/matria-sobre-questo-fundiria-da-ufrb.html' title='Matéria sobre a questão fundiária da UFRB'/><author><name>Pelo viés da Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05194833127039936831</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/-T9YMDEsYvhc/TmBLwzXsuRI/AAAAAAAAIjs/5GijdMwWbrM/s220/330953_10150274576526485_533466484_8209971_3051282_o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-2806724582879318245</id><published>2008-05-16T18:06:00.000-07:00</published><updated>2008-05-16T18:10:02.648-07:00</updated><title type='text'>Novas perspectivas musicais para o Recôncavo</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;  &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt; text-align: center; line-height: 150%; font-family: verdana;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i style=""&gt;S&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ão Félix inaugura Faculdade de Música EAD e traz novas possibilidades para a população da região.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt; text-align: center; line-height: 150%; font-family: verdana;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 150%;"&gt;Kelma Costa , Meire Fiuza, Patrícia Neves&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No dia 22 de abril foi inaugurada &lt;st1:personname productid="em S￣o F￩lix" st="on"&gt;em São Félix&lt;/st1:PersonName&gt; a Faculdade de Licenciatura Plena em Música no sistema EAD (Educação à distância). O curso é resultado da parceria entre a UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), a UFBA (Universidade Federal da Bahia) e a prefeitura municipal, e visa suprir a carência de professores de música nas escolas públicas.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O projeto foi idealizado pela UFRGS e aprovado pelo Ministério da Educação, hoje encontra-se&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;implantado em seis estados: Espírito Santo, Rondônia , Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso e na Bahia, que têm pólos de atuação em&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Salvador, Irecê,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Cristópolis&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;e São Félix.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A implantação da Faculdade de Música aparece como uma alternativa à carência de áreas de trabalho para a juventude de São Félix e Cachoeira. Estas Cidades, que tiveram um momento econômico favorecido pela produção fumageira, registram atualmente uma acentuada apatia econômica. Deste modo, o curso de Licenciatura em Música vem como a UFRB (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia) possibilitar à população da região o ingresso numa universidade pública.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b style=""&gt;ESTRUTURA DO CURSO&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;- &lt;/span&gt;Das 60 vagas existentes no curso, apenas 22 foram preenchidas, ao contrário da cidade de&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Irecê, onde a primeira turma é formada por 140 alunos. Todos tiveram um contato prévio com a área de música ou educação, entretanto, o processo seletivo deste curso, que terá a duração de quatros anos e meio, foi semelhante ao da UFBA onde ocorre primeiro uma prova de conhecimentos gerais que é seguida de uma prova de aptidão. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Desde o início o curso tem enfrentado algumas dificuldades: as aulas virtuais estão sendo realizadas no Infocentro de São Félix, onde faltam alguns elementos como caixas de som, espaço amplo e, a principal delas: o ainda recorrente preconceito no que se refere à cursos realizados à distância. Segundo Nara Rúbia, tutora que orienta as aulas virtuais dos alunos, tal visão é resultado da idéia de que os cursos à distância são pouco rigorosos e eficientes. Ela&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;é graduada em Música pela UFBA; tem especialização em Fundamentos do Ensino da Arte pela UFPR (Universidade Federal do Paraná), e também é consultora de Cultura e Arte da Unesco na Bahia, realizou concurso público para assumir esta função. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A Faculdade de música de São Félix possui um diferencial em relação aos demais cursos realizados à distância, isso se deve ao fato das aulas serem realizadas durante todos os dias da semana. O acompanhamento e orientação da tutora são constantes, exceto na sexta-feira, onde os alunos complementam as suas atividades na sua própria residência. Nos outros dias da semana, cada aluno tem a obrigatoriedade de acessar a Plataforma virtual do curso durante quatros horas. “O curso é a distância entre aspas”, diz a tutora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b style=""&gt;PARTICIPAÇÃO EFETIVA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;- &lt;/span&gt;Os alunos vêem bastante seriedade no curso. Leandro dos Santos Leite toca saxofone e destaca o comprometimento que o curso exige por parte do corpo discente. O maior diferencial, segundo ele, são as aulas realizadas diariamente. A professora de ensino infantil Marijane Oliveira também é aluna e diz que está sendo um desafio. Ela, que se considerava “leiga” na área musical por não conhecer nenhum instrumento, fez uso da voz no teste de aptidão. Para ela curso está superando suas expectativas e destaca o rigor das atividades e o clima familiar criado entre o grupo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os alunos ainda aguardam a chegada de instrumentos musicais, que está prevista para serem entregues em junho, pois são uma concessão da UFBA.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Na parceria que possibilitou a implantação da faculdade &lt;st1:personname productid="em S￣o F￩lix" st="on"&gt;em são Félix&lt;/st1:PersonName&gt;, a UFBA ainda é responsável por ceder os computadores necessários às aulas e alguns professores que realizarão os seminários presencias existentes no curso. Cabe à UFRGS a remuneração dos professores e tutores e o pagamento, juntamente ao FNDE (&lt;span class="MsoHyperlink"&gt;&lt;span style="color: windowtext; text-decoration: none;"&gt;Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;) de uma bolsa de incentivo aos alunos no valor de 100 reias. Já a contrapartida do município diz respeito ao espaço da estrutura física da faculdade, o corpo de funcionários ali presentes e o pagamento da hospedagem da tutora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Nara Rúbia ressalta o empenho da prefeitura de São Félix na aquisição da Faculdade de Música para o município, já que o pólo estava sendo assediado por várias cidades. Bastante otimista, ela destaca o empenho dos alunos, a boa estrutura e a seriedade do curso. “Melhor ainda é saber que, depois de concluído o curso, estes alunos estarão capacitados a ministrar aulas de músicas nas escolas de São Félix e de outras localidades.” Ela também ressalta as relações de companheirismos entre os alunos e professores o que facilita o aprendizado.Uma das mudanças apontadas por ela é de que a avaliação é feita através de conceito e não de notas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b style=""&gt;A TRADIÇÃO SOBREVIVE&lt;/b&gt;- Não há dúvidas que a aquisição da Faculdade de Música pelo município de São Félix irá fortalecer a tradição musical característica da região do Recôncavo. Nos séculos XIX e XX, as filarmônicas participaram ativamente da construção desta identidade, sobretudo as filarmônicas do Recôncavo que, a despeito das adversidades, vêm criando formas de sobrevivência e conservação de nosso passado musical.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É também por este motivo que, desde o mês de março, foi iniciado &lt;st1:personname productid="em S￣o F￩lix" st="on"&gt;em São Félix&lt;/st1:PersonName&gt; o &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Curso de Formação de Compositores e Maestros. O curso é financiado pelo Fundo de Cultura da Bahia e conta com a contribuição da Oficina de Frevos e Dobrados, Filarmônica União dos Ferroviários Bonfinenses e Centro Cultural Dannemann. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O diretor do Centro de Artes Humanidades e Letras, Xavier Vantin, diz que a UFRB não faz parte dessa empreitada, porém apóia a iniciativa e ressalta que &lt;span style=""&gt;o Recôncavo tem músicos de talento inegável, e que a direção CAHL pretende criar&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;curso de música popular, com atividades de extensão, valorizando assim a cultura musical da região. Ele diz também que seria possível a criação de um festival de inverno para divulgar a música do recôncavo e atrair turistas para região.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b style=""&gt;PALAVRA DE MAESTRO&lt;/b&gt; - Segundo o professor e maestro Fred Dantas o objetivo deste curso é oferecer capacitação nas áreas de composição, regência, história e teoria musical para mestres, contramestres e músicos-líderes das filarmônicas. Abrangendo regiões distintas do estado, o Curso de Compositores e Maestros tem por objetivo injetar ânimo e vitalidade no mundo das filarmônicas. Muitos destes alunos, depois de concluído o curso, serão mobilizados para localidades onde a tradição musical esta deficiente e esquecida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Além de São Félix, o curso também é ministrado em Salvador e em Senhor do Bonfim, e estende-se a alunos de cidades circunvizinhas. No que diz respeito ao andamento do curso, algumas dificuldades ainda precisam ser sanadas. No caso de Senhor do Bonfim o problema é manter um fluxo de professores em um lugar distante de Capital. Em Salvador, por sua vez, a dificuldade é a manutenção do próprio espaço, pois a sede da oficina, cujo aluguel, luz, água e telefone não podem ser pagos com dinheiro deste convênio e, &lt;st1:personname productid="em S￣o F￩lix" st="on"&gt;em São Félix&lt;/st1:PersonName&gt;, a principal dificuldade está na rotatividade, no revezamento dos alunos que compromete o andamento dos trabalhos. As aulas são ministradas pelos professores Fred Dantas, etnomusicólogo, compositor e regente, trombonista; Celso Benedito, doutorando &lt;st1:personname productid="em Educa￧￣o Musical" st="on"&gt;em Educação Musical&lt;/st1:PersonName&gt; pela UFBA e trompista; Pedro Amorim, compositor formado pela UFBA e professor de teoria musical em algumas instituições.&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Quando perguntado se o curso pode fortalecer a identidade musical no Recôncavo o professor e categórico: “Claro! Se aí está o berço da filarmônica brasileira. Em outros lugares, como Minas, existem corporações mais antigas, mas a música de Tranquillino me parece ser a primeira manifestação da banda brasileira, enquanto música.” Fred Dantas faz menção ao &lt;span style=""&gt;maestro Manoel&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Tranquilino Bastos autor da música do Hino da Cachoeira e fundador da Sociedade Orpheica Lyra Ceciliana que é uma das mais antigas da região. No ano passado, foi premiada com o primeiro lugar no XII Festival de Filarmônicas do Recôncavo (&lt;/span&gt;Festfir)&lt;span style=""&gt;, que é realizado de dois em dois anos no Centro Cultural Dannemann.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O diretor do Centro de Artes Humanidades e Letras, Xavier Vantin, diz que a UFRB não faz parte dessa empreitada, porém apóia a iniciativa e ressalta que &lt;span style=""&gt;o Recôncavo tem músicos de talento inegável, e que a direção CAHL pretende criar&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;curso de música popular, com atividades de extensão, valorizando assim a cultura musical da localidade. Ele diz também que seria possível a criação de um festival de inverno para divulgar a música do recôncavo e atrair turistas para região.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-2806724582879318245?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/2806724582879318245/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=2806724582879318245' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/2806724582879318245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/2806724582879318245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/novas-perspectivas-musicais-para-o.html' title='Novas perspectivas musicais para o Recôncavo'/><author><name>Meire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06486001351302350620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-PC5YuRtgB3w/TYQFqprGWpI/AAAAAAAAAP4/dEVt05Q7HJY/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BImag092.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-2592130305046423596</id><published>2008-05-16T14:35:00.000-07:00</published><updated>2008-05-16T14:37:02.725-07:00</updated><title type='text'>CULTURA</title><content type='html'>ORALIDADE: DESVALORIZAÇÃO DE RIQUEZAS CULTURAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conhecimento escrito, cada vez mais priorizado, colabora para a depreciação do saber manifestado através da memória oral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Anderson Silva,Daniela Silva e Toniel Costa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     O conhecimento oral transmitido entre as diversas gerações, que se baseia na capacidade mental, visual e auditiva e nas experiências de vida, está sendo desvalorizado, devido á influência e credibilidade do conhecimento escrito, principalmente daquele propagado na academia. Porém a oralidade tem características tão amplas quanto o saber escrito; e isso se vê manifesto através da figura do Griot.&lt;br /&gt;    A oralidade era a única forma de propagação de saberes antes do surgimento da escrita. A memória auditiva e a visual eram recursos fundamentais que permitiam ás culturas orais passar ensinamentos para as gerações futuras. Em muitas culturas, a identidade do grupo estava sob a guarda de contadores de histórias, cantores e outros tipos de arautos, que na prática eram autenticamente os portadores da memória da comunidade. Este é o caso do papel desempenhado na África Ocidental pelos Griots.&lt;br /&gt;     O termo francês Griot (pronuncia-se griô), serve para designar pessoas que possuem conhecimentos orais, transmitidos por antepassados. São exemplos de Griot: rezadeiras, parteiras, oradores públicos, músicos, curandeiros, pessoas que conhecem o passado histórico de uma comunidade. O conhecimento que eles possuem é amplo e vasto e não se limita a uma área específica, ou seja, um griot que na comunidade indica folhas para uso medicinal, ao mesmo tempo pode ser uma espécie de conselheiro sentimental e ainda conhecer profundamente a história da localidade onde vive. Seus saberes estão totalmente guardados na mente. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt; FONTE DE CONHECIMENTO ORAL&lt;/strong&gt; - Residente no município de São Félix, Edelzuita Sá Conceição, 74, parteira, também realiza curativo, mede pressão arterial e indica folhas para tratamento médico. De acordo com as suas contas, já fez mais de dois mil partos. “Nunca morreu uma mulher de parto na minha mão”, diz.&lt;br /&gt;      Dona Edelzuita desde a infância tinha vontade de trabalhar na área medicinal. “Quando eu era pequena e morava na fazenda, minha prima tinha algum ferimento e eu logo pegava uma folha parecida á uma pimenta-camarim. Ela dizia que não ia funcionar, mas acabou sarando. Daí eu descobri que tinha esse dom”, relata. Ela também usa folhas de banana para tratar de queimaduras.&lt;br /&gt;       A parteira, diz que em apenas dois casos não fez o parto porque eram situações em que a melhor solução para preservar a vida da mãe e do bebê era a cesariana. Dona Edelzuita descreve uma ocasião em que até um médico solicitou que ela fizesse o parto. “O primeiro parto perigoso que eu fiz aqui em São Félix foi o de uma moça que trabalhava em uma fábrica e tinha caído. A mãe e a filha estavam entre a vida e a morte, devido a uma infecção. O Dr.Fernando Lopes me deu a autorização para fazer esse parto, pois ele ia trabalhar em Conceição da Feira. Eu perguntei a ele se eu ficaria com a culpa caso a moça morresse? Ele me respondeu dizendo que eu tinha capacidade para fazer esse parto. No fim deu tudo certo; ela está em São Paulo e seu filho já está rapaz”.&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;ESCRITA: DONA DA VERDADE?–&lt;/strong&gt; Dona Edelzuita ainda salienta que a parteira deve ter muita agilidade e atenção, pois no trabalho de parto tudo acontece de forma muito rápida e salienta que “pra fazer esse tipo de trabalho é preciso não agir com violência com a parturiente, não ser cruel com os familiares que estão ansiosos nesse momento e agir com a sua consciência”. Dona Edelzuita ainda comenta que muitos erros que acontecem em alguns partos atualmente seriam facilmente solucionados com o conhecimento que pessoas como ela possui, mas infelizmente é desprezado.&lt;br /&gt;     A escrita hoje tem fundamental valor quando se trata de transmissão de conhecimento. Ela garante veracidade em quase totalidade dos casos relacionados principalmente á pesquisa histórica de uma comunidade ou de alguém como um Griot.&lt;br /&gt;      Alguns acadêmicos questionam a credibilidade da oralidade, como fonte histórica e cultural, devido á possibilidades de omissão ou mentira com relação á fatos, autocelebração e até criação de uma trajetória artificial. Por outro lado, outros argumentam que, na realidade, os documentos, na verdade, são relatos orais passados para o papel por homens, que estão sujeitos ás mesmas falhas.&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;ASPECTOS INFLUENTES -&lt;/strong&gt; É necessário enxergar o grande poder que a escrita exerce atualmente, através de uma visão bem mais ampla do que a habitual, pois questões econômicas e religiosas também contribuem para que o saber oral seja desvalorizado.&lt;br /&gt;      A cultura oral é uma característica do continente africano, que não exerce grande influência econômica no mundo, enquanto a escrita é oriunda do continente europeu que é economicamente superior. Temos como exemplo o modo de vida do brasileiro. Sendo que o nosso país é constituído etnicamente por três culturas: a portuguesa, a africana e a indígena, somente prevaleceu os costumes que a primeira deixou e que, nos dias atuais, os norte-americanos nos transmitem através de seus produtos.&lt;br /&gt;      A questão religiosa também tem influência neste caso, pois a cultura religiosa africana passada é baseada em conhecimentos orais, enquanto o cristianismo, difundido no Ocidente está fundamentado na Bíblia, as escrituras sagradas, ou seja, é valorizado aquilo que está escrito. Segundo o professor Emanoel Luís Roque Soares, doutorando em Filosofia da Educação pela Universidade Federal do Ceará, o processo de desvalorização da oralidade se dá devido á preconceitos religiosos e “por puro marketing”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HISTÓRIA ORAL E CULTURA ORAL&lt;/strong&gt; – De acordo com o professor, existe uma diferença entre a história oral e cultura oral ou oralidade. Sendo que a segunda é passada verbalmente, através do diálogo comunitário, pois é uma forma de não se perder o conhecimento, enquanto a primeira se trata de uma prática acadêmica de colher dados muito usada atualmente.&lt;br /&gt;   Recém integrado ao corpo docente da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), no campus de Amargosa, o professor afirma também que é possível ter apenas uma noção aproximada da palavra Griot. “A forma afrodescendente de ser Griot é diferente da africana, desde as questões de gênero uma vez que na África os Griots eram sempre masculinos, passando pela descendência e a maneira poética na qual o Griot africano se expressava. Aqui no Brasil o matriarcado além da não relevância dos laços sangüíneos diferencia em muito o Griot afrodescendente do africano”, explica.&lt;br /&gt;    O professor que também ministra aulas de Metodologia de Pesquisa para estudantes da UFRB, bolsistas do programa Conexões de Saberes, salienta que o Griot possui como principais características a oralidade, a ludicidade, a sabedoria e fundamentalmente, a ação publica uma vez que o Griot sempre visa à comunidade e o coletivo, ao invés do individual. “Além expressar uma nova possibilidade do conhecimento, diferente do acadêmico, o respeito ao coletivo, á velhice e a ancestralidade são traços fundamentais que os Griots passam para nossa sociedade”, diz ele que também cita que, nas comunidades onde o Estado e o saber acadêmico não são acessíveis, os Griots ainda são bastante reconhecidos e solicitados. “As coisas mudaram mais as necessidades das comunidades mais carentes, principalmente as quilombolas e as favelas que são quilombos urbanos tornam eles tão importantes quanto eram antes e em alguns casos até mais. Quem nunca precisou de uma bezendeira, parteira ou nunca tomou um chá de folha em uma comunidade carente?”, esclarece.&lt;br /&gt;     Em relação ao conflito entre o conhecimento acadêmico e a oralidade, o professor prefere manter um posicionamento equilibrado. “Os dois se completam, uma vez que são diferentes, e por isso não são adversários. O que existe é um preconceito de alguns acadêmicos que não perceberam ainda que a diferença é a melhor coisa que pode acontecer ao conhecimento”, relata o professor Emanoel.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-2592130305046423596?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/2592130305046423596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=2592130305046423596' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/2592130305046423596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/2592130305046423596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/cultura.html' title='CULTURA'/><author><name>Anderson Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06726833101665863538</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-8094143657718420447</id><published>2008-05-16T12:58:00.000-07:00</published><updated>2008-05-16T13:00:25.578-07:00</updated><title type='text'>Lyra: 138 anos de “Airosas Passeatas”</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Filarmônica cachoeirana completa dia 13 de maio mais um ano de existência, enriquecendo a cultura, a história e favorecendo a inclusão social. &lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por Palloma Braga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Sociedade Cultural Opheica Lyra Ceciliana, fundada pelo maestro Abolicionista Tranquilino Bastos em 1870, comemora no dia 13 de maio 138 anos de existência. Patrimônio cultural vivo da cidade da Cachoeira e uma das mais antigas Filarmônicas da Bahia e do Brasil, a Lyra abre as comemorações com uma missa em ação de graças na igreja de Nossa Senhora do Rosário. Após a missa, a centenária Filarmônica segue pelas principais ruas da Cachoeira em uma tradicional passeata, cultivada desde tempos do seu fundador, com parada na Colina do Monte para reverenciar a memória do mesmo. Em seguida, se dirige para a sede da Filarmônica onde acontece a sessão solene e um coquetel de confraternização. As comemorações dos 138 anos serão efetivamente encerradas no próximo dia 24, às 20:00 hs com um concerto na Igreja da Ordem Terceira do Carmo e na oportunidade a Lyra  estará gravando um cd e dvd com músicas do Maestro abolicionista.&lt;br /&gt; Há exatos 120 anos a Lyra Ceciliana, regida pelo maestro da Abolição Tranquilino Bastos, conduzia mais de 2 mil pessoas pelas ruas da Cachoeira, em sua maioria recém-libertos, em uma “Airosa Passeata” comemorando a assinatura da Lei Áurea ,  segundo Walter Fraga era composta  de  uma multidão nunca vista na região do recôncavo. Tranquilino, além de ser um maestro negro Abolicionista ferrenho, era autodidata e de um exímio talento musical, o que o fez reconhecido nacional e internacionalmente. Sendo homenageado até mesmo pela famosa casa de sax de Paris, fabrica fundada pelo inventor do saxofone.&lt;br /&gt;Muito antes da Abolição já escrevia artigos e peças musicais que faziam transparecer a sua aspiração por liberdade como o dobrado Navio Negreiro, homenagem ao poeta dos escravos Castro Alves, assim também como o dobrado Airosa Passeata, que retrata o momento em que ele conduzia a Lyra pelas ruas de cachoeira comemorando a Lei áurea, a polaca Rosas de Maio e o Hino Abolicionista. Autor de 500 composições Bastos, segundo Juvino Alves, músico, professor e pesquisador das obras do maestro, junto com Vila Lobos é um dos mais importantes compositores de banda do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Inclusão social -&lt;/strong&gt; Jessé do Carmo,27, músico, professor da escola de música da Lyra e do conservatório da Faculdade Adventista da Bahia e também   maestro da Banda Sinfônica da mesma faculdade , é um dos exemplos de superação  e de inclusão social proporcionada pelo trabalho  desenvolvido pela Lyra. Hoje o mesmo à frente da escola Irineu Sacramento atende mais ou menos 50 crianças e jovens carentes da comunidade e salienta que a função da escola de música é de formar músicos para a Banda, mas que esta formação possibilita ao aprendiz se tornar profissional na área como tem acontecido com alguns. Outro exemplo dessa oportunidade oferecida pela Lyra é o jovem Paulo Vitor Mascarenhas, 21, que há 8 anos é músico da Filarmônica e diz que esta é muito importante em sua vida. “A Lira me deu oportunidade de aprender um instrumento secular e de outra forma me ensinou uma profissão, já que eu praticamente ganho da musica, trabalho com a música e amo a música”. Todo esse trabalho social feito pela Lyra Ceciliana, como também por outras filarmônicas do Recôncavo, é gratuito, como enfatiza a jornalista Alzira Costa, “O menino tem a oportunidade de aprender música, ter acesso a um instrumento gratuitamente, isso só acontece na Bahia, no Recôncavo”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Revelando Talentos –&lt;/strong&gt; “A Lyra que toca a liberdade”, como diz Luiz Antonio diretor cultural da Lyra, além de promover a inclusão social de jovens e crianças carentes, tem revelado alguns talentos para a música. Nilton Azevedo é um destes e que tem se destacado. Aos 14 anos o estudante fez o dobrado Zé Cutia, homenagem ao maestro da Lyra Orlando José, que foi o vencedor do concurso de dobrados 11ª Festifir, festival de Filarmônicas do Recôncavo, promovido pelo Centro Cultural Dannemann da cidade de São Felix. Tendo o seu primeiro dobrado já gravado em um cd. Hoje aos 16 anos Nilton tem13 composições de sua autoria que se divide em dobrado, marchas, polaca e chorinhos.  Junto com alunos e ex alunos da Lyra o jovem músico formou o grupo Chorões do Recôncavo, que executa chorinhos, e já fez apresentações em eventos em São Paulo e Recife. Nilton diz que após concluir o ensino médio fará vestibular para Musica na UFBA, onde já toma um curso de flauta oferecido pelo professor Lucas Robatto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Filarmônica conta com aproximadamente 40 músicos que se apresentam em festividades cívicas e religiosas e em festivais.A Lyra tem contado para suprir as sua necessidades, como instrumentos, fardamentos, salário do professor da escola,  com o  apoio financeiro de 3 salários mínimos  oferecido pela  a prefeitura através de um convênio,   com o aluguel da parte térrea do prédio e com os cachês de tocatas extras. Mas, segundo o presidente da mesma estes recursos ainda não são suficientes para suprir todas as necessidades, inclusive preservação, deste patrimônio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-8094143657718420447?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/8094143657718420447/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=8094143657718420447' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/8094143657718420447'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/8094143657718420447'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/lyra-138-anos-de-airosas-passeatas.html' title='Lyra: 138 anos de “Airosas Passeatas”'/><author><name>Palloma Braga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05104753901513657213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-6519444288071873217</id><published>2008-05-16T11:27:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T09:34:36.029-08:00</updated><title type='text'>IMAGINAÇÃO NO PODER</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Morrem os heróis, mas os mitos permanecem. 68 continua refletindo sua ideologia. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minissaia não foi a única rebeldia da década de 60. O simbólico ano de 68, em especial, eclodiu em vários acontecimentos que marcaram uma geração inteira e reflete até os dias atuais.&lt;br /&gt;Há 40 anos o mundo assistia estudantes eufóricos, lutando por uma sociedade menos capitalista e mais justa, segundo Edgar Morin era a ‘afirmação da adolescência’. Era uma crítica excêntrica à sociedade de consumo, ao totalitarismo, buscando uma quebra do conservadorismo moral e uma afirmação de individualidade...Era liberdade e crítica ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;Mas o que tornou 68 esse ano mítico? Qual foi o estopim da revolução? Não podemos falar de 68 sem dizer o que levou a acontecer tantos eventos marcantes neste ano. Toda essa movimentação política e cultural não aconteceu do nada. Segundo o poeta Geraldo Maia, o homem estava traumatizado com o militarismo, com as guerras, “resquícios da guerra causaram uma angústia no ser humano, ele passa a buscar soluções diferentes do militarismo, do terror da guerra. Começa a haver uma tendência ao rompimento vindo a explodir em 68”. A sociedade da década de 60 era uma geração cansada; cansada com a I e II Guerra Mundial, cansada com a iniciada Guerra Fria. Era uma geração que não aceitava a Guerra do Vietnã, que não engolia mais o falso socialismo soviético já tão desgastado, aborrecida com o machismo e o conservadorismo religioso.&lt;br /&gt;Eles queriam mais. Queriam liberdade de expressão, liberdade sexual, liberdade de escolha. Seus ídolos eram Che Guevara, Luther King. Proclamavam a auto-afirmação, democratização da sociedade, da arte. E dessa sede por mudança, por quebra de tabus, cresce um vivo movimento estudantil. Na França, esse movimento consolidou-se a partir das universidades, transformando-se no famoso maio de 68. Já no Brasil, o movimento estudantil foi uma luta contra o regime militar. Na tentativa de conter a expressão subversiva dos universitários, a polícia mata o estudante inocente, Edson Luís. Era o que faltava para desencadear uma série de manifestações contra a ditadura em todo país, com a simbólica frase “Poderia ser meu filho”. Uma das manifestações mais importantes foi a Passeata dos 100 mil. Para a professora Lucileide Cardoso, uma das organizadoras do evento 68+40, “existe grande ênfase aos protestos estudantis, especialmente nos meios de comunicação, e um silêncio com relação a radicalidade do movimento operário. No meu modo de ver, o AI-5 instaurado em 13 de dezembro de 1968, serviu especialmente para reprimir a grande força das greves operárias de Osasco (SP) e Contagem (MG), ameaçadoras aos interesses do grande capital, base de sustentação dos governos militares. No entanto, não se pode minimizar a importância da onda de protestos estudantis, mas devemos pensar nos seus limites dentro da própria ordem ditatorial instituída pós-64. A bem dizer, 1968 no Brasil e no mundo, não se explica apenas pela revolta estudantil, proveniente do ethos universitário ou secundarista, mas compreende também a adesão de diferentes categorias de trabalhadores que juntos atuaram no processo de ruptura com a ordem estabelecida”.&lt;br /&gt;68 não se limita ao maio francês. Nesse ano, na Tchecoslováquia, um grande movimento é liderado por intelectuais reformistas do Partido Tcheco. O objetivo era ‘desestanilizar’ o país, mudando a estrutura econômica, política e social. A proposta era liderada por Alexander Dubcek e tinha a promessa de abertura política, liberdade de imprensa, tolerância religiosa e direitos civis, sendo apoiada pela sociedade. Como resposta, a União Soviética prendeu Dubcek, que mais tarde renunciou, e interrompeu as reformas no país. O regime antigo continuou a vigorar na Tchecoslováquia, levando a Jan Palach atear fogo ao próprio corpo como símbolo d&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_P6KEBzETzqc/SC3SllELZdI/AAAAAAAAABg/HR1DIRCta5A/s1600-h/mai-68_vectorized_free.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5201044687729419730" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_P6KEBzETzqc/SC3SllELZdI/AAAAAAAAABg/HR1DIRCta5A/s320/mai-68_vectorized_free.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;e protesto. Esse movimento ficou conhecido como a Primavera de Praga.&lt;br /&gt;Nesse contexto de ruptura, há uma valorização da cultura em todo mundo, ela passa a carregar uma simbologia de ‘ferramenta política’ nas mãos dos artistas. A produção cultural de 68 foi uma ‘quebra da narrativa linear da arte’. Era inteligente e sutil. Havia uma liberdade de criação, uma crescente busca pela popularização artística. Temos nesse cenário nomes como Andy Warhol e sua Pop Art e, aqui no Brasil, o efervescente movimento Tropicalista, composto por grandes músicos como Gilberto Gil, Gal Costa, Caetano Veloso e Tom Zé. O Tropicalismo valorizava o popular e fazia oposição à ditadura aqui instaurada.&lt;br /&gt;Os jovens não queriam mais seguir o conservadorismo religioso, muito menos as suas doutrinas machistas e fálicas. Eles ambicionavam o ‘amor livre’ (ainda mais após a descoberta da pílula anticoncepcional), eles desejavam o prazer sexual. Dentro desse fervor libidinoso, o Feminismo e as religiões orientais ganham força ideológica. Começa a haver a aceitação do homossexualismo e o homem passa a ter uma percepção de pureza diferente da sua visão anterior. A idéia de que em um mesmo lugar há verdades e mentiras, de que o ser humano é plural, multifacetico adquire uma grande aceitação.&lt;br /&gt;Sem dúvida, 68 nos influencia até hoje, seja politicamente ou culturalmente. Para Almícar Baiardi, “o legado de 68 seria a rebeldia, a construção de novos valores políticos e uma certa intercionalização da política”. Era uma mistura do lúdico mais o racional, “imaginação no poder” era o lema francês dos estudantes e operários lutando contra o governo de Charles de Gaulle. O professor Luiz Nova acredita que “maio de 68 é um momento único por uma razão: apesar de efêmero quanto a ato político e social, representou a união mais perfeita entre ação política de vanguarda e cultura libertária”.&lt;br /&gt;A elite intelectual brasileira comemora e relembra essa data através de diversos eventos nas universidades de todo o país. A UFRJ, por exemplo, lançou um calendário comemorativo enfatizando a participação dos estudantes da instituição nos movimentos de 68. Na Bahia, onde o movimento estudantil foi atuante na época, as federais UFBA E UFRB promovem eventos acadêmicos ao longo do ano, 68+40. Sua abertura foi no dia 06 de maio de 2008, em Salvador, que contou com a participação do deputado José Dirceu e do economista Vladimir Palmeira, ambos estiveram inseridos de forma atuante nos movimentos estudantis da época. Para Dirceu, o poder de luta e organização para conquistar o que se quer foram as maiores heranças de 68. “Movimento estudantil na vida cultural e política brasileira foi decisivo, igualitário, libertário... organizado nas classes, mudou a forma de luta”, diz o deputado.&lt;br /&gt;Na visão de Palmeira, é impossível discutir 68 sem antes analisarmos 64. Para ele, a ditadura implantada no nosso país não deve ser encarada apenas de maneira negativa, ele acredita que foi graças a ela que atingimos e alcançamos reformas que não conseguiram ser atingidas anteriormente. O economista acredita que as nossas heranças deixadas por esse ano foram as universidades públicas, a geração de esquerda e o movimento esquerdista.&lt;br /&gt;A UFRB, no campus de Cachoeira, também promoveu mesas redondas e debates sobre o tema, inclusive relacionando o movimento estudantil de 68 com a invasão do campus da UFBA em 2001, exibindo o documentário “Choque”. A programação de 68+40 se estenderá até dezembro deste ano, contando com palestras, documentários e debates acerca do tema.&lt;br /&gt;“Vão ser precisos anos e anos para se entender o que se passou”.Essa afirmação de Edgar Morin foi retirada do livro ‘1968 O ano que não terminou’, de Zuenir Ventura. Passaram 40 anos e até hoje tentamos entender o que realmente foi 68, sem dúvida, este ano causou grandes mudanças em toda estrutura social. Segundo Vladimir Palmeira: “Foi o espetáculo mais impressionante que eu vi em minha vida”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;Carol Oliveira,Daniela Oliveira e Daiane Arllin&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-6519444288071873217?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/6519444288071873217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=6519444288071873217' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/6519444288071873217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/6519444288071873217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/imaginao-no-poder.html' title='IMAGINAÇÃO NO PODER'/><author><name>Carol Stones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018365093411752324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_P6KEBzETzqc/SC3SllELZdI/AAAAAAAAABg/HR1DIRCta5A/s72-c/mai-68_vectorized_free.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-5205653036652747368</id><published>2008-05-16T06:57:00.000-07:00</published><updated>2008-05-16T08:46:50.003-07:00</updated><title type='text'>UNIVERSIDADE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Saída de Emergência&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudantes do CEC utilizam os insuficientes computadores do CAHL, ocasionando disputas pelas maquinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hamurabi Dias, Rosivaldo Mercês, Gustavo Medeiros e Deyvson Oliveira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ultimamente, os alunos do Colégio Estadual da Cachoeira (CEC) são vistos acessando sites de jogos e relacionamentos nas máquinas do Centro de Artes Humanidades e Letras (CAHL), cuja utilidade seria voltada para a pratica da pesquisa acadêmica. Algumas medidas foram cogitadas, como a criação de um domínio codificado, ou seja, baseado em senha e login de uso particular para cada aluno da universidade. “Isso já foi solicitado, mas nunca foi implementado porque em Cruz das Almas (sede da UFRB) tem apenas um funcionário responsável para essa tarefa”, diz Andre Itaparica, vice-diretor do CAHL. Itaparica também relata que não existe a possibilidade de proibir os estudantes secundários de acessar as maquinas, para ele seria necessário somente separar uma parte para esses estudantes. “A proibição não é a melhor saída, por causa da troca que está sendo estabelecida. Certamente precisamos apenas separar a parte do Estadual e a parte da universidade”, afirma o vice-diretor do CAHL. Deivisson Leão, 28, assistente administrativo do campus de Cachoeira aponta a centralização que ocorre no núcleo técnico da universidade como um fator de empecilho na resolução desse problema. “Quando se tem uma se uma estrutura como a multicampi, o ideal é que você tenha os setores responsáveis descentralizados, mas quando eu cheguei aqui e assumi o núcleo técnico a idéia que eu tinha era que cada núcleo técnico seria um braço do CPD (Coordenadoria de Processamento de Dados) da sede da universidade, não teria tanta dependência de Cruz das Almas assim, mas não é isso, eles estão centralizando bastante”, lamenta Deivisson. Ele relata ainda que o laboratório parou por um dia para verificar todas as maquinas, registrar os endereços mais visitados e bloqueá-los, mas os estudantes ainda burlam com sites alternativos.&lt;br /&gt;Além disso, em se tratando de espaço físico, o local cedido pelo Colégio Estadual para o campus de Cachoeira deveria propiciar, para os secundaristas, um ambiente voltado para as atividades de cunho estudantil, diz Inácio Tadeu, vice-diretor do CEC. Mas a relação não ocorre dessa maneira, sendo constatado diariamente o contrario nas dependências do prédio anexo, onde os estudantes são encontrados utilizando os computadores para finalidades que não sejam de pesquisa. “Há um funcionário que regula toda a situação.” reitera Tadeu. Esse funcionário chama-se Lourival Neto, 19, técnico de informática, responsável pelo controle dos alunos secundaristas no uso das maquinas. “O que temos é o controle visual, mas não temos como controlar todo mundo. E o que foi discutido é: não acessar paginas de relacionamento como Orkut e também programas de messenger”, informa Neto. Ele afirma que apesar dos equipamentos do CEC não serem novos, eles servem para o uso com pesquisas e realização de trabalhos escolares. Ainda revela que tem um projeto para ser realizado na informatização do colégio. Sua idéia consiste em colocar os vinte dois computadores que são da escola, e que não estão em uso, em rede e monitorar o sistema através de um programa. Será codificado tendo cada aluno sua senha. Ele diz que não o colocou em pratica, pois a banda larga (internet de alta velocidade) é baixa, 128 Kb, e o colégio não possui espaço para isso.&lt;br /&gt;Entre os discentes do CAHL, há uma concordância para que o espaço seja utilizado de maneira harmônica, contanto que haja regras para o uso entre as duas partes. “Deve ser democratizado o espaço, só tem que existir regras para gerir o uso dos computadores. Nesse momento improvisado, eu acho que seria interessante continuar compartilhando os computadores, existindo limites discutidos e implantados”, afirma Washington Andrade, 30, estudante do curso de História. “Tem que ter organização. Tem como eles usarem e os alunos da faculdade também. Assim como o colégio cedeu o prédio para a universidade, acho justo que eles usem os computadores, desde que seja para realizar trabalhos escolares”, opina a estudante de Jornalismo, Carine Costa, 22.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SITUAÇÃO&lt;/strong&gt; “A situação atual não é ideal e nunca foi a desejada”, salienta André Itaparica. O campus de Cachoeira ocupa provisoriamente as instalações do prédio anexo do CEC enquanto não há uma conclusão nas obras do Quarteirão Leite Alves, o que segundo previsões do vice-diretor do CAHL ocorrerá em agosto de 2008, existindo assim por parte da administração do Centro uma retribuição ao colégio permitindo dessa forma o uso das maquinas pelos estudantes.&lt;br /&gt;O laboratório de informática dispõe atualmente de 14 computadores, que são utilizados pelos aproximadamente 320 discentes do Centro e também pela maioria dos 1896 alunos, segundo o último censo anual realizado no educandário em maio de 2007, do Colégio Estadual. Deivisson queixa-se do numero de maquinas disponíveis e do espaço em que está localizado o laboratório. “A quantidade de computadores não é suficiente, o espaço também não é suficiente”, reclama. Na atual circunstância a proporção alunos/micro ocasiona, alem da super ocupação das maquinas e do espaço, a origem de um clima de disputa entre os alunos das partes, em que por varias vezes há a necessidade da saída de algum aluno do colégio para ceder a maquina para determinado universitário, toda vez que aquele não esteja desenvolvendo suas atividades escolares. Condição constatada devido à desorganização que se observa no espaço, onde falta a delimitação do numero de computadores a serem ocupados pelas entidades.&lt;br /&gt;Maioria dos alunos do CEC não possuem computadores em seus domicílios, o que leva os secundaristas a procurarem esse recurso no CAHL. A estudante Íris Silva, 16, aluna do 1º ano, relata que usa as maquinas para pesquisas, trabalhos escolares e também para acessar seus e-mails. Ela não possui computador pessoal. “Se a escola não tem, temos que ir onde tem, eu estou estudando onde tem”, disse Íris enquanto utilizava um dos micros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;INFOCENTROS SÃO A SOLUÇÃO&lt;/strong&gt; Com o grande fluxo de alunos, surge à necessidade de um espaço alternativo para diminuir a quantidade de pessoas que transitam no laboratório. Existem alternativas viáveis para que o acesso ao mundo digital seja irrestrito e fica como exemplo os infocentros, que tem por objetivo propagar a inclusão digital para aqueles cuja experiência com as máquinas é mínima, amenizando o problema da exclusão.&lt;br /&gt;Na cidade de Cachoeira existe o Identidade Digital, uma iniciativa do governo do Estado com a prefeitura municipal, que visa levar pessoas da zona rural e de baixa renda a ter seu primeiro contato com um computador. “O objetivo é a inclusão digital, é pegar aquela pessoa mais carente do município e da zona rural que não tem condições de ter acesso a informática em outro lugar e aqui o acesso é gratuito”, explica Antonio Barbosa, 38, funcionário da Secretaria de Educação e monitor do infocentro. Ele relata que recebe 60 pessoas em média nos dias de terça, quarta e sexta-feira, sendo que nos dias de segunda e sexta o número chega dobrar pelo motivo que o acesso a internet nessas ocasiões é livre, com paginas de relacionamento liberadas para o uso. “A finalidade disso aqui é que não vire uma lan house” alerta. A faixa etária que mais utiliza esse serviço são pessoas de 15 e 16 anos. Mas Barbosa expõe que idosos também freqüentam o espaço que ele monitora. Ele diz que o infocentro promove oficinas de inclusão social, oficina de jogos, alem de dar cursos de informática básica. O Identidade Digital ainda tem convênio com a APAE, recebendo-os todas as terças e quintas.&lt;br /&gt;O espaço disponibiliza dez computadores conectados a internet, sendo que cada maquina pode ser utilizada por duas pessoas. O local, que também funciona aos fins de semana, é aberto também a alunos com o desejo de realizar suas atividades. Cada usuário dependendo da sua necessidade, tem direito a uma hora ou até uma hora e meia de uso. Barbosa informa que a divulgação do espaço é feita através das FMs da localidade e também nos jornais. Esse ambiente é o único da cidade pertencente ao projeto homônimo, existindo outros nos distritos a exemplo do de Capoeruçu, que é de ação do município. O monitor do Identidade aponta para a necessidade de outro local como esse. “O secretario de educação já esta correndo atrás de outro infocentro para o município, que vai ser instalado no Colégio Aurelino Maia”, prevê. Ele diz que a Bahia é o terceiro estado a adotar espaços como esses, copiando a idéia de São Paulo e Rio de Janeiro. Os baianos já possuem aproximadamente 362 infocentros, sendo que 65% dos municípios têm pelo menos um local com esse. Ações como essas alem de inserir pessoas no mundo digital, funcionam também como um caminho para solucionar o problema enfrentado pelo CAHL, onde a insuficiente quantidade de computadores torna inviável que o alto contingente de usuários continuem utilizando esse recurso. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-5205653036652747368?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/5205653036652747368/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=5205653036652747368' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/5205653036652747368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/5205653036652747368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/universidade.html' title='UNIVERSIDADE'/><author><name>Hamurabi Dias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14545915827098327523</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-oWdn-RWqCXA/TZkQig6U_CI/AAAAAAAAAB4/AhGosq81tF8/s220/DSC_8787%2B-%2BC%25C3%25B3pia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-6925375197640052695</id><published>2008-05-16T05:55:00.000-07:00</published><updated>2008-05-16T16:13:51.446-07:00</updated><title type='text'>Fogos de artifício não iluminam a vida de quem os produzem</title><content type='html'>Dez anos após a explosão na fábrica de fogos, com 64 mortos, crianças e adultos continuam fabricando traques, ganhando um real por milheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 11 de dezembro de 1998, Santo Antônio de Jesus ficou conhecida internacionalmente como a “Terra do Fogo”. Essa denominação foi ocasionada pela explosão de uma fábrica clandestina de fogos de artifício, no bairro Juerana – afastado do centro da cidade - matando 64 pessoas, sendo elas, mulheres, jovens e crianças. As 10 tendas que explodiram pertencia ao empresário Osvaldo Prazeres Bastos, conhecido como “Vardo dos Fogos”, que armazenava material explosivo ilegalmente e produzia incendiários improvisados sem condições de segurança para as pessoas que trabalhavam com o fabrico. Dez anos se passaram e o que se vê é a mesma cena: carreteiros – indivíduos que distribuem ilegalmente a mercadoria (pólvora) – passando para os produtores, que recebem a pólvora ilegal para o fabrico de fogos de artifício em locais inadequados, como fábricas sem autorização para funcionamento ou em fundos de quintais nas residências dos próprios trabalhadores, sem qualquer tipo de proteção e submetidos a sérios riscos de explosões. “Esses indivíduos encontram-se nas suas casas fabricando, em garagens ou tendas, recebem o material e estocam na própria moradia, podendo ocorrer explosões matando um contingente maior de pessoas, pois esses lugares são locais próximos a outras residências, se tornando uma bomba-relógio”, fala José Laércio Poli, Tenente da 6ª Delegacia do Serviço Militar do Exército de Santo Antônio de Jesus.&lt;br /&gt;A maioria dos fabricantes são moradores do bairro carente Irmã Dulce, próximo à saída da cidade. Mesmo sabendo de toda a história e dos problemas que podem ter, alegam que o motivo pelo qual continuam no fabrico de explosivos ilegal é o desemprego intenso no município. Acreditam também que a dificuldade de encontrarem emprego é a imagem marginalizada do bairro, conhecido também por Mutum, onde possui um número grande de assaltantes. “Sabemos que o lugar onde moramos é excluído pela sociedade, porém, não é motivo para que os moradores continuem trabalhando para pessoas como Vardo dos Fogos, que enriquecem as nossas custas, pagando R$1,00 por milheiro de traque. Eu ficaria mais feliz se as pessoas me dissessem que cataria lixo para não produzir mais fogos”. Diz a moradora Maria Madalena Santos Rocha, 56 anos, e líder do Movimento 11 de Dezembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ASSOCIAÇÃO 11 DE DEZEMBRO:&lt;/strong&gt; “Perdi minhas filhas há 10 anos, mais eu lutarei por justiça até acabarem minhas forças e isso eu dedico a elas”. Evidencia dona Maria Madalena, quando fala de suas três filhas – Mônica, 22, Adriana, 15 e Fabiana, 14 - que morreram com a explosão na fábrica clandestina. A partir de pessoas como a presidente Maria Madalena, outros familiares das vítimas e pessoas que se recusam esquecer a tragédia, participam da associação, fundada principalmente com o objetivo de lutar por justiça. Maria Madalena ressalta dos obstáculos que ainda não conseguiram combater, como a clandestinidade e o trabalho infantil existente, dizendo que não são só responsabilidade dos agentes fiscalizadores, mas, da população que não se mobiliza para combater o fabrico de fogos na cidade e região.&lt;br /&gt;Existe também a falta de engajamento dos poucos associados, onde não há uma organização na busca de um espaço físico para acontecerem às reuniões, sendo utilizado provisoriamente a Creche 11 de dezembro, no bairro Irmã Dulce. “Sem um espaço para discutir os problemas e criar soluções definitivas, fica muito difícil para os componentes realizarem projetos voltados para a repressão da clandestinidade dos fogos de artifício”, diz Maria Madalena.&lt;br /&gt;Após anos de espera por uma forma de amenizar a situação das crianças órfãs que perderam suas mães no dia da explosão, foi delegado ao Exército Brasileiro, no dia 03 de janeiro 2007, pagar uma indenização no valor de um salário mínimo, para ajudar nas despesas das crianças até ficarem adultas. As crianças que já completaram a maioridade penal receberam um retroativo para compensar os danos. “Depois da audiência, em 2006, realizada em Washington – Estados Unidos – o Estado Brasileiro assumiu a responsabilidade na explosão da fábrica e iniciou um processo de solução amistosa, para reparar danos morais e materiais. A incumbência do Exército Brasileiro foi de cadastrar 37 crianças que perderam suas mães na explosão da fábrica de fogos e pagar uma pensão no valor de um salário mínimo”. Explica o tenente José Laércio Poli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AGENTES FISCALIZADORES:&lt;/strong&gt; Aconteceu no dia 13 de maio, o I Seminário Regional de Alternativas Seguras à Produção de Fogos de Artifício em Santo Antônio de Jesus, no colégio Luis Eduardo Magalhães e foi promovido pela Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos. Tendo como objetivo apontar ações seguras para a fabricação de fogos nas regiões em que este tipo de atividade é a principal fonte de renda familiar. A principal meta deste evento foi discutir os riscos de explosão nas áreas de produção de fogos, noções básicas de como os locais podem ser prevenidos de incêndio e qual a situação real da região no que diz respeito ao comércio de venda de fogos. “Eventos como este tem a intenção de prevenir através da conscientização dos riscos que essa atividade expõe no dia-a-dia, tanto para fábricas legalizadas, quanto as informais”. Diz a Doutora Luciélia Lopes, promotora de Justiça da Comarca de Santo Antônio de Jesus.&lt;br /&gt;No seminário estavam presentes todos os órgãos fiscalizadores de combate ao fabrico clandestino de artefatos, explosivos e incendiários improvisados: Justiça Global, Polícia Rodoviária Federal, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Batalhão de Bombeiros de Santo Antônio de Jesus, Ministério Público do Estado da Bahia, Defesa Civil, Movimento do Trabalho e Emprego, Fórum de Direitos Humanos, Ministério Público do Trabalho e o DTE - Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes. Todos apresentaram um painel de segurança, prevenção e alternativas para o trabalho seguro com explosivos.&lt;br /&gt;Para diminuir a intensificação da fabricação de fogos próximos ao São João, o Tenente Marcos Magno, comandante do 3° Subgrupamento de Bombeiros Militar, diz estar fazendo uma vistoria nas fábricas legais e clandestinas nas cidades que tem grande ativação na produção de fogos de artifício: “No dia 08 de maio, visitamos os estabelecimentos comerciais de explosivos e artefatos pirotécnicos nas cidades de Santo Antônio de Jesus, Sapeaçu e Cruz das Almas, com o intuito de intervir o trabalho infantil e permitir que as pessoas que fabricam nestes locais, tenham um mínimo de segurança”.&lt;br /&gt;Outro órgão fiscalizador é o Exército Brasileiro, que é responsável pela fiscalização das fábricas legalizadas e cadastradas de produtos controlados no Recôncavo Baiano, tendo 28 municípios na qual são responsáveis. Em Santo Antônio de Jesus existem três fábricas legalizadas cadastradas ao Exército: A Big Fire Works, Brasilian Fire Works e Boa Vista. A atividade principal do exercito é de observar o movimento do material que essas fábricas recebem, quanto consomem por mês e se tem nota fiscal que comprova a legalidade. Os estabelecimentos são obrigados a enviar mensalmente o mapa de estocagem, que vem acompanhado de uma guia de tráfico, que controla o que o produtor vai comercializar. “A partir destas provas, controlamos a distribuição, para evitar problemas como ocorreu no dia 26 de fevereiro de 2008” diz o tenente José Laércio Poli. Onde, Jerferson Ramos Santana, 14 anos e Roberto Barbosa, 34 anos, moradores do povoado de Bom Conselho, zona rural de Santo Antônio de Jesus, morreram por fabricarem explosivos numa fábrica clandestina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PROJETO FÊNIX:&lt;/strong&gt; Criado em 1999, com o intuito de orientar os produtores a cursos profissionalizantes e treinamentos para total segurança na fabricação de fogos, após 10 anos, o projeto só tem apenas 5% em vigor, onde duas fábricas estão funcionando e duas desativadas. O tenente José Laércio Poli, diz que se as fábricas irregulares participassem deste projeto e criassem uma cooperativa, saindo da irregularidade, muitas pessoas não trabalhariam mais com o risco de explosões. Ele ressalta também que a lucratividade da clandestinidade é maior, onde não se pagam impostos para o governo nem carteira assinada para os produtores. Para finalizar ele diz: “O que queremos é descobrir quem fornece esse material irregular, e é só questão de tempo para a força tarefa apanhar essas pessoas que não se importam com a vida desses indivíduos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JULGAMENTO:&lt;/strong&gt; Dia 27 de junho de 2007 estava previsto o julgamento do réu Osvaldo Prazeres Bastos, que iria ao júri popular na comarca de Santo Antônio de Jesus. O advogado de defesa justificadamente não compareceu, deixando para apresentar no dia anterior da seção no Tribunal do júri os seus motivos, não revelados pelo Tribunal de Justiça. Depois desta ocasião foi marcada pelos familiares das vítimas no dia, 18 de Julho de 2007, uma reunião com o Ministério Público, para pedir o desaforamento do caso – pedido de mandato para o réu ser julgado fora da comarca de Santo Antônio de Jesus. O Ministério Público atendeu o anseio dos familiares das vítimas, e encaminhou a solicitação para o Tribunal de Justiça que conduziu o julgamento para a comarca de Salvador. “O motivo do desaforamento foi a indução e influência política e econômica do réu na cidade e região”. Diz a Promotora Luciélia Lopes.&lt;br /&gt;Ficou marcado um novo julgamento para novembro de 2007, só que a defesa entrou com um recurso de embargo de declaração contra o acordo que decidiu o pedido de desaforamento. Isso impede que seja marcado outro júri até que se resolva este impasse. “Teremos uma longa trajetória até lá, mais não estamos medindo esforços para que isso venha logo a ser resolvido”. Expõe a Doutora Luciélia Lopes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AVANA CAVALCANTE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Créditos: Avana Cavalcante&lt;br /&gt;Texto: Avana Cavalcante&lt;br /&gt;Chapéu: Social&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-6925375197640052695?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/6925375197640052695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=6925375197640052695' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/6925375197640052695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/6925375197640052695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/fogos-de-artifcio-no-iluminam-vida-de.html' title='Fogos de artifício não iluminam a vida de quem os produzem'/><author><name>Avana Cavalcante</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08153245274494226131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-6279917989555775165</id><published>2008-05-15T11:02:00.000-07:00</published><updated>2008-05-15T11:10:35.722-07:00</updated><title type='text'>RELIGIÃO</title><content type='html'>&lt;strong&gt;A FÉ QUE MOVE O DINHEIRO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Cachoeira, observa-se que a religião desempenha um papel econômico, especialmente no candomblé. Entretanto, há um tempo essa religião sofria um preconceito acentuado, pois é fruto de manifestações culturais afro-descendentes e foi mantida no Brasil devido ao sincretismo.&lt;br /&gt;Segundo a docente do curso de História da Universidade Estadual de Feira de Santana, Mayra Paniago, o candomblé foi proibido enquanto religião até o governo de Getúlio Vargas, em 1934. Ela ressalta o fato do sincretismo ter surgido com a necessidade de simbolizar as divindades africanas por conta da imposição religiosa aplicada pela Igreja Católica.&lt;br /&gt;A partir do momento que o candomblé passou a ser visto como religião e os pais de santo começaram a cobrar para realizarem os trabalhos e obrigações, a discriminação foi acentuada. Para o babalorixá, Idelson Sales do terreiro Ilê Axé Ogumjá, “o preconceito é fruto do passado, aliado a isso em Cachoeira e São Félix, o Candomblé tornou-se um comércio. Essa visão vai para fora como se os pais de santo fossem pessoas exploradoras, o que não é verdade.”&lt;br /&gt;De acordo com ele, o Candomblé na verdade é uma das religiões mais caras pelas suas vestes e materiais para fazer trabalho. A cobrança para o jogo de búzios é necessária porque gasta-se com velas, cachaça, farinha e dendê, entre outros elementos que são usados para alimentar os orixás, portanto o dinheiro é revertido para isso.&lt;br /&gt;Hoje em dia muitos pais de santo sobrevivem graças ao candomblé, mas nem sempre foi assim. Por carregar consigo a herança da falta de oportunidade conferida aos negros, muitos adeptos dessa religião sustentavam o terreiro com a venda de produtos na feira, como animais, grãos, temperos e tecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;OUTRAS RELIGIÕES&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prática religiosa associada ao aspecto econômico está presente em todas as religiões. A Igreja Católica e a Igreja Protestante, por exemplo, também cobram pelo exercício de suas atividades. Em ambas existe o pagamento do dizímo mensal revertido em prol da conservação da estrutura da igreja e pagamento dos funcionários e líderes, além da oferta voluntária e sem valor definido.&lt;br /&gt;É importante ressaltar que para a Igreja Católica, o pagamento do dízimo, apesar de obrigatório, não tem um valor fixo e para a Igreja Protestante, o valor de dez por cento é tido como uma das obrigações ratificada com a opinião do presbito Carmerino Santos: “Está escrito na palavra de Deus.”&lt;br /&gt;Apesar de Cachoeira ser uma cidade pequena, existe um número exagerado de Igrejas Protestantes o que resulta numa inexpressividade de fiéis. Devido a isso, a relação economia/religião não possui visibilidade no cenário econômico da cidade.&lt;br /&gt;Em contraposição, o catolicismo e o candomblé, especialmente quando têm seus aspectos religiosos fundidos, movimentam grande parte da renda. Existe uma relação de sobrevivência mútua pelas duas religiões na região. No candomblé, por exemplo, há uma obrigação, que quando termina a feitura do orixá, tem que visitar Senhor dos Passos. Isso simboliza um novo passo, uma vida nova.&lt;br /&gt;Contribuições para as despesas de manutenção são válidas em qualquer crença. Para o professor de história Augusto Spínola “muita gente se aproveita da religião para se amparar financeiramente, e, a partir do momento que se cobra, deixa de ser religião. Você não pode ser sustentado pela fé dos outros”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Olho: “Hoje eu vivo do Candomblé.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calila Oliveira, Mariana Cardoso, Maurício Miranda e Vívian Aguiar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-6279917989555775165?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/6279917989555775165/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=6279917989555775165' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/6279917989555775165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/6279917989555775165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/religio.html' title='RELIGIÃO'/><author><name>Mariana Monte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14530584785055614618</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='14' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2zU81WQ7TEE/S8u5BrrfBYI/AAAAAAAAALc/30UyOTEitH4/S220/SDC11230+-+C%C3%B3pia.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-5852105928151841554</id><published>2008-05-15T09:00:00.000-07:00</published><updated>2008-05-15T09:01:19.610-07:00</updated><title type='text'>Saúde</title><content type='html'>População desconhece os reais índices de HIV&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por medo de sofrer preconceito e descriminação, portadores do vírus de Cachoeira e São Felix, buscam tratamento em outras cidades&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Camila Moreira, Daiane Dória, Danielle Souza e Talita Costa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comum não só nos grandes centros, a AIDS tem se proliferado também em pequenas cidades, como é o caso de Cachoeira e São Félix, que possuem apenas quinze casos notificados. O pequeno número de notificações é justificado pelo fato destas serem obrigatórias apenas em casos de gestantes, crianças e pessoas que manifestam doenças ou infecções provocadas pela presença do vírus, as chamadas doenças oportunistas. Caso contrário o número de portadores registrados seria bem maior.&lt;br /&gt;A Aids, Acquired Immune Deficiency Syndrome, que em português quer dizer Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, é uma doença causada pela infecção do organismo humano pelo vírus da Imunodeficiência Humana, mas conhecida como HIV, sigla também do inglês, Human Immunodeficiency Virus. O HIV destrói os linfócitos, que são células responsáveis pela defesa do nosso organismo, fazendo com que as pessoas infectadas fiquem vulneráveis a outras doenças e infecções. Relações sexuais com pessoas infectadas, sem o uso de camisinha, são consideradas entre outros, um comportamento de risco que pode ocasionar na infecção pelo vírus da AIDS (HIV). Além disso, pode ser citado o compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente, no uso de drogas injetáveis; transfusão de sangue contaminado pelo HIV, reutilização de objetos perfuro-cortantes com presença de sangue ou fluidos contaminados pelo HIV. Ao contrário do que muitos acreditam a Aids não é transmitida através do beijo na boca, abraços e aperto de mãos e picadas de inseto. Segundo a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia, já foram notificados 8.263 casos de infecção pelo HIV, dos quais, 2.514 faleceram de Aids.&lt;br /&gt;A coordenadora de vigilância epidemiológica de Cachoeira, Marcele Deutsch afirma que dos oito portadores existentes na cidade, sete estão em tratamento e um em processo de negação. Dentre os que fazem tratamento, está uma criança, a única entre os notificados, que teve como transmissora a própria mãe. Ela esta sendo encaminhada ao Conselho Tutelar porque seu pai, também portador do vírus não aceita que ela tenha o tratamento adequado, e nessas condições a Secretaria de Saúde não pode intervir diretamente.&lt;br /&gt;Marcele Deutsch diz que há uma alta incidência de soro positivos em Cachoeira, mas o preconceito e a discriminação existentes os levam a buscar tratamento em centros de referencia de outras cidades, como é o caso do Hospital Roberto Santos, e o Creaids (Centro de Referencia Estadual de Aids), ambos em Salvador. Ela declara que na cidade há somente um infectologista trabalhando voluntariamente uma vez por mês na Santa Casa de Misericórdia.&lt;br /&gt;Assistente Social – Atuante no Centro de Saúde Integral João Paulo II, em São Félix, Andréia Silva diz que o processo de negação, fase em que o paciente não aceita a doença, é constante e muitas vezes duradouro. O trabalho de abordagem é feito por uma assistente social em conjunto com uma psicóloga, daí, se necessário, os pacientes são encaminhados a outros centros de tratamento. A depender da necessidade do paciente, ele pode receber um suporte alimentar e um valor em dinheiro para ir à Salvador ou Feira de Santana, onde exames que não são feitos aqui possam ser realizados. Apesar do registro de apenas sete casos, em que um veio a óbito ainda esse ano e dois estão em processo de negação, a assistente social acredita na existência de muitos casos na cidade, desconhecidos por boa parte da população. Por isso defende a idéia da divulgação dos nomes dos soro positivos, mesmo que estes não apresentem as doenças oportunistas, porque, segundo a mesma, os portadores em maioria não se conscientizam sobre a problemática que o cercam e acabam por disseminar a doença, contaminando as pessoas que desconhecem a presença do vírus.&lt;br /&gt;Questionada sobre a discriminação que cercaria o cidadão com o nome divulgado, Andréia Silva diz que o maior preconceito parte dos próprios portadores. “A Aids não tem cara, não dá pra confiar nas pessoas hoje em dia”, relata a assistente. Segundo ela os órgãos públicos estão fazendo a sua parte no que diz respeito a esclarecer a população sobre os riscos de contaminação. Todos que procuram os postos de saúde recebem o auxílio necessário e indispensável no tratamento, mas ela compreende que há um certo limite que não pode ser ultrapassado, e relata uma ocasião em que foi obrigada a desistir do caso. “Ela me disse se eu continuasse com as abordagens ela cometeria suicídio, eu tive que desistir”, diz Andréia Silva.&lt;br /&gt;Geraldo Santana Leite – Conhecido como Bidú, 44 anos, natural da cidade de São Felix e portador do vírus da Aids há quatro anos, conta que não sabe quem foi seu transmissor. Homossexual tem dúvidas entre três parceiros com os quais teve relações sexuais na época em que adquiriu o vírus. Bidú é um exemplo de superação, descobriu que tinha o vírus através de um ferimento no seu corpo que não cicatrizava. Submetido a exames mais complexos acabou descobrindo que era portador, nesse momento relata que foi muito difícil, pois a cidade de São Felix, onde ele mora, é pequena e por motivos desconhecidos por ele o resultado de seu exame confirmatório caiu no conhecimento popular antes mesmo dele saber. Nesse instante, para Bidú foi essencial total apoio de sua família e amigos que permaneceram ao seu lado no momento mais dramático de sua vida. Esteve entre a vida e a morte, chegou a pesar apenas 43 quilos, mas conseguiu se recuperar. Hoje leva uma vida normal, pratica esportes, trabalha como paisagista, arbitro, produtor de moda e é candidato a vereador. Segundo ele o vírus causa limitações, mas nada que o impeça de levar uma vida ativa e digna como qualquer outro. “Sou esportista, jogo vôlei, basquete, apito jogo e sou respeitado normalmente pelos 22 homens em campo” conta Geraldo Leite.&lt;br /&gt;Bidú foi e ainda é vitimas de preconceitos, já foi apontado nas ruas, mas não se sente inferior por isso, pelo contrário, tenta a cada dia conscientizar mais pessoas sobre a necessidade da preservação. “Só transo com camisinha e aviso aos parceiros sobre o vírus”. Acredita ser o preconceito a causa principal das pessoas portadoras do vírus não buscarem tratamento, diz que o fato de ter aceitado a doença fez dele uma pessoa melhor e mais feliz. “Outro dia peguei um táxi, era até conhecido meu, mas ele não aceitou fazer a corrida por causa da doença”, diz Bidú e entre risos acrescenta “quando as pessoas me olham atravessado eu solto beijos”.&lt;br /&gt;Elogiado pelas assistentes sociais, Bidú é tido como um exemplo a ser seguido, “Bidú é uma vitória significativa, sem contar que o relato dele é emocionante,muito responsável ate mesmo no que diz respeito às relações,ele tem muito cuidado porque não quer levar adiante o que passaram para ele” declara Andréia Silva.&lt;br /&gt;“Fique Sabendo” – Programa de saúde realizado em São Félix no ano de 2007, com o intuito de promover exames e conversas com pessoas que estavam em dúvidas se portavam ou não o vírus da Aids. Na ocasião não houveram resultados indicando a presença do vírus nos examinados. A idéia do projeto foi criar uma consciência nas pessoas que passariam pelo exame, para que caso o vírus fosse constatado, estas não entrassem no desespero, comum entre os despreparados e não esclarecidos ao receberem a confirmação. Márcia Schmalb, psicóloga e coordenadora do Unapsi (Unidade de Apoio Psicossocial), em São Félix, foi uma das mentoras do projeto. Ela afirma que a maior e principal preocupação do “Fique Sabendo” foi fazer com que as pessoas compreendessem a importância da preservação não apenas por medo, mas por entender que é fundamental manter seus corpos saudáveis e assim também proteger seus parceiros.&lt;br /&gt;A coordenadora do Unapsi relata que os órgãos públicos têm tentado criar uma consciência de preservação na população, através de campanhas, visitas constantes de assistentes sociais e acompanhamento psicológico, tudo gratuitamente. Para ela falta uma consciência pessoal que pode estar ligada à idade e à maneira como a sociedade age. “As pessoas e principalmente os jovens agem como se só o momento valesse a pena”, diz Schmalb.&lt;br /&gt;A banalização do sexo é um dos maiores problemas visto pela coordenadora. Jovens se envolvendo cada vez mais cedo, com pessoas desconhecidas, os deixam em situações de risco. Além de existirem mitos em torno dos preservativos, como por exemplo, que eles incomodam, geram desconforto e diminuem o prazer. Mitos estes que segundo Márcia Schmalb não tem qualquer fundamento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-5852105928151841554?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/5852105928151841554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=5852105928151841554' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/5852105928151841554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/5852105928151841554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/sade.html' title='Saúde'/><author><name>Danielle Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02999651235741342175</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-4492326065938444663</id><published>2008-05-15T08:06:00.000-07:00</published><updated>2008-05-15T08:07:59.156-07:00</updated><title type='text'>Matéria dos carros antigos.</title><content type='html'>chapéu: RELÍQUIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Quer andar de carro velho?”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Coleção de carros antigos atrai turistas estrangeiros, mas não é valorizada pela população local&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hamurabi Dias, Rosivaldo Mecês e Sayonara Moreno&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há quarenta anos, o juiz aposentado, Jonas Souza Carvalho, deu início à sua coleção de carros antigos, com variados modelos e origens de fabricação. O espaço no qual os carros são mantidos em conservação é uma velha garagem na cidade de São Félix, que funciona também como oficina e está sob cuidados do filho Gilberto Carvalho, mecânico.&lt;br /&gt;O aposentado começou sua coleção quando comprou um automóvel de modelo italiano, marca Fiat e ano 1929. O veículo foi submetido a reparos e consertos na própria oficina. Esse modelo italiano, além de ser o primeiro da coleção é o preferido do aposentado, como afirma Gilberto, quem também possui grande estima pela peça.&lt;br /&gt;Ainda há outros modelos, como o alemão Belcar Dkwvemag de 1967, o norte-americano Plymouth Road Runner de 1984 e o brasileiro Ford Fobica de 1928, modelo mais antigo de toda a coleção, também o mais procurado por turistas e visitantes interessados em comprá-lo.&lt;br /&gt;Em meio a esses carros, existe uma motocicleta alemã, modelo side-car, utilizado na Segunda Guerra Mundial o qual possui um acessório que é utilizado na lateral para transportar soldados em meio aos tiros nas batalhas.&lt;br /&gt;PROPOSTAS: Segundo Gilberto, os vinte e seis veículos já foram avaliados em mais de um milhão de reais. Propostas de compra já foram feitas, inclusive por emissoras de televisão, como a Rede Record e a Rede Globo, porém todas essas propostas são recusadas por Jonas. “Meu pai conserva os carros que tem e suas peças originais. É amor pela coleção. Esses veículos têm um valor inestimável tanto para ele quanto para mim. Ele jamais os venderia”, afirma Gilberto.&lt;br /&gt;Os modelos mais procurados pelos visitantes e interessados em comprar são o Fiat 1928 e o Chevrolet 1939, os quais foram avaliados individualmente em cem mil reais, segundo o mecânico. Tal interesse é devido ao fato de se apresentarem mais conservados e de serem os mais antigos, critérios utilizados para estipular os preços.&lt;br /&gt;Os veículos são utilizados em desfiles comemorativos e alugados para casamentos, mas esse aproveitamento é insuficiente para valorizar o patrimônio.“Isto é um museu particular, muito visitado pelos turistas, especialmente os estrangeiros, mas as pessoas da cidade não dão a devida importância ao museu. A prefeitura não toma conhecimento de nada”, diz Gilberto.&lt;br /&gt;Por mais que alguns veículos apresentem bom estado de conservação e funcionamento, outros possuem alguns problemas, os quais são agravados pela dificuldade de se encontrar peças originais. O filho do Sr Jonas explica o porquê desse acúmulo de problemas e diz que o aposentado teve que se afastar do apego à coleção, pelo fato de ter, recentemente, as duas pernas amputadas devido à diabete e, por isso, ter impossibilidade de se deslocar. Mesmo tardiamente, alguns carros serão enviados para Feira de Santana e serão submetidos a consertos para manter o bom estado de conservação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-4492326065938444663?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/4492326065938444663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=4492326065938444663' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/4492326065938444663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/4492326065938444663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/matria-dos-carros-antigos.html' title='Matéria dos carros antigos.'/><author><name>Sayonara Moreno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12225858792338151495</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-fVVaxG_Z4oA/TXf0yTY5ovI/AAAAAAAAAUY/IujRCFkOMi8/s220/DSC02290.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-8594044849374206182</id><published>2008-05-14T05:47:00.000-07:00</published><updated>2008-05-14T05:49:12.377-07:00</updated><title type='text'>E a entrevista???</title><content type='html'>Quem ficou de marcar a entrevista com Édson Gomes??? Quase uma semana e nenhum sinal de fumaça???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempo: marcar para dia 5 de junho, às 15h, em nossa sala de aula.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-8594044849374206182?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/8594044849374206182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=8594044849374206182' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/8594044849374206182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/8594044849374206182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/e-entrevista.html' title='E a entrevista???'/><author><name>Leandro Colling</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10654965921482225596</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-4294074768540278013</id><published>2008-05-05T13:33:00.000-07:00</published><updated>2008-05-05T13:43:45.523-07:00</updated><title type='text'>Sugestão de pauta- Palloma Braga</title><content type='html'>Retranca: 138 anos da Filarmônica Lyra Ceciliana.&lt;br /&gt; A Lyra Cecilina está entre as 130 filarmônicas do Estado da Bahia, sendo uma das mais antigas. Fundada pelo renomado maestro Tranquilino Bastos em 1870, este ano a filarmônica comemora 138 anos de existência. A Lyra, patrimônio vivo, participou de momentos históricos de relevante importância na cidade de Cachoeira como a comemoração da abolição da escravidão no Brasil e a primeira execução do hino da Cachoeira tendo seu fundador, Tranquilino Bastos, criado a melodia que compõe este hino. Negro Abolicionista e de um talento bastante “reconhecido”, Bastos no dia 13 de maio de 1888 comemorou os 18 anos da filarmônica fundada por ele com uma emoção incomum, saindo  pelas   ruas de Cachoeira  regendo a Lira Ceciliana que   arrastou   mais de 2 mil pessoas em sua maioria negros recém libertos.&lt;br /&gt;Esta Filarmônica, além de ser um patrimônio da cidade da Cachoeira e do Recôncavo, desempenha uma importante função social, jovens e adolescentes em sua maioria de baixa renda têm a oportunidade de aprender na sua escola de música a tocar um instrumento musical e se tornarem profissionais na área.&lt;br /&gt;Neste aniversário a Filarmônica Lyra Ceciliana estará, em parceria com o ponto de cultura Terreiro Cultural, gravando um DVD onde serão executadas importantes músicas do Maestro Abolicionista Tranquilino Bastos como Navio Negreiro, homenagem a Castro Alves, e Aerosa Passeata, músicas estas criadas por ele para expressar  o seu   desejo de libertação dos escravos. No ano passado a Lyra,  em parceria também com o Terreiro Cultural, recebeu com o projeto “O povo da música do Maestro Abolicionista” o prêmio Escola Viva do Governo Federal.&lt;br /&gt; Para obter mais informações sobre a Filarmônica, os atuais projetos, situação da mesma e o seu trabalho social  farei entrevistas com o Sr. Raimundo Cerqueira, presidente da Lyra, com os músicos Paulo Vitor Farias Mascarenhas, Jessé do Carmo, professor da escola de música e Nilton Azevedo, um dos fundadores do grupo “Chorões do Recôncavo” formado por jovens músicos da Lyra. Além de Juvino Alves, músico profissional e estudioso das composições do Maestro Abolicionista que fará uma participação especial no DVD, Luiz Antônio,  coordenador do Ponto de Cultura Terreiro Cultural e diretor cultural da Lyra Ceciliana, que poderá informar sobre os projetos e os objetivos da parceria do ponto de Cultura com Filarmônica, e de Alzira Costa, jornalista que já escreveu, várias matérias sobre a Lyra, em diferentes épocas, e é membro da diretoria da mesma.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-4294074768540278013?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/4294074768540278013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=4294074768540278013' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/4294074768540278013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/4294074768540278013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/sugesto-de-pauta-palloma-braga.html' title='Sugestão de pauta- Palloma Braga'/><author><name>Palloma Braga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05104753901513657213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-6994837505048051871</id><published>2008-05-05T13:01:00.000-07:00</published><updated>2008-05-05T13:12:55.801-07:00</updated><title type='text'>A inadimplência no comércio de Cachoeira</title><content type='html'>Carlindo Pinto e Orlando Oliveira Silva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comércio é um setor de grande fluxo financeiro nas cidades. O poder aquisitivo dos consumidores é de grande importância para que essa atividade se mantenha forte, absorva mão-de-obra e contribua com o desenvolvimento econômico municipal, através de tributos provenientes deste setor, a exemplo do ICMS. Especula-se que logo após o período de festas e do período de compras de material escolar há um declínio substancial na atividade comercial. Nota-se também que existe uma queixa dos empresários do setor em razão da dificuldade de pagamento dos compromissos assumidos pelos consumidores, a inadimplência.&lt;br /&gt;Diante do exposto, iremos verificar se essa situação é uma realidade na cidade de Cachoeira, informando se houve esse reflexo na atividade comercial com aumento ou diminuição de pagamento dos compromissos assumidos pelos consumidores perante o comércio da cidade, assim como, cabe uma pesquisa do perfil das classes econômicas envolvidas. Para isso faremos a seguinte pauta:&lt;br /&gt;·        Entrevista com representante da Câmara de Diretores Lojistas da cidade.&lt;br /&gt;·        Entrevista com representante do sindicato dos trabalhadores do setor.&lt;br /&gt;·        Entrevista com consumidores de diversas faixas sociais.&lt;br /&gt;·        Exposição de gráficos para demonstrar as situações diversas na área.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-6994837505048051871?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/6994837505048051871/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=6994837505048051871' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/6994837505048051871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/6994837505048051871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/inadimplncia-no-comrcio-de-cachoeira.html' title='A inadimplência no comércio de Cachoeira'/><author><name>Orlando Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04290151044794284384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-2010087397627988268</id><published>2008-05-05T10:22:00.000-07:00</published><updated>2008-05-05T10:24:52.900-07:00</updated><title type='text'>Pautas não postadas</title><content type='html'>Paloma e Carlindo não postaram as suas pautas. Pauta dos carros velhos furou Hamurabi e cia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tô de olho!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-2010087397627988268?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/2010087397627988268/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=2010087397627988268' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/2010087397627988268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/2010087397627988268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/pautas-no-postadas.html' title='Pautas não postadas'/><author><name>Leandro Colling</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10654965921482225596</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-8684274761293982267</id><published>2008-05-05T05:04:00.000-07:00</published><updated>2008-05-05T05:06:41.922-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Tradição musical no Recôncavo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Inauguração da faculdade de música do Recôncavo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Kelma Costa e Meire Fiuza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 22 de abril foi inaugurado na cidade de São Félix o Pólo Universitário de formação de professores de música, a UFRGS- Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Trata-se de uma faculdade de música do sistema EAD que conta com a parceria do governo federal, representado pela UFBA, e a Prefeitura Municipal de São Félix. O curso tem duração de quatro anos e meio e contou com duas fases de seleção: uma de conhecimentos gerais e uma segunda de aptidão. As aulas são realizadas todos os dias da semana via internet e os alunos são auxiliados por uma tutora que é doutora em música. A escolha desta cidade se deveu ao fato dela se encontrar na região do recôncavo e contar com uma forte tradição musical. Por este motivo também, desde o mês de março iniciou-se o Curso de Formação de Compositores e Maestros, ministrado por professores de música da UFBA no Centro Cultural Danneman. Este tem por objetivo formar profissionais de música no recôncavo para depois enviá-los à cidades do interior onde inexistem filarmônicas e, desta forma, resgatar a importância da música nestas localidades.&lt;br /&gt;A matéria deverá contemplar a seguinte pauta:&lt;br /&gt;Entrevistar o diretor do CAHL da Cachoeira para entender como se dá a parceria entre a UFRB e a Escola de música, buscando compreender a&lt;br /&gt;Entrevistar a secretária de Educação de São Félix no intuito de conhecer como a Escola de música pode interferir na vida dos sanfelistas.&lt;br /&gt;Entrevistar alunos do curso de formação de professores de música e vê quais as suas expectativas em relação ao curso.&lt;br /&gt;Entrevistar a tutora da Faculdade de música para conhecer melhor com funciona o curso.&lt;br /&gt;Entrevistar alunos e professores do Curso de Formação de Compositores e Maestros.&lt;br /&gt;Fazer menção ao festival de Filarmônica que é realizado anualmente na cidade de São Félix.&lt;br /&gt;Entrevistar diretores e maestros das filarmônicas de Cachoeira e são Félix, buscando conhecer quais as dificuldades enfrentadas por estas instituições e como estas se inserem no dia-a-dia das suas comunidades.&lt;br /&gt;Fazer alusão ao aniversário de 138 anos da Lira Ciciliana, filarmônica de Cachoeira que teve papel importante na luta pela abolição da escravidão.&lt;br /&gt;Destacar a importância da música na tradição e na identidade cultural do Recôncavo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-8684274761293982267?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/8684274761293982267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=8684274761293982267' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/8684274761293982267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/8684274761293982267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/tradio-musical-no-recncavo-inaugurao-da.html' title=''/><author><name>lilás</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03231090890290001563</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-2562749425753947373</id><published>2008-05-04T16:16:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T09:34:36.212-08:00</updated><title type='text'>CONVITE ESPECIAL</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bifc1XRvQic/SB5EQOKHkWI/AAAAAAAAAAk/3vfxVLKdDHg/s1600-h/Banner_Narrativas_em_fluxo_colling.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5196666065501262178" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bifc1XRvQic/SB5EQOKHkWI/AAAAAAAAAAk/3vfxVLKdDHg/s320/Banner_Narrativas_em_fluxo_colling.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Projeto Narrativas em Fluxo trata sobre sexualidade e cultura&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Meu corpo te incomoda? Reflexões sobre sexualidade e cultura é o título da terceira edição do Projeto Narrativas em Fluxo, que ocorre na próxima quarta-feira (dia 7), às 20h, no Café com artes - sebo Ana Nery, na rua 13 de maio, nº 17, em Cachoeira. Desta vez, o professor Leandro Colling apresentará as suas pesquisas sobre a representação de gays e lésbicas na mídia. Nas duas edições anteriores, os professores e artistas Ayrson Heráclito e Danillo Barata, idealizadores do projeto, apresentaram os seus portfólios. "Vou falar sobre como surgiu o meu interesse em pesquisar o assunto e apresentar alguns resultados e, principalmente, minhas perguntas para trabalhos que já estou realizando ou vou realizar em breve. Apesar do tema, aviso que falarei mais sobre heterossexualidade do que homossexualidade", antecipa Colling.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A leitura que o professor realiza dos produtos culturais é fortemente marcada pela Teoria Queer, que ele pretende apresentar rapidamente no encontro. "A Teoria Queer ainda é pouco estudada no Brasil. Ela faz uma análise diferenciada sobre gênero, em relação aos trabalhos das demais feministas. Mas eu não estou aderindo incondicionalmente a uma teoria criada especialmente nos Estados Unidos. Vou apresentar as minhas críticas também", resume Colling, que é professor adjunto do curso de comunicação da UFRB.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O Projeto Narrativas em Fluxo - leituras de portfólios, arquivos e dossiês é uma realização da Linha Corpo e Cultura do Nespoc (Núcleo de Estudos em Sociedade, Poder e Cultura) do Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL), da UFRB. Além de Colling, Barata e Heráclito, fazem parte da linha os professores André Itaparica, Gabriele Grossi, Renata Pitombo e Salete Nery. Informações adicionais podem ser obtidas através do e-mail &lt;a href="mailto:colling@oi.com.br" target="_blank"&gt;colling@oi.com.br&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-2562749425753947373?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/2562749425753947373/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=2562749425753947373' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/2562749425753947373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/2562749425753947373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/convite-especial.html' title='CONVITE ESPECIAL'/><author><name>Leandro Colling</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10654965921482225596</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bifc1XRvQic/SB5EQOKHkWI/AAAAAAAAAAk/3vfxVLKdDHg/s72-c/Banner_Narrativas_em_fluxo_colling.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-4467684925958218967</id><published>2008-05-04T09:38:00.000-07:00</published><updated>2008-05-04T09:41:42.134-07:00</updated><title type='text'>A questão da legalidade do campus de Cruz das Almas da UFRB e a verba do REUNI</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Questão fundiária da UFRB e verba do REUNI&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;                                    &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;          A UFRB está enfrentando alguns problemas a cerca da legalidade da posse de terras onde o campus de Cruz das Almas está instalado. O campus em que funciona a sede da UFRB foi doado, para a antiga escola de agronomia da UFBA, porém as terras não foram oficializadas como sendo da universidade. Foi feito um documento de doação em que a EMBRAPA poderia usar a quantidade que julgasse necessária de utilização das terras&lt;br /&gt;        Existem três comunidades instaladas neste campus, formada por posseiros, alguns deles antigos donos das terras que foram desapropriadas para a criação da universidade, algumas famílias de bóias frias que trabalharam na construção da escola de agronomia na época de sua criação e algumas famílias que fazem parte de um programa chamado volta terra criado por um professor da própria universidade, com o objetivo de levar de volta ao campo as famílias que haviam se deslocado do para a cidade na conhecida migração rural.&lt;br /&gt;A comunidade De Volta à Terra exige que a universidade regularize como sendo deles o direito à posse das terras que eles ocupam. Com a ajuda e apoio do MST, os posseiros dessa comunidade já fizeram algumas manifestações e caso nenhuma providência seja tomada, até o dia 15 de maio deste ano, os posseiros já disseram que tomarão algumas providências mais enérgicas.&lt;br /&gt;      Essas questões estão gerando um problema maior para a Universidade, pois a falta de legalidade na posse da terra do campus de Cruz das Almas inviabiliza que a UFRB receba os recursos do REUNI. Iremos ouvir as comunidades envolvidas, a EMBRAPA, a Instância administrativa da Universidade e as representações estudantis desta instituição. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Alanna Oliveira, Sandrine Souza, Taísa Agatha Silveira&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-4467684925958218967?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/4467684925958218967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=4467684925958218967' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/4467684925958218967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/4467684925958218967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/questo-da-legalidade-do-campus-de-cruz.html' title='A questão da legalidade do campus de Cruz das Almas da UFRB e a verba do REUNI'/><author><name>Pelo viés da Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05194833127039936831</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/-T9YMDEsYvhc/TmBLwzXsuRI/AAAAAAAAIjs/5GijdMwWbrM/s220/330953_10150274576526485_533466484_8209971_3051282_o.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-9083630438671650260</id><published>2008-05-02T19:06:00.000-07:00</published><updated>2008-05-02T19:08:21.535-07:00</updated><title type='text'>Pauta de Carine Costa, Elsa Filgueiras, Lise Lobo, Lorena Braga e Lorena Souza.</title><content type='html'>&lt;p style="margin-bottom: 12pt;"&gt;Retranca: Reciclagem/ Recôncavo&lt;/p&gt;    &lt;p style="margin-bottom: 12pt;"&gt;Reciclar significa transformar objetos materiais usados em novos produtos para o consumo. Esta necessidade  foi despertada pelos seres humanos, a partir do momento em que se verificaram os benefícios que este procedimento trás para o planeta Terra.&lt;br /&gt;A preocupação com o meio ambiente motiva pessoas e municípios a desenvolverem projetos de aproveitamento de material reciclável, a exemplo da Secretaria de Educação de São Félix, que em 2007 desenvolveu o projeto Arte/Educação que teve como objetivo a produção de livros ilustrados a partir de material reciclável, produzido por alunos da rede municipal. Em outubro desse ano o projeto retorna com a Bienal Infantil, orientada por Ana Maria Fraga (formada &lt;st1:personname productid="em Artes Plásticas" st="on"&gt;em  Artes Plásticas&lt;/st1:PersonName&gt; pela UFBA), com a exposição somente de trabalhos produzidos de materiais reciclados e feitos por crianças.&lt;br /&gt;Em Nagé, município de Maragogipe, Alex Pedreira criou o Jardim Ecológico, onde mora numa casa feita somente de garrafas pet. Seu trabalho já foi reconhecido até na Itália, onde já foi convidado a mostrar seu trabalho.&lt;br /&gt;Em Muritiba e Cachoeira também existem projetos de aproveitamento de material reciclável e muitas pessoas fazem disto sua fonte de renda. Muitas vezes estes trabalhos são desenvolvidos por grupos ou individualmente, mas nem sempre têm apoio dos governos municipais ou de empresas privadas que poderiam criar parcerias para melhorar a qualidade de vida dos moradores.&lt;br /&gt; &lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 12pt;"&gt;Com esta matéria visamos estimular ou denunciar a coleta seletiva feita em cachoeira e cidades vizinhas. Mostrar no que estes materiais são transformados, onde são depositados e quem faz a coleta. Tendo como gancho de incentivo o trabalho realizado por Alex Pedreira.&lt;/p&gt;    &lt;p style="margin-bottom: 12pt;"&gt;- Entrevistar a artista plástica Ana Maria Fraga e a articuladora pedagógica do ensino fundamental 1 Carina Falcão, ambas organizadoras do projeto Arte/Educação do município de São Félix. A entrevista será realizada na Secretaria de Educação de São Félix, com data e horário ainda a marcar.&lt;br /&gt;- Visitar o Jardim Ecológico em Nagé/Maragujipe construído por Alex Pedreira, no intuito de entrevistá-lo, abordando assim toda sua história com a reciclagem e a importância desta na sua vida e na vida de todo o mundo. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 12pt;"&gt;Obs: Professor esta é a pauta a considerar. Tivemos um problema de transferência de informações o que ocasionou um mal entendido.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-9083630438671650260?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/9083630438671650260/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=9083630438671650260' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/9083630438671650260'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/9083630438671650260'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/pauta-de-carine-costa-elsa-filgueiras_02.html' title='Pauta de Carine Costa, Elsa Filgueiras, Lise Lobo, Lorena Braga e Lorena Souza.'/><author><name>Lise Lobo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06049799008420325601</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-97609417878831852</id><published>2008-05-02T17:51:00.000-07:00</published><updated>2008-05-02T18:29:15.055-07:00</updated><title type='text'>Pauta de Calila Oliveira, Mariana Cardoso, Maurício Miranda e Vívian Aguiar</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Retranca&lt;/strong&gt;: Religiosidade / Economia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em Cachoeira, observa-se que a religião afro-brasileira realmente tem um papel econômico. A religião funciona como uma rede de redistribuição de renda, por exemplo, como muitas pessoas não têm trabalho e renda fixa, a cidade apresenta altos índices de desemprego. No entanto, elas buscam alternativas a este problema através do candomblé, que atrai os doentes e moradores de outras localidades da Bahia e do Brasil em busca de tratamentos, de consultas, ajuda espiritual, entre outros serviços do gênero.&lt;br /&gt;Ao se falar para um público qualquer que a religião cobra para fazer as consultas - embora todo mundo saiba que ela cobra para jogar os búzios e fazer outros trabalhos - todos vão achar um absurdo. Vão achar que é gente querendo explorar, que é enganação. Essa questão econômica relacionada à religião é complexa. Também se sabe que há os desvios, a Igreja Católica, por exemplo, enriqueceu e Roma é fruto disso.&lt;br /&gt;Muitas famílias de comunidades afro-descendentes se organizam de modo a colocar vários de seus membros participando dessas atividades religiosas. Tais pessoas conseguem uma ampliação de renda através da cobrança da consulta religiosa. O que ocorre então em Cachoeira é que imediatamente essa renda é redistribuída àqueles indivíduos que estão desempregados e que, às vezes, a única fonte de subsistência passa a ser esta.&lt;br /&gt;Em relação a um sistema econômico fruto da religião, essa redistribuição de renda aos moradores de comunidades religiosas no candomblé, há uma relativa consciência dos seus benefícios. As qualidades que se vêem na Mãe de Santo, estão relacionadas com o perfil de governância, a capacidade de ser uma pessoa carismática, ter confiabilidade e confiança atribuída - as pessoas saberem que é uma pessoa que não está desviando dinheiro, que não está enganando os fiéis. Ela representa aquele grupo porque é escolhida como a mãe de todos. Para tanto, ela precisa ter, enquanto líder, os valores morais aceitos como necessários para o cargo.&lt;br /&gt;Os pontos que norteiam a matéria estão na convivência entre as principais religiões da cidade. Como elas se relacionam devido ao intenso sincretismo presente? Como as outras religiões encaram a importância do candomblé para a economia cachoeirana? Como o candomblé beneficia financeiramente a população de Cachoeira, tendo em vista o fato de que é responsável por grandes eventos a exemplo da festa da Boa Morte, que atrai grande número de turistas pra cidade? Iremos pesquisar em terreiros e coletaremos dados que demonstrem a importância econômica da religião para essas comunidades e se possível, entrevistaremos algum cidadão que se mantém financeiramente com a ajuda da religião. Pesquisaremos na Secretaria de Turismo qual a circulação média de pessoas no município em eventos como a festa da Boa Morte com a finalidade de demonstrar com números a importância da movimentação econômica do candomblé para cidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-97609417878831852?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/97609417878831852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=97609417878831852' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/97609417878831852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/97609417878831852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/pauta-de-calila-oliveira-mariana.html' title='Pauta de Calila Oliveira, Mariana Cardoso, Maurício Miranda e Vívian Aguiar'/><author><name>Maurício Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01403107041082427701</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-7796739773245773750</id><published>2008-05-02T14:56:00.000-07:00</published><updated>2008-05-02T15:00:09.462-07:00</updated><title type='text'>Pauta de Caroline Oliveira,Daiane Arllin e Daniela de Oliveira</title><content type='html'>Retranca: 1968/Importância&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ano de 1968 foi o ano de efervescências políticas,culturais e sociais em todo o mundo. As pessoas se  depararam com movimentos revolucionários protagonizados pelos jovens que demonstravam toda a sua rebeldia e a sua vontade de mudar o mundo e a situação vigente,entrando para a História como um grupo inconformado e que abalou as estruturas apresentadas até então.&lt;br /&gt;A França passava por uma revolução da juventude contra a ordem conservadora,capitalista e consumista,essa revolta fez desaparecer o velho partido socialista de Guy Mollet. Em Praga, a Primavera de Praga na luta para humanizar o comunismo, essa reação  ao governo soviético, levando-o anos mais tarde a queda do Muro de Berlim. No México as lutas estudantis,que foi derrotado naquele ano,puderam abrir caminho para a democracia mexicana.&lt;br /&gt;No Brasil esse ano foi marcado pela entrada de maneira crescente de empresas multinacionais no setor de serviços,tornando o mercado de trabalho mais seletivo e que buscava mão de obra especializada. O país sofria com o impacto do Golpe Militar de 64,que possuía um caráter ditatorial e privatizante. Ocorreu A Reforma Universitária de 1968,reinvidicando maior número de vagas nas universidades públicas. Alem dos questionamentos políticos,o movimento possuía também um caráter de questionar a moral,a maneira das pessoas se comportarem,e a relação com o amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que fazer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·                          entrevistar a professora Lucileide,que possue estudos,pesquisas e materiais sobre o assunto  e buscar saber dela a importância histórica dos fatos ocorridos naquele ano e como estes contribuíram para os dias atuais.&lt;br /&gt;·                          Entrevistar professor Baiarde,a fim de saber dele sobre este ano.&lt;br /&gt;·                          Buscar fontes complementares na Internet,livros.&lt;br /&gt;·                          Buscar relatos de pessoas que vivenciaram aquele ano e o seu ponto de vista sobre os acontecimentos,e de como estes interferem até hoje em suas vidas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-7796739773245773750?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/7796739773245773750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=7796739773245773750' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/7796739773245773750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/7796739773245773750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/pauta-de-caroline-oliveiradaiane-arllin.html' title='Pauta de Caroline Oliveira,Daiane Arllin e Daniela de Oliveira'/><author><name>Daniela Oliveira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-8751115679947654493</id><published>2008-05-02T13:47:00.000-07:00</published><updated>2008-05-02T13:48:29.831-07:00</updated><title type='text'>Para Collin</title><content type='html'>&lt;a href="http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/pauta-jornalstica-avana-cavalcante-e.html"&gt;Pauta jornalística: Avana Cavalcante e Lucyana Fernandes&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Importante: Collin, favor rever está matéria pois tem alguns acréscimos no penúltimo parágrafo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-8751115679947654493?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/8751115679947654493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=8751115679947654493' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/8751115679947654493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/8751115679947654493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/para-collin.html' title='Para Collin'/><author><name>Avana Cavalcante</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08153245274494226131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-7996781834714145678</id><published>2008-05-02T13:13:00.000-07:00</published><updated>2008-05-02T13:19:13.899-07:00</updated><title type='text'>SUGESTÃO DE PAUTA</title><content type='html'>História oral&lt;br /&gt;Anderson Silva, Daniela Santos e Toniel Costa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    A História Oral que é uma metodologia bastante usada em pesquisas históricas e sociológicas. Que tem como foco a valorização das memórias e recordações de indivíduos, é um método de recolhimento de informações através de entrevistas com pessoas que vivenciaram algum fato ocorrido. Apesar de seu uso crescente, a sua credibilidade enquanto dado é questionada por parte de alguns acadêmicos: o entrevistado pode ter uma falha de memória, pode criar uma trajetória artificial, se auto-celebrar, fantasiar, omitir ou mesmo mentir. Tendo como este ponto de partida faremos a relação da história oral com os Griôt (Pessoa dotada de conhecimento obtido não em academias, mas através da história oral e experiências próprias.)&lt;br /&gt;- Introduzir com uma noção aproximada da palavra Griôts, no que se trata a etimologia, conceitos ao longo dos anos e pontuar as características de um Griôt.&lt;br /&gt;- Entrevistar o professor Emanuel Soares, que atualmente dá aulas de Metodologia de Pesquisa no Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL), para bolsistas do Programa Conexões de Saberes.&lt;br /&gt;- Entrevistar dona Edelzuíta, que reside no município de São Félix e se enquadra nesse conceito de griôt.&lt;br /&gt;- Entrevista membros da comunidade cachoeirana indagando-os sobre a importância da história oral&lt;br /&gt;- Refletir sobre a importância dos griôts para a comunidade e que tipo de influência hierárquica exerceram no decorrer dos anos.&lt;br /&gt;- Identificar as diferenças entre os saberes dos griôts e os saberes da Universidade.&lt;br /&gt;- Destacar a importância dos griôts para a comunidade acadêmica, particularizando o caso da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB).&lt;br /&gt;- Mostrar como a história oral é desvalorizada atualmente e mostrar como a sua presença é importante na nossa formação.&lt;br /&gt;- Atualmente a criança é educada pelos meios de comunicação, o diálogo e a troca de experiências entre pais e filhos está cada vez mais escasso.,quais as possíveis causas?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-7996781834714145678?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/7996781834714145678/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=7996781834714145678' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/7996781834714145678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/7996781834714145678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/sugesto-de-pauta.html' title='SUGESTÃO DE PAUTA'/><author><name>Anderson Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06726833101665863538</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-4497356615609564365</id><published>2008-05-02T10:54:00.000-07:00</published><updated>2008-05-02T17:55:56.315-07:00</updated><title type='text'>Pauta Jornalística - Astrude Modesto, Caio Barbosa e Queila Oliveira</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;(tema: eventos acadêmicos em Cachoeira)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vinda da UFRB para Cachoeira introduziu na agenda cultural da cidade uma série de eventos acadêmicos. É notório que a população cachoeirana tem participado pouco desses eventos. Será que eles estão sendo pouco divulgados? Os temas não têm interessado a população? A faculdade não se esforça para manter um diálogo efetivo com a comunidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eventos Acadêmicos promovidos pela UFRB em Abril e Maio:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 1º Seminário Cultura e Desenvolvimento: Leituras e Releituras&lt;br /&gt;Museu de Arte Sacra do Recôncavo - Conjunto do Carmo&lt;br /&gt;25 de Abril, manhã (10:00h-12:00h), tarde (14:30h-17:00h)&lt;br /&gt;Comissão Organizadora: Prof. Dr. Paulo Miguez, Prof. Dr. Fábio Duarte Joly, Prof. Ms. Luiz Nova&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Seminário A celebração do Feminino: Comportamento, Moda e Estética&lt;br /&gt;Museu de Arte Sacra do Recôncavo - Conjunto do Carmo&lt;br /&gt;29 de Abril, 13:00h&lt;br /&gt;Comissão Organizadora: Profª. Ms. Cristina Ferreira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Palestra: A Crise do Sistema Colonial e a Abertura dos Portos&lt;br /&gt;Museu de Arte Sacra do Recôncavo - Conjunto do Carmo&lt;br /&gt;9 de Maio, 18:30h&lt;br /&gt;Comissão Organizadora: Colegiado do curso de História e Grupo de Pesquisa Economia e Sociedade no Oitocentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através da análise desses e outros eventos que venham acontecer, a matéria deve apresentar a questão da participação da comunidade cachoeirana. Se possível, deve-se confirmar através de números a participação diminuta da população. Entrevistar os que estiverem presentes e entender por que freqüentam os eventos.&lt;br /&gt;Entrevistar organizadores e notar o comportamento da universidade quanto à questão – Os professores sentem falta do público cachoeirano? Que medidas poderiam ser tomadas para reverter a situação?.&lt;br /&gt;Pesquisar o processo de divulgação e organização dos eventos – A população fica realmente sabendo o que vai acontecer? Falhas técnicas são freqüentes durante as apresentações?.&lt;br /&gt;Nas ruas da cidade, buscar entre as pessoas explicações para a não-participação nos eventos promovidos pela universidade.&lt;br /&gt;A matéria deve funcionar como uma possível solução do problema, apresentando à população cachoeirana a importância da participação nos eventos acadêmicos da UFRB. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-4497356615609564365?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/4497356615609564365/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=4497356615609564365' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/4497356615609564365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/4497356615609564365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/pauta-jornalstica-astrude-modesto-caio_02.html' title='Pauta Jornalística - Astrude Modesto, Caio Barbosa e Queila Oliveira'/><author><name>Caio Barbosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02640019769510592013</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-1316507018583113620</id><published>2008-05-02T09:24:00.000-07:00</published><updated>2008-05-02T13:49:54.821-07:00</updated><title type='text'>Pauta jornalística: Avana Cavalcante e Lucyana Fernandes</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Retranca:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Explosão de fogos/Santo Antônio de Jesus&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;O município de Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo Baiano, é conhecido pela produção ilegal de fogos de artifício. A região possui uma grande demanda por fogos, principalmente durante o mês de junho para celebração de festas populares como São João e Santo Antonio.&lt;br /&gt;A fabricação de explosivos é feita, em sua maioria, de forma clandestina: em fábricas sem autorização para funcionamento, em fundos de quintais ou até mesmo nas residências dos trabalhadores.&lt;br /&gt;No dia 11 de dezembro de 1998, aconteceu a explosão na fábrica de fogos de artifício que matou 64 pessoas – a maioria mulheres e crianças, sendo muitos mortos membros da mesma família – e teve apenas cinco sobreviventes com gravíssimas lesões. A fábrica de fogos pertencia ao empresário Osvaldo Prazeres Bastos, conhecido como “Vardo dos Fogos”, que armazenava material explosivo ilegalmente e produzia fogos de artifício sem quaisquer condições de segurança para as pessoas que trabalhavam com o fabrico.&lt;br /&gt;Após o ocorrido, foi elaborado o Projeto Fênix, que teve o intuito de orientar os produtores a cursos profissionalizantes e treinamentos para total segurança na fabricação de fogos. Porém, após 10 anos, apenas 5% do projeto está em vigor, acontecendo ainda à clandestinidade.&lt;br /&gt;Hoje, existe a continuidade da fabricação clandestina de fogos de artifício em condições de alto risco. Mulheres, jovens e crianças continuam fabricando fogos de artifício em suas residências, sem qualquer tipo de proteção e submetidos a sérios riscos de novas explosões. Também ficam expostos a doenças causadas pelo uso irregular da matéria-prima utilizada na produção dos fogos.&lt;br /&gt;O julgamento que seria no dia 27 de Junho de 2007, foi prorrogado por data indefinida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através destas informações, o propósito desta reportagem é fazer um apanhado histórico do que ocorreu desde o 11 de dezembro de 1998, até hoje. Como pauta principal entrevistar as pessoas que continuam trabalhando na clandestinidade, mesmo depois de perderem parentes e amigos. A maioria dos que trabalham com a fabricação de explosivos são moradores do carente bairro Irmã Dulce, localizado próximo a saída da cidade. Mesmo sabendo dos problemas, dizem que um dos motivos pelos quais não deixam de produzir, é a dificuldade que alegam ter por causa da imagem marginalizada que tem o bairro, também conhecido como Mutum. “Conheço os riscos, mas não temos outro emprego”, argumentou Edna, que faz traques de bater em casa. Outro ponto será a conversa com a presidente da Associação do 11 de dezembro, Maria Madalena Santos Rocha – onde foi uma das vítimas, tendo suas duas únicas filhas mortas na explosão dos fogos - e os membros – pessoas que perderam amigos e familiares, ligadas diretamente a explosão - que lutam por justiça. Será explanado em conversa o que acham do adiamento sem data definida, do julgamento do réu Osvaldo Prazeres Bastos. A análise da ineficácia do Projeto Fênix (parceria de vários órgãos municipais e governo do Estado) que não está em pleno vigor, será outro cerne da questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para entender o porquê destas pessoas continuarem neste trabalho, acontecerá uma série de entrevistas também com órgãos da cidade - como a Prefeitura Municipal de Santo Antônio de Jesus – que até hoje não criou uma secretaria para cuidar desse assunto - e a VI Delegacia do Serviço Militar do Exército – onde será questionando o que foi e está sendo feito com a intensificação da fabricação de fogos próximos ao São João e quais as medidas que estes organismos sociais estão fazendo para acabar com a clandestinidade.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-1316507018583113620?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/1316507018583113620/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=1316507018583113620' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/1316507018583113620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/1316507018583113620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/pauta-jornalstica-avana-cavalcante-e.html' title='Pauta jornalística: Avana Cavalcante e Lucyana Fernandes'/><author><name>Avana Cavalcante</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08153245274494226131</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-5382290345939107791</id><published>2008-05-01T19:28:00.000-07:00</published><updated>2008-05-05T08:39:36.030-07:00</updated><title type='text'>Pauta Jornalística: Camila Moreira, Daiane Dória, Danielle Souza e Talita Costa.</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;RETRANCA: Aids/Cachoeira&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;/span&gt;A Aids&lt;span style="font-family:Arial;font-size:8;color:black;"&gt;, &lt;/span&gt;Acquired Immune Deficiency Syndrome&lt;span style="font-family:Arial;font-size:8;color:black;"&gt;, &lt;/span&gt;que em português quer dizer Síndrome da Imunodeficiência Adquirida&lt;span style="font-family:Arial;font-size:8;color:black;"&gt;.&lt;/span&gt; é uma doença causada pela&lt;span style="font-size:+0;"&gt; &lt;/span&gt;infecção do organismo humano pelo vírus da Imunodeficiência Humana, mas conhecida como HIV, sigla também &lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;/span&gt;do inglês, Human Immunodeficiency Virus. O HIV destrói os linfócitos, que são células responsáveis pela defesa do nosso organismo, fazendo com que as pessoas infectadas fiquem vulneráveis a outras doenças e infecções. Relações sexuais com pessoas infectadas, sem o uso de camisinha, são consideradas entre outros, um comportamento de risco que pode ocasionar numa infecção pelo vírus da AIDS (HIV). Além disso pode ser citado, o compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente, no uso de drogas injetáveis; transfusão de sangue contaminado pelo HIV, reutilização de objetos perfuro-cortantes com presença de sangue ou fluidos contaminados pelo HIV. Segundo a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia, já foram notificados 8.263 casos de infecção pelo HIV, dos quais, 2.514 faleceram de Aids. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;O propósito da matéria é identificar casos de Aids na cidade de Cachoeira, desmistificando ou confirmando o mito existente na região, de que as cidade possui um alto índice de portadores do HIV . Para isso torna-se indispensável entrevistar o secretário de saúde da cidade de Cachoeira, Mamede Dayube Neto, para que dados sobre a doença sejam apresentados, além de identificar a existência de tratamentos oferecidos gratuitamente, e a presença de profissionais especializados nos hospitais &lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;/span&gt;para atender os portadores da doença. É necessário também uma análise dos postos de saúde da cidade, para percebermos se há uma preocupação em manter a comunidade informada sobre os riscos de contaminação, se há distribuição de camisinhas, realizações de palestras, ou qualquer outra forma de manter a população consciente sobre as formas de preservação e contaminação. É interessante também entrevistar os profissionais do Instituto Adventista de Ensino do Nordeste, responsáveis por uma pesquisa que identifica casos de Aids nesta região, para que mais dados sobre a doença sejam levantados. Seria interessante também, se possível, a realização de entrevista com algum portador da doença para que ele relate, como é sua vida com a presença do vírus, possíveis dificuldades enfrentadas, como discriminação ou medo, por exemplo, exercido por pessoas sem informações básicas sobre a Aids.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;OBS: Professor, não conseguimos descobrir qual o orgão que você mencionou no dia da aula, encontramos um chamado GAPA, que é o &lt;span style="font-family:Arial;font-size:10;color:black;"&gt;Grupo de Apoio a Prevenção a AIDS da Bahia, seria este?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-5382290345939107791?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/5382290345939107791/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=5382290345939107791' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/5382290345939107791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/5382290345939107791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/retranca-casos-de-aids-em-cachoeira.html' title='Pauta Jornalística: Camila Moreira, Daiane Dória, Danielle Souza e Talita Costa.'/><author><name>Danielle Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02999651235741342175</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-4308791549250835861</id><published>2008-05-01T16:37:00.000-07:00</published><updated>2008-05-05T13:15:18.386-07:00</updated><title type='text'>PAUTA-Gustavo Medeiros,Deyvson Oliveira,Hamurabi Dias e Rosivaldo Merces</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold;font-family:arial;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,102,102)"&gt;RETRANCA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,102,102);font-family:arial;" &gt;:&lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold;font-family:arial;" &gt;ACESSO/COMPUTADORES&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0)font-family:arial;" &gt;INFORMAÇÕES:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; Já virou rotina.Todos os dias,estudantes do Colegio Estadual da Cachoeira(CEC) são encontrados utilizando os computadores do Centro de Artes Humanidades e Letras(CAHL-UFRB),fato este que esta causando transtornos para quem utiliza as maquinas no intuito de elaborar atividades acadêmicas,pois os secundaristas acessam a internet em busca de sites de jogos entre outras futilidades e tudo isso acontece em horario de aula.É sabido que o predio anexo pertence ao CEC,mas os computadores são do CAHL,motivo pelo qual a polemica impera entre o corpo discente das duas instituições.Alem disso,ocolegio possui maquinas que estão sem uso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Para investigar a situação encontrada,esta materia tem como objetivo principal perceber as causas e as consequências desse problema,alem de apresentar soluções e exemplos a serem seguidos.Tambem vai ser meta;buscar informações a respeito da existência de infocentros nas escolas publicas de Cachoeira ou projetos similares que visam facilitar o acesso dos estudantes a rede mundial de computadores.Para isto serão ouvidos o diretor do CAHL,Xavier Vatin,o vice- diretor,André Itaparica,o diretor do CEC,Augusto Candido Gomes,o representante do DCE no CAHL,Mauricio Quadros,o tecnico administrativo do Centro,Deivisson Leão,a bibliotecaria do CEC,Neusidete alem de estudantes secundaristas.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-4308791549250835861?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/4308791549250835861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=4308791549250835861' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/4308791549250835861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/4308791549250835861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/05/pauta-gustavo-medeirosdeyvisson.html' title='PAUTA-Gustavo Medeiros,Deyvson Oliveira,Hamurabi Dias e Rosivaldo Merces'/><author><name>Gustavo Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15491025239786637745</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-L8mP_xpSSrY/TV1ScpPmoSI/AAAAAAAAAUE/Uc7_mZWzHjk/s220/Fotos%2B.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-7579251912457661735</id><published>2008-04-28T12:08:00.000-07:00</published><updated>2008-04-28T12:10:35.384-07:00</updated><title type='text'>AVISO IMPORTANTE</title><content type='html'>Conforme combinamos na última aula, nosso cronograma ficou assim para as três próximas semanas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;até dia 2 de maio: postar as pautas para a próxima edição do Reverso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 8 de maio: entregar, em versão impressa, a resenha sobre o filme Capote&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 15 de maio: entregar as matérias prontas para a próxima edição do Reverso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;bom trabalho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;leandro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-7579251912457661735?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/7579251912457661735/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=7579251912457661735' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/7579251912457661735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/7579251912457661735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/04/aviso-importante.html' title='AVISO IMPORTANTE'/><author><name>Leandro Colling</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10654965921482225596</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-8411914272182154915</id><published>2008-04-27T10:51:00.001-07:00</published><updated>2008-04-27T10:51:57.282-07:00</updated><title type='text'>Leiam</title><content type='html'>ENTREVISTA/CARLOS EDUARDO LINS DA SILVA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jornalista que assume cargo na terça defende um produto com menos assuntos e mais análises; para ele, cobertura do caso Isabella mostra que a mídia estimula o que há de pior nos instintos humanos&lt;br /&gt;Jornal precisa encontrar seu novo papel, diz ombudsman&lt;br /&gt;DA REDAÇÃO&lt;br /&gt;NOVO OMBUDSMAN DA FOLHA , Carlos Eduardo Lins da Silva, crê que os jornais brasileiros vivem um momento contraditório. Pelo lado bom, não sofrem da crise de credibilidade que acomete os diários norte-americanos. Pelo ruim, estão perdendo o poder de influenciar a opinião pública. Segundo ele, está na hora de os jornais decidirem que papel vão ter na concorrência com outros meios, como a internet, as rádios e a TV. Defende que o futuro está num produto mais focado, com menos assuntos e mais analítico.Lins da Silva passa a atender os leitores e a redigir uma crítica interna na próxima terça-feira, dia 22. Sua primeira coluna dominical será publicada no dia 27 no caderno Brasil. Na entrevista abaixo, ele fala da proliferação de blogs, da cobertura do caso Isabella e do impasse que culminou com a não-renovação do mandato do ocupante anterior do cargo.  &lt;br /&gt;FOLHA -Jornais brasileiros e americanos vivem situações opostas. Lá eles perdem circulação e receita com publicidade. Aqui cresceram as vendas e o volume de anúncios. Qual a razão desse descolamento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARLOS EDUARDO LINS DA SILVA - O que acontece no Brasil é uma coisa ilusória e acho que os jornalistas brasileiros não deveriam se iludir com esse bom momento. Primeiro, porque a internet não está muito disseminada aqui como nos EUA. Segundo, nós estamos vivendo esse boom da economia que eu acho que é passageiro. Nos EUA, ao contrário, a internet é quase universal e a economia está começando a sofrer os primeiros tropeços. Na minha opinião, é irreversível a tendência de os jornais impressos perderem circulação.&lt;br /&gt;FOLHA - É a internet que tirará esse público dos jornais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LINS DA SILVA - Eu acho que a internet já está tirando público e publicidade dos jornais. E será assim se o jornal impresso não revir a sua existência.&lt;br /&gt;FOLHA - Você não acredita que possa crescer o número de leitores de jornais impressos com mais pessoas alfabetizadas e com mais dinheiro no bolso? Nos EUA, nos anos 60, 80% dos americanos com 18 anos ou mais liam jornais durante a semana. Hoje, ainda são cerca de 50%. O Brasil nunca chegou nem perto disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LINS DA SILVA - O problema é que no Brasil o crescimento dos meios de comunicação foi atropelado. Nos EUA, o desenvolvimento do capitalismo foi mais ou menos ordeiro. Houve a afluência monetária, que atingiu grande parte da população. Houve a conquista de direitos trabalhistas, que garantiu mais tempo para o lazer. Houve a alfabetização universal. Tudo isso levou a que quase todo mundo lesse jornal. Depois disso surgiu a televisão, a internet. No Brasil, não houve distribuição homogênea de riqueza, ainda há muitos analfabetos e você teve, antes de a leitura de jornais se universalizar, a chegada da televisão e da internet. Então, acho que essa universalização nunca vai ocorrer.&lt;br /&gt;FOLHA - Para enfrentar a perda de circulação, alguns jornais americanos apostam na hiperlocalidade. Focam cada vez mais na própria comunidade. Essa será uma tendência para o Brasil?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LINS DA SILVA - Não sei se isso vai funcionar nem nos EUA. Há uma outra diferença entre os jornais americanos e brasileiros, que é a questão da credibilidade. Lá, eles passam por um momento de perda da credibilidade. Aqui, não. Mas, voltando à questão, não sei se essa é uma solução para os jornais impressos. Porque, também para o provimento da informação local, a internet é um meio mais adequado. Você pode comprar seu ingresso de cinema pela internet. Você pode saber o cardápio do restaurante pela internet. Você não tem como prestar esse tipo de serviço nas páginas do jornal. Para mim, a saída para o jornal impresso é apostar na profundidade, na qualidade e ter mais foco, tratar de menos assuntos. Porque isso a internet não pode dar. O jornal impresso precisa procurar o tipo de conteúdo em que ele se sai melhor, em vez de insistir em competir com a internet naquilo que ela pode oferecer com mais comodidade para o leitor.&lt;br /&gt;FOLHA - Alguns jornais ingleses tentam esse modelo mais focado e mais aprofundado, mas não obtêm mais leitores com isso.&lt;br /&gt;LINS DA SILVA - Eu acho natural que esse modelo que eu defendo tenha menos leitores que o modelo atual. Porque esse novo jornal não deverá atender a todo o universo de possíveis leitores. Ele deve ser dirigido para uma parcela mais específica da população. Pode ter menos circulação, mas gastará menos com papel e poderá ter mais publicidade, focada para aquele público. E o mais importante, ele pode ter mais influência social do que esse jornal dirigido ao público em geral, que é muito caro para ser produzido.&lt;br /&gt;FOLHA - Do ponto de vista da qualidade da informação, deixando de lado circulação e publicidade, você acha que os jornais brasileiros vivem um bom ou mau momento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LINS DA SILVA - Acho que vive um bom momento, uma vez que não perderam credibilidade, como aconteceu nos EUA. Por outro lado, acho que os jornais brasileiros perderam o poder de influenciar. O maior exemplo foi a eleição presidencial de 2006. Era claro que a maioria dos jornais preferia que Lula não tivesse vencido. No entanto, Lula teve dois terços dos votos. Da mesma forma, no momento do mensalão, a maioria dos jornais de qualidade no Brasil preferia que o desfecho fosse outro.&lt;br /&gt;FOLHA - Qual é o grande desafio dos jornais impressos hoje?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LINS DA SILVA - É definir qual papel terão. Principalmente para manter a influência. O jornal terá que encontrar seu lugar, como o rádio encontrou. Muitos diziam que o rádio morreria com a chegada da televisão. Não foi o que aconteceu. Hoje o rádio está num ótimo momento. Ele descobriu que seu espaço não era mais ser como a Rádio Nacional foi em meados do século passado: o centro das atenções da família no horário nobre da noite. Perdeu audiência, sim. Na época, 80% escutavam a Rádio Nacional. Hoje, 1%. O mesmo vai acontecer com o jornal impresso.&lt;br /&gt;FOLHA - A internet trouxe mais participação dos leitores. Você vê futuro nessas experiências que usam o leitor como provedor de conteúdo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LINS DA SILVA - Sou bastante cético com relação a isso. Essa suposta democratização da internet, que permitiria ao cidadão ser repórter, é muita demagogia. O público precisa de informação apurada com rigor, com método. Só algumas pessoas, que têm jeito e experiência, conseguem fazer isso.&lt;br /&gt;FOLHA - Este será um ano eleitoral no Brasil. Com isso, o ombudsman deve ser muito procurado por assessores de políticos e também por leitores que acreditam que o jornal está protegendo esse ou aquele candidato. Como você pretende fazer essa fiscalização da neutralidade do jornal e, ao mesmo tempo, separar o que é paixão política, ou interesse de assessores, da opinião mais objetiva de leitores?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LINS DA SILVA - Esse será um dos meus desafios. Eu acho que o jornal tem o direito de endossar um candidato. Não acho que deva, mas tem o direito. Por outro lado, no noticiário, o jornal não tem o direito de endossar um candidato. Ele tem que fazer uma cobertura o mais próximo possível do isento. Como você sabe, não existe objetividade absoluta. Mas existe algo próximo disso, que é equilibrar o espaço dado aos candidatos, não adjetivar, dar enfoque mais ou menos justo para os principais concorrentes. Eu não gosto muito da palavra fiscalização, mas a observação que vou fazer será baseada nisso. Tem que haver equilíbrio e o máximo de isenção possível. É claro que nunca ninguém ficará satisfeito. Mas a medida do sucesso é sempre ser atacado de todos os lados. Quando mais ataques o jornal receber de todos os lados, mais próximo do equilíbrio ele estará.&lt;br /&gt;FOLHA - A internet permitiu também a proliferação de blogs, muitos com enfoque político. Você acha que esses blogs já conseguem influenciar a opinião pública?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LINS DA SILVA - No Brasil, com certeza não. Nos EUA, sim. Essa influência está sendo sentida na eleição presidencial. No entanto, eu acho que é uma influência ruim, perniciosa. Os blogs tendem a acirrar as divisões. Por exemplo, eu acho que essa disputa entre a Hillary Clinton e o Barack Obama está sendo prejudicada pela divisão que os blogs atiçam entre negros e brancos, entre mulheres e homens, entre trabalhadores industriais e profissionais liberais, que é a divisão que se estabeleceu na demografia eleitoral da Hillary e do Obama. No Brasil, é parecido, mas é muito menor porque é pequeno o número de pessoas com acesso à internet e que lêem esses blogs. Mas cria-se um mal-estar por causa do radicalismo de alguns deles, que não argumentam, ofendem. Descem a um nível que nem se pode chamar de debate. E isso contamina o tal formador da opinião pública, que muitas vezes lê esses blogs e acaba sendo contagiado pelo radicalismo, o que cria situações artificiais. A disputa entre petistas e tucanos é muito artificial porque não há tanta coisa que distancie um partido de outro. Mas ela é muito prejudicada pelas pessoas que lêem e até participam desses blogs e se dividem de uma forma muito odiosa.&lt;br /&gt;FOLHA - O ombudsman anterior, Mário Magalhães, condicionou sua permanência no cargo a que o jornal voltasse atrás de decisão tomada no ano passado de não mais divulgar na internet a crítica interna, que, no entender da Direção de Redação, estava sendo usada pela concorrência e instrumentalizada por jornalistas ligados ao Planalto. Você acha que a crítica deveria ser pública?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LINS DA SILVA - Do ponto de vista do ombudsman, acho que essa questão é irrelevante. Do ponto de vista do jornal, inócua. Irrelevante porque qualquer coisa importante da crítica interna poderá estar na coluna de domingo, que é pública. O leitor, então, não perderá nada. Já para o jornal, acho que a medida é inócua porque o fato de ser restrita à Redação não vai impedir que a concorrência e grupos políticos tenham acesso a ela. É impossível impedir que algo que seja distribuído a mais de uma centena de jornalistas não vaze para fora do jornal. Acho que o impasse foi gerado por uma questão que não precisaria tê-lo provocado, nem de um lado nem de outro. O que lamento muito, porque considero que o Mário estava fazendo um bom serviço como ombudsman e isso beneficiava o leitor e o jornal.&lt;br /&gt;FOLHA - Os últimos ombudsmans focaram suas colunas dominicais na cobertura da Folha. Você fará o mesmo ou pretende fazer uma análise mais ampla de toda a mídia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LINS DA SILVA - Não tratarei na crítica dominical de nenhum outro veículo específico porque não tenho mandato para isso. Meu compromisso é com a Folha e não serei ombudsman dos concorrentes, da televisão ou da internet. Mas, ocasionalmente, posso tratar da mídia em geral porque acho que será interessante para o leitor.&lt;br /&gt;FOLHA - Você assume o posto de ombudsman na terça, mas sempre foi um leitor atento. O que mais te irrita nos jornais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LINS DA SILVA - O que mais me irrita é superficialidade. Depois, erros de português. E isso é uma bobagem, um pedantismo meu, porque erro de português não é tão importante assim. Em terceiro lugar, me irritam muito invencionices de texto. A tentativa de chamar a atenção com o que o repórter considera engraçado. Por exemplo, começar um texto com uma brincadeira que só me fará perder alguns segundos com algo que não tenha nenhum sentido. Também me irritam algumas opiniões muito ralas, que não acrescentam nada para o leitor.&lt;br /&gt;FOLHA - Como você avalia o trabalho dos meios de comunicação na cobertura do caso Isabella?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LINS DA SILVA - Acho que os jornais estão preocupados em não repetir erros, como ocorreram na cobertura de outros casos policiais que mobilizaram a opinião pública. O que é muito positivo. Há preocupação com aspectos éticos. Mas acho absurdo o que o Clóvis Rossi chama de cenas de jornalismo explícito. Eu vi a saída da prisão do casal suspeito e não consigo encontrar sentido naquele batalhão de cinegrafistas em cima de motocicletas colocando a câmara no vidro do carro em que eles estavam. Não sei qual o valor informativo que pode ter uma imagem como aquela.Só não sei se isso é evitável, porque o público parece querer esse tipo de cobertura. A mídia, nessas horas, acaba estimulando o que há de pior nos instintos humanos, de morbidez e curiosidade doentia.Mas aqui há uma questão. Será que o jornalismo sério precisa mesmo entregar o que o público quer, ou diz querer? Na minha opinião, jornalismo sério tem que atender a demanda do público, mas tem também que liderar. É preciso haver uma troca entre o meio de comunicação e seu consumidor para que o jornal atenda os desejos dos leitores, mas também ajude a melhorar a qualidade desses desejos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-8411914272182154915?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/8411914272182154915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=8411914272182154915' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/8411914272182154915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/8411914272182154915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/04/leiam.html' title='Leiam'/><author><name>Leandro Colling</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10654965921482225596</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-8137968016216347972</id><published>2008-04-27T08:46:00.000-07:00</published><updated>2008-04-30T06:28:33.557-07:00</updated><title type='text'>Materia Fumo-Reformulada</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;font-size:14;"  &gt;Fumo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51); font-weight: normal;font-family:Arial;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;" &gt;Convenção Quadro &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;abala&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt; fumicultura no Recôncavo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;font-size:15;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51); font-weight: normal;font-family:Arial;font-size:11;"  &gt;Tratado internacional de saúde pública prevê a erradicação gradativa das lavouras de fumo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;font-size:16;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;font-size:11;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;font-size:11;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: -4.05pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;font-size:11;"  &gt;Por Gustavo Medeiros, Kelma Costa e Orlando Silva&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Verdana;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;A Convenção Quadro, estabelecida pela OMS (Organização Mundial de Saúde) tem por objetivo controlar o plantio e cultivo do fumo no mundo. A partir da adesão do Brasil à essa Convenção em 2003, os setores ligados à cadeia produtiva sofrem um impacto substancial, pois a pretensão é que até 2023 as áreas onde o&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;fumo é plantado sejam reduzidas. No Recôncavo da Bahia, região que responde por grande parte de produção e comercialização, a fumicultura enfrentará os danos econômicos causados pela diminuição da área cultivada, como a repercussão negativa no cenário socioregional, alem do desemprego, atingindo principalmente da mão de obra feminina que é maioria. &lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;Atualmente, o debate na Câmara Setorial do Fumo, que congrega os setores da cadeia produtiva do fumo, representantes do Executivo e Legislativo e o ministério da saúde, se estende à estrutura da indústria fumageira e os males causados pelo tabagismo, bem como a provável substituição da cultura do fumo por outras lavouras.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;font-size:13;"  &gt;INTENÇÕES&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;" &gt; - Para Osvaldo da Paz, secretário da agricultura de Cruz das Almas, a Convenção Quadro não tem a intenção de acabar com a fumicultura no Recôncavo, mas sim promover uma diversificação na atividade, uma vez que a pretensão do ministério da fazenda é fixar taxas sobre os charutos e cigarrilhas produzidos. Segundo ele, para lidar com a redução de postos de trabalho, decorrente da queda na produção, um projeto foi elaborado e discutido com diversos órgãos, que consiste em incentivar a produção de oleaginosas &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;nas&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt; áreas de fumo, ressaltando que é impossível substituir a atividade fumageira, devido a garantia da assistência técnica oferecida pelas empresas, desde a formação das mudas até a sua comercialização.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;" &gt;&lt;span style=""&gt;          &lt;/span&gt;O secretário também &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;enfatiza que&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;, devido às condições climáticas, além das restrições em algumas regiões do mundo, muitas empresas irão migrar para o Recôncavo, onde se produz o melhor fumo capeiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;" &gt;&lt;span style=""&gt;           &lt;/span&gt;Quanto às mulheres, que são maioria na produção de charutos, da Paz afirmou que existe outro projeto que consiste na confecção de doces caseiros em parceria com a EBDA (Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrário) e a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), além de outros cursos que capacitam as operárias do fumo. “Enquanto houver consumidores, haverá plantadores e só vai parar de plantar fumo quando não tiver mais produtor de charutos”, afirma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;          &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;font-size:13;"  &gt;IMPACTOS &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:13;"  &gt;ECONÔMICOS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;-&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt; Josenita Salomão, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Fumo e Alimentícia, afirma que haverá uma diminuição no número de empregos, aumento dos impostos nas exportações e um acúmulo de importações a custos baixos de charutos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;" &gt;&lt;span style=""&gt;          &lt;/span&gt;Em toda a região, a atividade fumageira gera em torno de 18.470 empregos diretos e indiretos. No município de Cruz das Almas, este número não aparece definido, contudo, Josenita salienta que a tendência é haver uma diminuição na quantidade de postos de trabalho. Ela se diz mais preocupada com os trabalhadores que possuem contrato de três meses. Os empregadores fazem isso para não pagar encargos sociais, o que precariza as relações de trabalho. “Isso é legal, mas é imoral”, alega.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;" &gt;&lt;span style=""&gt;           &lt;/span&gt;Para ela, a Convenção Quadro vai acabar com áreas de plantio, ocasionando um aumento no índice de marginalidade, além da fome e do desemprego. A sindicalista vislumbra um futuro triste para a fumicultura na região com a ratificação feita pelo Brasil e cita o exemplo da cidade de Maragojipe, onde a Suerdieck fechou as portas, restando apenas a atividade pesqueira como opção para os antigos trabalhadores. “O fumo está na UTI”, diz Josenita. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Daniel Schimidt, gerente de pessoal da DANCO, afirma que, com a diminuição no cultivo de fumo, haverá uma decorrente redução na necessidade de produção, logo isto vai acarretar em uma ligeira queda na circulação de dinheiro, alem da diminuição da cadeia produtiva. Segundo ele, houve uma redução de 85% na produção nos últimos 10 anos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Quanto a redução do plantio, os empresários alegam que a questão do Custo Brasil para exportação inviabiliza a produção, devido ao valor do Dólar em relação ao Real, alem do aumento dos impostos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:13;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:13;"  &gt;RELAÇÃO &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;- Carlindo Pinto, agricultor em Cabaceiras do Paraguassu, afirma que a relação entre o agricultor e as companhias fumageiras consiste na integração, onde as empresas fornecem todos os insumos para o plantio do fumo, financiam o custeio e proporcionam a estrutura para a produção. Em contrapartida, o lavrador tem que entregar a produção total ou parcial. Na época de grande demanda, o armazém compra a safra, mas quando há excendente de fumo os compradores rejeitam. Tambem existe a figura do atravessador, que é um aliado dos fumicultores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Há 2 anos sem produzir fumo,Carlindo contou que já vendeu 247 arrobas para a Fumex Tabacaleira no ultimo ano de produção,conseguindo um preço médio de R$ 50,00 por arroba e alega que desistiu de plantar fumo devido a falta de compromisso das empresas fumageiras,uma vez que a margem de lucro do agricultor é pequena,por conta do baixo retorno financeiro.Ele declara que está plantando limão,pois dá menos trabalho do que a fumicultura,que leva em torno de 8 meses de trabalho intensivo,alem de maior quantidade de pessoas na &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;mão de obra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Outras causas estão na baixa produtividade da planta e nos prejuízos à saúde devido as condições de trabalho. Atualmente, com o plantio do limão, sobra o tempo necessário para as atividades escolares, a exemplo da sua graduação no curso de jornalismo da UFRB.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;font-size:13;"  &gt;DANOS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;" &gt; - No que diz respeito aos problemas contraídos pelo trabalho com o fumo, Josenita Salomão alega que nenhum aposentado sentiu nada e ela nunca ouviu dizer que alguém teve problemas no contato com o fumo. Segundo ela, atualmente, antes de entrar na firma, os trabalhadores fazem exames médicos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;" &gt;Já Dona Maria Francisca, operária fumageira aposentada, diz que trabalhou dos 11 aos 39 anos em condições insalubres e contraiu um nódulo no pulmão. Segundo ela, muitas pessoas que trabalharam com o fumo têm o mesmo problema. Dona Maria afirma que, quando era criança e trabalhava na indústria de fumo, ela ficava escondida nos banheiros para não ser descoberta pela fiscalização.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;" &gt;A Convenção Quadro introduziu uma série de regras no intuito de reduzir e prevenir o consumo de cigarros, tentando coibir os males causados pelo consumo do tabaco nos países em desenvolvimento. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;" &gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Daniel Schimidt relata que o Brasil tem enrijecido bastante a legislação antitabagista, promovendo um aumento mínimo de R$ 4,00 no maço de cigarros para inviabilizar o consumo. Esse reajuste ainda não foi aprovado pela Receita Federal, devido ao grande numero de produtos clandestinos oriundos do Paraguai, que pode ser agravado com o aumento dos preços no Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;font-size:13;"  &gt;HISTÓRICO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;" &gt;- O fumo já era cultivado na América bem antes do contato do povo europeu. Produzido em larga escala no período colonial, estava voltado para o mercado externo e, no Recôncavo, ficou paralelo à economia açucareira, sendo utilizado como troca na aquisição de escravos africanos. No final do século XIX, com a chegada do processo de industrialização no Brasil, várias indústrias estrangeiras se instala&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;ra&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;m na região. É o período áureo da produção fumageira. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;" &gt;Nas primeiras décadas do século XX, a região chegou a ter 50 unidades fabris, dentre elas a Suerdieck e a Danemann. Essa última continua a funcionar nas cidades de São Felix e Cruz das Almas, possuindo na força de trabalho feminino o seu maior efetivo. Antes do processo de industrialização, era muito comum vê-las enrolarem o fumo “nas cochas”. Elas continuam sendo maioria na produção de charutos e das cigarrilhas. No inicio da década de 80, uma crise, decorrente da superprodução, assolou o fumo baiano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Hoje, a atividade se estende por quase toda a região, tornando assim uma prática econômica forte e acima de outras culturas. Segundo dados da SEAGRI (Secretaria Estadual de Agricultura), os principais clientes são alguns países europeus, além da Indonésia, Tunísia, Estados Unidos e Honduras. Quanto às áreas plantadas, são, aproximadamente, 13 mil hectares, o que faz gerar uma media de R$ 5,00 por quilo da folha, chegando, no primeiro semestre de 2007, aos R$ 55,6 milhões o valor da produção. O Recôncavo responde por 42% da produção fumageira no Nordeste, proporcionando um faturamento bruto de R$ 16 milhões. A Bahia participa com 66% da produção nordestina, seguido de Alagoas, onde a produção cresceu 30% no ano de 2006, segundo dados do historiador Jean Baptiste Nardi,especialista em fumo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;ALTERNATIVAS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt; – No Recôncavo instala-se a UFRB (Universidade Federal do Recôncavo), EBDA (Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrário) e a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), instituições que podem, a partir dos seus potenciais de pesquisa e transferência de tecnologia, viabilizar alternativas capazes de substituir a cultura do fumo por outras culturas destinadas a alimentação e ao agrocombustivel. Pelo menos foi o que definido na reunião realizada em 2007 para discutir as alternativas paralelas à fumicultura diante da perspectiva de um quadro caótico para o Recôncavo Baiano. Segundo a secretaria de agricultura de Cruz das Almas, o ministério do desenvolvimento agrário lançou um programa que visa diversificar a fumicultura, preparando o agricultor e capacitando os jovens no PRONAF (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;table class="MsoTableGrid" style="border: medium none ; border-collapse: collapse; text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" border="1" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr style=""&gt;   &lt;td colspan="2" style="border: 1pt solid windowtext; padding: 0cm 5.4pt; width: 464.4pt;" valign="top" width="619"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;OS   CLIENTES&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Principais   destinos do tabaco da Bahia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 216.1pt;" valign="top" width="288"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Destino&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 248.3pt;" valign="top" width="331"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Percentual&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 216.1pt;" valign="top" width="288"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Paises Baixos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 248.3pt;" valign="top" width="331"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;23%&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 216.1pt;" valign="top" width="288"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Alemanha&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 248.3pt;" valign="top" width="331"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;16%&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 216.1pt;" valign="top" width="288"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Indonésia&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 248.3pt;" valign="top" width="331"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;16%&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 216.1pt;" valign="top" width="288"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Bélgica&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 248.3pt;" valign="top" width="331"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;10%&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 216.1pt;" valign="top" width="288"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Portugal&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 248.3pt;" valign="top" width="331"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;6%&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 216.1pt;" valign="top" width="288"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Honduras&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 248.3pt;" valign="top" width="331"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;5%&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 216.1pt;" valign="top" width="288"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Estados Unidos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 248.3pt;" valign="top" width="331"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;4%&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 216.1pt;" valign="top" width="288"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Tunísia&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 248.3pt;" valign="top" width="331"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;3%&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 216.1pt;" valign="top" width="288"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Espanha&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 248.3pt;" valign="top" width="331"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;3%&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 216.1pt;" valign="top" width="288"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Outros&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 248.3pt;" valign="top" width="331"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;14%&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Fonte: Seagri-BA/Secex&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;table class="MsoTableGrid" style="border: medium none ; border-collapse: collapse; text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" border="1" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr style="height: 28.85pt;"&gt;   &lt;td colspan="3" style="border: 1pt solid windowtext; padding: 0cm 5.4pt; width: 456.55pt; height: 28.85pt;" valign="top" width="609"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;PELO MUNDO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Exportações   baianas de tabaco&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="height: 14.05pt;"&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.15pt; height: 14.05pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Ano&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.15pt; height: 14.05pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;US$ FOB&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.2pt; height: 14.05pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Volume (Kg)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="height: 14.05pt;"&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.15pt; height: 14.05pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;2000&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.15pt; height: 14.05pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;15.353.229&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.2pt; height: 14.05pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="height: 14.05pt;"&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.15pt; height: 14.05pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;2001&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.15pt; height: 14.05pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;14.553.463&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.2pt; height: 14.05pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="height: 14.05pt;"&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.15pt; height: 14.05pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;2002&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.15pt; height: 14.05pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;14.664.194&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.2pt; height: 14.05pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="height: 14.05pt;"&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.15pt; height: 14.05pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;2003&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.15pt; height: 14.05pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;17.320.357&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.2pt; height: 14.05pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="height: 14.05pt;"&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.15pt; height: 14.05pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;2004&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.15pt; height: 14.05pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;16.748.424&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.2pt; height: 14.05pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="height: 14.05pt;"&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.15pt; height: 14.05pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;2005&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.15pt; height: 14.05pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;15.653.452&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.2pt; height: 14.05pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="height: 14.05pt;"&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.15pt; height: 14.05pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;2006&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.15pt; height: 14.05pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;24.641.077&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.2pt; height: 14.05pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="height: 14.85pt;"&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.15pt; height: 14.85pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;2007*&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.15pt; height: 14.85pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;11.530.645&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 152.2pt; height: 14.85pt;" valign="top" width="203"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;*Dados de janeiro a agosto de 2007&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Fonte: Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC),&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Aliceweb – Elaboração: Seagri-BA/SPA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;table class="MsoTableGrid" style="border: medium none ; border-collapse: collapse; text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" border="1" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr style=""&gt;   &lt;td colspan="2" style="border: 1pt solid windowtext; padding: 0cm 5.4pt; width: 455.4pt;" valign="top" width="607"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;PRODUÇÃO   BAIANA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Perfil da   fumicultura – Safra 2007&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 216.1pt;" valign="top" width="288"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Produção (t)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 239.3pt;" valign="top" width="319"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;11.122&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 216.1pt;" valign="top" width="288"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Área (há)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 239.3pt;" valign="top" width="319"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;12.485&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 216.1pt;" valign="top" width="288"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Rendimento (kg/há)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 239.3pt;" valign="top" width="319"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;891&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 216.1pt;" valign="top" width="288"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Valor da produção (folha)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 239.3pt;" valign="top" width="319"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;R$ 55.610.000,00&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 216.1pt;" valign="top" width="288"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Preço médio (Kg/folha)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 239.3pt;" valign="top" width="319"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;R$ 5,00&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Fonte: Seagri-BA, outubro de 2007&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;table class="MsoTableGrid" style="border: medium none ; border-collapse: collapse; text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" border="1" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr style=""&gt;   &lt;td colspan="2" style="border: 1pt solid windowtext; padding: 0cm 5.4pt; width: 464.4pt;" valign="top" width="619"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;EMPREGOS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Pessoas   envolvidas na atividade na Bahia – Safra 2007&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 216.1pt;" valign="top" width="288"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Categoria&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 248.3pt;" valign="top" width="331"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Pessoas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 216.1pt;" valign="top" width="288"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Integrados&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 248.3pt;" valign="top" width="331"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;4.739&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 216.1pt;" valign="top" width="288"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Proprietários&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 248.3pt;" valign="top" width="331"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;5.630&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 216.1pt;" valign="top" width="288"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Parceiros (integrados + independentes)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 248.3pt;" valign="top" width="331"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;2.970&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 216.1pt;" valign="top" width="288"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Armazém (beneficiamento do fumo)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 248.3pt;" valign="top" width="331"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;4.138&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 216.1pt;" valign="top" width="288"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Produção de charutos/cigarrilhas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 248.3pt;" valign="top" width="331"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;1.000&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 216.1pt;" valign="top" width="288"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Total&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 248.3pt;" valign="top" width="331"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;18.477&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Fonte: Seagri-BA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-8137968016216347972?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/8137968016216347972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=8137968016216347972' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/8137968016216347972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/8137968016216347972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/04/materia-fumo-reformulada.html' title='Materia Fumo-Reformulada'/><author><name>Gustavo Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15491025239786637745</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-L8mP_xpSSrY/TV1ScpPmoSI/AAAAAAAAAUE/Uc7_mZWzHjk/s220/Fotos%2B.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-8757917026784502166</id><published>2008-04-16T14:38:00.000-07:00</published><updated>2008-04-16T14:44:31.972-07:00</updated><title type='text'>Para nossa aula de 17/04</title><content type='html'>Naufrágio da tradição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em "Órfãos do Eldorado", Milton Hatoum se afasta da tradição novelesca européia e despreza a abordagem regionalista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LUIZ COSTA LIMA&lt;br /&gt;COLUNISTA DA FOLHA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sua configuração mais curta, a novela exige um relato sintético. Como, entretanto, fazer com que o menor espaço narrativo não prejudique a complexidade do relato? Nenhuma resposta abstrata é cabível. Só podemos apontar para casos modelares. Por exemplo, para o "Órfãos do Eldorado", o novo livro de Milton Hatoum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o leitor que conheça seus três romances anteriores e que ainda não haja lido a recente novela essa poderia parecer a retomada de uma temática de perda e dissipação, tendo como espaço Manaus e o Amazonas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A impressão estará correta desde que o leitor não confunda retomada com repetição. É a síntese própria da novela que impõe a diferença. A diferença será melhor compreendida se antes formularmos o horizonte que envolve essa novela e as obras anteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em comum, Hatoum despreza a abordagem de tanto prestígio entre nós, fixada entre as décadas finais do século 19 e as primeiras do 20: a abordagem regionalista -uma espécie de realismo de costumes. Despreza-o para que estabeleça uma outra deriva entre a narrativa mítica e a novelesca (abrangendo romance e novela), distinta daquela que se disseminaria a partir da Europa sobretudo do século 18.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metamorfoses do mito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tradição novelesca então constituída tivera como matéria-prima situações do cotidiano, que se impunham sobre o fantástico e o maravilhoso derivados dos mitos antigos. O regionalismo era uma deriva daquela tradição novelesca por diferençar o cotidiano de uma certa área geográfico-cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bem outro o caminho assumido por Hatoum. Ele se dá de maneira comparável ao que se cumpriu tanto no chamado "realismo mágico" latino-americano como no relato curto faulkneriano. Daquele se diferencia por ser antes surpreendente do que mágico, deste por não recorrer a situações escabrosas ou espantosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tais diferenças, contudo, não impedem que os vejamos como integrantes de uma família da qual estão excluídos, por exemplo, Balzac e Flaubert e que exprimem outro modo de transformação da massa mítica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso específico da novela de Hatoum, as metamorfoses do mito se cumprem pelas alterações pelas quais passa a lenda do Eldorado. Miticamente, o Eldorado de que a novela de Hatoum se afasta se confunde com uma cidade submersa e encantada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele deixa de tematizá-la para que identifique o Eldorado com um naufrágio. É certo que, nos dois casos, o Eldorado é o invisível, o que está fora do alcance do olhar cotidiano. Mas essa comunidade de sentido importa apenas para que se confirme o afastamento quanto à tradição novelesca européia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na novelística de Hatoum, o naufrágio tem uma tríplice dimensão. É do cargueiro assim chamado, em que se concentrava a riqueza paterna do narrador; nominalmente, é da ilha para onde foge a órfã amada, de quem tampouco se sabe se fora filha ou amante de seu pai; e, sobretudo, do poder e da riqueza que haviam sido de seu avô e de seu pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A passagem do tempo, concentrando-se o relato na geração do neto, apresenta pois uma derrocada progressiva. Ela se consuma com a venda da residência em Vila Bela e a extensa propriedade em área vizinha. O narrador é portanto o estróina do que fora acumulado por duas gerações?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, mas não só. Enriquecer ali significa, como sucedera com o avô, usufruir do massacre de nativos e caboclos, apossando-se então da área que os mortos ocupavam e, como o pai, auferir os ganhos de contrabandista e as vantagens propiciadas por seu relacionamento com os políticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Múltipla orfandade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Eldorado mítico é algo, portanto, que se destrói com a passagem para o relato novelístico. Esse não prolonga o mito pelo que então seria sua... mitificação, senão que, ao contrário, demonstra como à mudança no regime narrativo correspondeu uma múltipla orfandade. Essa só é nomeada pela combinação entre o narrador, que, estróina, não tem a energia acumulativa do avô e do pai, e o conhecimento das transações destes pelo amigo, advogado e amante da poesia, que funciona como o mediador entre o pai e o filho, convertido em quase mendigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relações eróticas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal combinação, ademais, sucede entre alguém que se mantém solteiro, o advogado e leitor dos poetas, e o estróina, sufocado por um erotismo que, duas vezes, o põe numa contigüidade extrema quanto ao pai: ainda em criança, ao ser sexualmente iniciado pela índia que presta "serviços" ao patriarca, depois, ao se apaixonar por aquela que, depois de entregar-se a ele, desaparece, refugia-se numa ilha (chamada Eldorado) e de quem o amigo advogado declara não saber se era sua irmã ou amante de seu pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, a destruição do Eldorado mítico interfere diretamente no campo das relações eróticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada estranha, por isso, que, na procura da mulher amada, o narrador, ao chegar ao local em que provavelmente está ela refugiada, nele encontre, além do "cheiro e o asco dos insetos", apenas a solidão: "Aquele lugar tão bonito, o Eldorado, era habitado pela solidão".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LUIZ COSTA LIMA é crítico e professor da Universidade do Estado do RJ e da Pontifícia Universidade Católica (RJ). Escreve regularmente na seção "Autores", do Mais!.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÓRFÃOS DO ELDORADO Autor: Milton Hatoum Editora: Companhia das Letras Quanto: R$ 29 (112 págs.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;+ livrosPara gostar de ler&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livro sobre o "Suplemento Literário", do "Estado de S. Paulo" expõe atual elitização da leitura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARLOS EDUARDO LINS DA SILVA&lt;br /&gt;ESPECIAL PARA A FOLHA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meio século e um ano atrás, "O Estado de S. Paulo" resolveu pagar bem a um grupo de intelectuais de primeira linha para produzir uma "apensa" ao jornal: seis páginas semanais dedicadas à literatura, sob o título de "Suplemento Literário".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta mencionar os nomes dos editores e colaboradores para ter certeza da qualidade do produto: Antonio Candido, Décio de Almeida Prado, Paulo Emílio Salles Gomes, Lourival Gomes Machado, Leyla Perrone-Moisés, Nilo Scalzo, entre diversos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem ilustrava os textos dessa gente eram artistas como Aldemir Martins, Clóvis Graciano, Marcelo Grassman, Di Cavalcanti, Maria Bonomi, Hilde Weber, Renina Katz, Wesley Duke Lee, Livio Abramo. A história deste marco da cultura brasileira, que viveu de 1956 a 1974, está relatada em "Que Falta Ele Faz!", de Elizabeth Lorenzotti. Trata-se de documento inestimável para a história do jornalismo e da vida intelectual do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre os registros que ele traz, de incalculável valor para os profissionais e estudiosos da comunicação atuais, está a reprodução fac-similada do projeto que Antonio Candido apresentou a Júlio de Mesquita Neto e Ruy Mesquita para o suplemento e foi integralmente aceito pelos diretores do jornal. Em toda a sua existência, o "Suplemento Literário" não sofreu censura nem pressões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O plano original foi cumprido à risca, independentemente das tensões ideológicas e econômicas que o país viveu, como relatam seus sobreviventes. Mas a sociedade mudou, o jornalismo também e o suplemento acabou. Lorenzotti diz que ele faz falta. Mas o fato é que aqueles seus objetivos de "servir como instrumento de trabalho e pesquisa aos profissionais da inteligência" e "nunca transigir com a preguiça mental, com a incapacidade de pensar" talvez tenham deixado de fazer sentido no mundo contemporâneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem pessimismo saudosista, é difícil fugir à realidade de que hoje em dia lê-se cada vez menos. Não só aqui no Brasil; no mundo todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sete minutos por dia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O National Endowment for the Arts (entidade pública independente nos EUA) divulgou no ano passado pesquisa segundo a qual os jovens americanos entre 15 e 24 anos gastam em média sete minutos por dia de semana em leitura voluntária (ou seja, não como tarefa escolar obrigatória). A venda de livros nos EUA caiu de 8,21 por habitante/ano em 2001 para 7,93 em 2006. A despesa com livros por domicílio americano em 2007 foi a mais baixa em 20 anos, e o preço médio cresceu substancialmente -ou seja, as pessoas estão consumindo menos livros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, embora as livrarias estejam comemorando um crescimento de 15% em seu faturamento em 2007 em relação ao ano anterior no bojo da onda do aumento generalizado do consumo, não há nenhum sinal de que o número de leitores ou que o tempo gasto em leitura estejam também subindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste cenário, será que o "Suplemento Literário" ou algo do seu gênero teria como existir? Provavelmente não se o jornalismo se mantiver no mesmo rumo que tem seguido nas últimas décadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último quarto do século 20, o jornalismo impresso resolveu enfrentar o avanço dos meios eletrônicos sobre o consumidor de informação mimetizando os adversários. A fórmula mais apurada desse processo foi o diário "USA Today", que tentava aparentar-se a uma TV no papel. A estratégia deu certo por uns tempos. Mas, depois de cerca de 20 anos, o próprio "USA Today" resolveu editar textos mais longos e aprofundados, aparentemente convencido de que o público dos veículos impressos nunca mais irá crescer e exige material de qualidade superior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na edição de 24 de dezembro da revista "The New Yorker", o escritor Caleb Crain especula sobre a possibilidade de que "a leitura de livros por prazer um dia se tornará o domínio de uma "classe de leitores" especial, à semelhança da que existiu até a segunda metade do século 19, quando chegou a leitura de massa".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ler ficção poderá se tornar um hábito arcano de uns poucos, que poderão desfrutar de prestígio social ou não. Se e quando isso acontecer, talvez os jornais impressos venham a ser o veículo preferencial dessa casta, e aí, então, produtos como o "Suplemento Literário" realmente farão falta e poderão voltar a existir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARLOS EDUARDO LINS DA SILVA é livre-docente e doutor em comunicação pela USP e diretor de relações institucionais da Patri Políticas Públicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUPLEMENTO LITERÁRIO - QUE FALTA ELE FAZ!&lt;br /&gt;Autora: Elizabeth Lorenzotti Editora: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo (tel. 0/xx/11/ 6099-9800) Quanto: R$ 40 (208 págs.)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-8757917026784502166?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/8757917026784502166/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=8757917026784502166' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/8757917026784502166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/8757917026784502166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/04/para-nossa-aula-de-1704.html' title='Para nossa aula de 17/04'/><author><name>Leandro Colling</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10654965921482225596</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-4001444968955160379</id><published>2008-04-16T12:55:00.000-07:00</published><updated>2008-04-24T15:59:14.341-07:00</updated><title type='text'>MUNICIPIO (Materia completa)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;PATRIMÔNIO AGUARDA PELO RETORNO DAS OBRAS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ponte Dom Pedro II, localizada entre Cachoeira e São Félix, espera pelo regresso da reforma enquanto sua estrutura está comprometida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hamurabi Dias, Rosivaldo Mercês e Deyvson Oliveira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como nos fala os versos do poeta cachoeirano Roque Sena: “São duas cidades/Todas duas lindas/Tem uma ponte que separa/Mais bonita ainda”. Apesar da sua importância histórica, a Imperial Ponte Dom Pedro II, única via rodo-ferroviária entre as cidades de Cachoeira e São Félix, localizada no Recôncavo baiano, encontra-se envolvida em uma série de discussões sobre a paralisação nas obras de restauração.&lt;br /&gt;A empresa FCA (Ferrovia Centro Atlântica S.A.), com sede em Minas Gerais, dona da concessão dos trilhos ferroviários que passam pelos municípios de Cachoeira e São Félix desde o ano de 1997, é responsável também pelos reparos na ponte que interliga as duas cidades. Porém, a obra está parada. Segundo o técnico do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) em Cachoeira, Aníbal Garrido, não houve, por parte do órgão, um embargo à reforma. Segundo ele, a empresa tem que respeitar um prazo de 30 meses, ou seja, até o final de 2009 para finalizar a obra, pois o projeto apresentado pela FCA foi aprovado por esse instituto.&lt;br /&gt;Outra questão abordada é que a FCA estava realizando uma troca dos dormentes (lastros) de madeira por placas metálicas. Segundo Garrido, seria para prováveis testes de resistência do material usado. Pelo que foi investigado, essas placas metálicas ainda estão no trecho da ponte em que foram colocadas pela FCA durante sua obra ainda inacabada. Uma reportagem feita pelo jornal A Tarde, em abril de 2004, mostrou um relatório do corpo técnico da FCA, que alertava sobre o grande fluxo de automóveis de alta tonelagem sobre a ponte. Constava no relatório que o trânsito constante de carretas de 20 a 25 toneladas poderia acarretar na ruptura da estrutura. A ponte está em uma situação que inspira cuidados, é notável que em seu percurso existam deficiências que causam, muitas vezes, acidentes como dormentes já soltos e apodrecidos que formam buracos que dificultam a passagem de pedestres e o tráfego de carros. Segundo a assessoria de imprensa da empresa mineira existe um projeto de restauração e reforço estrutural no local. No ano de 2007, começou a ser executada a primeira etapa da referida obra, com a instalação das placas metálicas. A assessoria ainda informa que a FCA, está concluindo o processo de contratação de uma nova empresa para finalizar a próxima etapa da obra.  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;OPINIÃO PÚBLICA –&lt;/strong&gt; A população ainda desconhece os reais motivos da possível suspensão das obras. Muitos concordam que seria viável uma reforma na ponte, pois já presenciaram alguns acidentes envolvendo pedestres e motoristas no local. “A reforma está boa, mas agora parou tudo aí, porque o patrimônio não quer deixar”, acredita o ambulante Luis Alberto de Jesus, 58, que trabalha nas proximidades da ponte há dois anos. Ele ainda disse que já viu muitos carros furando pneus e quedas de motos na ponte.&lt;br /&gt;Mariluce Dayube, 54, já se envolveu em um acidente com seu carro na ponte. “Fiquei com trauma, até hoje não dirijo”, disse. Marcos Antonio da Silva, 65, é a favor da troca das madeiras pelas placas de metal. “A melhor reforma que teve foi aquela placa de ferro”, opina.&lt;br /&gt;O guarda municipal da cidade da Cachoeira, Roberto Carlos, que trabalha no controle do tráfego na ponte há seis anos, informou que pela atual condição, a ponte merece uma reforma. “Já vi muitos carros batendo, a tábua levanta, buracos que ficam no meio da ponte. Começaram a colocar as chapas de ferro, mas pararam não sei o porquê”. Segundo ele, a paralisação da obra pode ter ocorrido por que existiam empresas interessadas em fazer a reforma e estava havendo um processo de licitação.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DESCARACTERIZAÇÃO –&lt;/strong&gt; A Imperial Ponte Dom Pedro II, tombada em 1971 como parte do conjunto arquitetônico de Cachoeira, foi moldada na Inglaterra e inaugurada no Brasil em 1885, época do II Reinado. A razão de ser desse patrimônio é que, na época, não existia nenhuma ligação entre as cidades de Cachoeira e São Félix e, como já havia trilhos na cidade, foi necessário construir uma ponte para dar continuidade à ferrovia. Ela possui o comprimento total de 365 metros e largura de aproximadamente 9 metros. As vigas, que hoje encontram-se enferrujadas são fabricadas em treliças de banzos paralelos, com múltiplas diagonais em dois sentidos.&lt;br /&gt;O técnico do IPHAN, Aníbal Garrido, diz que há uma preocupação de muitos com a descaracterização da ponte com a troca dos dormentes de madeira. Para ele, isso não afetaria o aspecto visual do patrimônio. Ele lembra que já existiram muitas substituições de dormentes, ou seja, o aspecto original da ponte já foi descaracterizado, ainda que indiretamente. Para os cachoeiranos e sanfelistas que utilizam essa passagem que atravessa o rio Paraguaçu em seu dia-a-dia, a recuperação, de uma forma ou de outra no local, é urgente. “O critério como deve se fazer a reforma eu não posso opinar porque eu não entendo, mas deveria ter mais segurança para os pedestres e motoristas”, diz a comerciante Mariluce Dayube.&lt;br /&gt;Símbolo da importância econômica do Recôncavo no século XIX, a ponte Dom Pedro II, com seus 123 anos, continua sendo de importância fundamental para as cidades do Recôncavo, servindo como via de escoamento para os diversos produtos que ocupam os vagões de carga da FCA, e de via alternativa para as pessoas que precisam atravessá-la rumo ao seu trabalho ou suas casas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-4001444968955160379?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/4001444968955160379/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=4001444968955160379' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/4001444968955160379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/4001444968955160379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/04/municipio.html' title='MUNICIPIO (Materia completa)'/><author><name>Hamurabi Dias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14545915827098327523</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-oWdn-RWqCXA/TZkQig6U_CI/AAAAAAAAAB4/AhGosq81tF8/s220/DSC_8787%2B-%2BC%25C3%25B3pia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-5469021201308128372</id><published>2008-04-15T06:52:00.000-07:00</published><updated>2008-04-15T06:54:55.541-07:00</updated><title type='text'>Matéria Reformulada - Futebol</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O RECÔNCAVO NÃO É A BOLA DA VEZ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por falta de times na região, torcedores optam pelos clubes da capital&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calila Oliveira, Daniela de Oliveira e Mariana Cardoso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Campeonato Baiano de Futebol é considerado relevante por ter sido o primeiro a ser organizado no Nordeste e o segundo no Brasil. A competição é realizada ininterruptamente há 103 anos e tem, como principais vencedores, o Esporte Clube Bahia – 43 títulos –, o Esporte Clube Vitória – 24 títulos – e o Esporte Clube Ypiranga – 10 títulos. Existem, em média, 54 equipes por edição, que preenchem as três divisões por ordem classificatória e representam todo o estado.&lt;br /&gt;“Todo o estado? E onde está inserido o Recôncavo no Campeonato Baiano?” Não há equipes na primeira divisão, e são contados a dedo os times que participam da segunda e da terceira categoria, com atuações discretas e colocações finais intermediárias. A mesma população, que reclama do favorecimento da capital e do sul pelas autoridades políticas, não tem a preocupação de investir em seus clubes para participar da disputa.&lt;br /&gt;Entretanto, a culpa não deve ser descarregada apenas no poder executivo dos municípios. Estes lugares costumam ter grupos - geralmente famílias - com grande poder aquisitivo, os quais fazem circular em seus estabelecimentos a maior parte da renda da população. A preocupação com o lucro é certa. Mas o compromisso social, onde fica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cachoeira, por exemplo, é uma cidade que tradicionalmente revela bons atletas, devido à existência de pessoas que, mesmo sem apoio financeiro, ainda se empenham para manter o esporte vivo no município. Gente como Altamirando Chaves, 72, presidente da Liga Cachoeirana de Desportos e atual diretor da Colônia Esportiva Cachoeirana - time nativo -, que acredita no esporte como um meio de desenvolvimento e reconhecimento do local.&lt;br /&gt;Mas, infelizmente, não é só de boa vontade que se sustenta uma equipe de futebol e todos os profissionais envolvidos para o bom desenvolvimento de um clube. É preciso organização. Só que, para ela existir, é necessário fazer um investimento no setor esportivo. A inserção de uma cidade como Cachoeira num campeonato como o Baiano não significaria apenas uma maior visibilidade do município nos cenários estadual e nacional, por conta dos jogos televisionados, mas resultaria também numa mudança de vida de muitos jovens sem perspectivas, os quais ingressariam no mundo do futebol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o secretário de Educação e Desportos, Alex Kaorner Simões, 40, não existe verba carimbada para esportes no município e os projetos executados são financiados com recursos próprios, disponibilizados pela prefeitura. “A iniciativa de desenvolvimento do futebol na cidade não pode partir apenas da prefeitura, os clubes poderiam tentar investir nas categorias de base”, afirma Kaomer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A renda gerada em dias de jogos na cidade poderia ser investida em outros projetos sociais. Sem contar que, devido a essa ausência de times preparados e competentes, a população local acaba optando por torcer pelas equipes de maior tradição do estado e que, por coincidência ou não, são da capital: Bahia e Vitória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bate-bola: briga de cachorro grande&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferente dos times do Recôncavo, Bahia e Vitória, hoje, são as equipes de maior respaldo no estado. Não somente os habitantes de Salvador criaram vínculos com os times da própria capital, mas também existem torcedores espalhados por toda a região.&lt;br /&gt;Adroaldo Lafete, 48, e Alexandre Matos, 76, ambos residentes em Cachoeira, mostram-se torcedores fanáticos pelo Bahia e pelo Vitória, respectivamente. Serão vistos, a seguir, trechos da conversa descontraída, de ar provocativo, que foi realizada com cada um deles.&lt;br /&gt;“A torcida atual é fanática, é a mais bonita do mundo. E olhe que torcida de verdade é aquela que vai ao estádio. O saldo de vitórias no BA x VI é de 51, eles vão ter que suar muito para encostar na gente. E as duas estrelas?”, provoca o torcedor tricolor. O rubro-negro, em resposta, afirma: “A torcida do Vitória é a mais bonita, e hoje cresceu muito. Agora voltamos à elite do futebol brasileiro: estamos na primeira divisão”.&lt;br /&gt;O que o Recôncavo realmente precisa é de representação e investimento para que pessoas como Adroaldo e Alexandre possam ter orgulho e possam falar da mesma forma sobre os times nativos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-5469021201308128372?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/5469021201308128372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=5469021201308128372' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/5469021201308128372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/5469021201308128372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/04/o-recncavo-no-bola-da-vez-mudana-de.html' title='Matéria Reformulada - Futebol'/><author><name>Mariana Monte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14530584785055614618</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='14' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2zU81WQ7TEE/S8u5BrrfBYI/AAAAAAAAALc/30UyOTEitH4/S220/SDC11230+-+C%C3%B3pia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-750330685474552489</id><published>2008-04-12T16:04:00.000-07:00</published><updated>2008-04-16T08:27:07.587-07:00</updated><title type='text'>MODA</title><content type='html'>&lt;strong&gt;MODA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pérola Negra&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cachoeira, cidade histórica do Recôncavo Baiano, tem uma população de maioria afro-descendente. Segundo o site de pesquisa Wikipédia, a tal já foi conhecida como ‘Meca da Bahia’, pela grande influência malê sobre a cidade.&lt;br /&gt;A região é bastante conhecida pela sua cultura afro-religiosa, abrigando inúmeros terreiros de candomblé. Mas essa não é a única herança deixada pelos negros. A moda afro está nos penteados, acessórios e vestimentas de muitos moradores.&lt;br /&gt;Pelas ruas da cidade é possível constatar facilmente essa influência. Mulheres usando tranças é uma típica imagem que compõe o cenário da região. Não só as mulheres continuam seguindo essa tendência, os homens também trançam seus cabelos, fazem black powers ou dreads. Além disso, as contas de orixás colorem a cidade, seja nos braços ou pescoço de algum cachoeirano. As contas podem ser encontradas no comércio da mesma sem muito esforço, é o caso da Miscelânea Iemanjá. Em entrevista com a neta da dona, Idália Souza dos Santos, 19 anos, ela disse que todo tipo de pessoas vai ao estabelecimento, desde turistas a curiosos. O lucro é relativo, a depender da época do ano, e as vendas ajudam no orçamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte de renda e Cultura&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A moda afro é, contudo, uma fonte de renda para a população. Jacyara Santos Silvério Ferreira, 20 anos, é uma das mulheres da região que se beneficiam. Ela trança cabelos desde os 14 anos e disse que muitas pessoas procuram pelos seus serviços, o qual é sua única fonte de renda.&lt;br /&gt;Apesar dos cabelos trançados representarem muito bem a cultura afro na Bahia, e especialmente na cidade de Cachoeira, há também quem não goste muito de usar esse tipo de penteado, e prefere os alisamentos, escovas e pranchinhas.&lt;br /&gt;È o caso da estudante Cryhna Pereira de 18 anos, que diz alisar o cabelo por ser mais conveniente: “Acho que meu cabelo fica melhor liso, até por que quando faço tranças minha testa fica cheia de espinhas, já fiz tranças, mas prefiro dar escova. Por isso desde o ano passado eu dou alisante regularmente.&lt;br /&gt;A questão da identidade com os cabelos trançados, também retoma a discussão do resgate e da valorização da auto-estima do negro, como afirmou Alan Félix, 21 anos estudante de História da UFRB: “Eu gosto do cabelo trançado, não só do ponto vista da estética da beleza mas é um ponto de afirmação de sua negritude, chama mais minha atenção o cabelo trançado por causa disso.Não tenho discriminação nem preconceito, com quem alisa, mas não me cativa.Acredito que ao alisar os cabelos crespos é uma forma de você buscar se enquadrar num padrão de beleza instituída pela sociedade. É uma beleza midiática. E você acaba esquecendo sua origem, e se apagando enquanto indivíduo e entrando num padrão geral.As tranças tem o caráter da afirmação da identidade, a mídia também esta se apoderando disso, com a “beleza negra”, e eu acho que desta forma está se perdendo esse caráter de identidade. Trançar deixar o cabelo black, era uma forma de contrapor essa sociedade e se auto afirmar enquanto negro, e dizer: eu sou negro e me aceito como eu sou.”&lt;br /&gt;Essa opinião também é compartilhada por Adriana da Silva 14 anos, estudante do Colégio Estadual da Cachoeira: “Tranço meus cabelos desde pequena, meu cabelo é muito cheio, eu tranço pra arrumar, isso faz o cabelo crescer também. Apesar de alisar desde ano passado, me sinto muito mais representada como negra quando uso minhas tranças. Acho bonito e diferente, você pode colocar tranças vermelhas, de cores diferentes, acho que combina mais com a raça.”&lt;br /&gt;Trançando ou alisando, é um fato que a moda é muito influenciada pela cultura afro, e podemos perceber isso a cada novo penteado, a cada trançado colorido, a cada inovação nos cabelos das mulheres negras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Moda e religião&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há aqueles também que seguem o estilo afro sem ligações diretas a moda. A Irmandade da Boa Morte e o Terreiro do Caboclo Guarany de Oxóssi são exemplos disso. A indumentária originada dos africanos é utilizada no dia a dia e em festas. As negras da Boa Morte têm um vestuário para cada dia de festa da Irmandade, que acontece todos os anos, do dia 13 a 15 de agosto. Segundo Nilza Matias da Paixão, conhecida por Nini, no primeiro dia, as irmãs saem em procissão vestidas de branco, simbolizando luto pelo anúncio da morte de Maria. Nesse dia, elas também usam contas de orixás. No segundo dia elas vestem a beca ao contrário e carregam lenços em suas cabeças com outro lenço por cima chamado de bioco. O bioco é uma homenagem aos negros mulçumanos. No dia 15, último dia, elas celebram Maria usando a beca e uma farda, adicionada de jóias e bijuterias, com o intuito de “relembrar quando elas eram consideradas negras Partido Alto”, disse Valmir Pereira, administrador do Memorial da Irmandade da Boa Morte. Esses trajes são somente para ‘pessoal de santo’, pessoas ligadas ao candomblé.&lt;br /&gt;Não é apenas na Irmandade que esse tipo de indumentária é usado. Em terreiros, a saia rodada de cor branca é uma veste comum. Márcia Maria de Lopes, mãe pequena do Terreiro do Caboclo Guarany de Oxóssi, disse que há dois tipos de roupa: a de ração e a de festa. Roupa de ração é aquela usada no dia a dia e, também, durante a iniciação. Ela é composta por uma saia branca, camisu (camisa de mangas curtas, retas ou fofas, com decote oval arrematado por renda, usada em geral pelas filhas-de-santo), pano de cabeça e, posteriormente à iniciação (após sete anos), pode complementar o traje com uma bata. Em dias festivos, elas usam saias rodadas, jóias e contas, cada qual com as contas de seu orixá. O pano na cabeça é uma peça em comum nos dois tipos de vestes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-750330685474552489?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/750330685474552489/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=750330685474552489' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/750330685474552489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/750330685474552489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/04/moda.html' title='MODA'/><author><name>Carol Stones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018365093411752324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-8965713469608146556</id><published>2008-04-11T10:27:00.000-07:00</published><updated>2008-04-11T10:29:04.155-07:00</updated><title type='text'>Brincando de patrimoniar</title><content type='html'>Cachoeira busca há 30 anos o título de Patrimônio da Humanidade&lt;br /&gt;Alanna Oliveira, Luciana Fernandes e Sandrine Souza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grupo de cachoeiranos que hoje vive em Salvador resolveu revigorar uma luta antiga que pleiteia o título de Patrimônio da Humanidade, concedido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura, a Unesco. O professor Manoel Passos e o jornalista Jorge Ramos estão encabeçando este movimento, que ainda está se organizando e busca a institucionalização.&lt;br /&gt;Em entrevista, Manoel Passos afirma que o trabalho para conseguir o título é árduo e dispendioso e que, por isso, é de grande importância a mobilização de instituições e autoridades políticas. Inclusive comenta que a luta ficou incipiente durante algum tempo por falta de apoio e que só agora conseguiu aliados. Manoel fala também da grandiosidade do patrimônio de Cachoeira e da história da cidade.&lt;br /&gt;O cachoeirano e agente de patrimônio David Rodrigues é contra a forma como as coisas estão sendo feitas. Ele diz que o movimento deveria começar pela conscientização da população através de educação patrimonial e do incentivo às manifestações culturais locais. “A população de Cachoeira não está preparada para o título, ela ainda considera o tombamento um atraso e este tipo de mentalidade já deu grandes prejuízos ao patrimônio da cidade, como o extermínio de irmandades e da maioria das cabeças-de-negro”, diz. Segundo ele, o movimento tem se restringido a reuniões fechadas e não tem levado em consideração o que a população pensa. Marcelino Gomes também chama atenção para este aspecto dizendo que, inclusive, há um movimento crescente para destombar Cachoeira.&lt;br /&gt;David afirma existir um grande número de cachoeiranos que respondem ações judiciais por descumprir a legislação federal de preservação dos monumentos e ainda inclui o atual gestor da cidade, Fernando Antônio da Silva Pereira, nessa estatística. “Além de trazer trio-elétrico para a cidade, ele a pintou de amarelo e azul, o que desconfigura o ambiente e é contrário as regras de preservação. A falta de harmonia da iluminação pública, postes, fiação, barracas, placas comerciais e toldos formam uma poluição visual que quebra o clima do ambiente e é algo que também deve ser pensado”, completa David.&lt;br /&gt;Com a inscrição da cidade na lista dos 851 sítios que são patrimônios do mundo, uma inegável conseqüência é o aumento do turismo, de atração de investimentos e, possivelmente, de acesso a um fundo de recursos internacional da Unesco. No entanto, a cidade não tem estrutura para receber um grande número de pessoas e o seu encaixe geográfico também não favorece o desenvolvimento do ramo hoteleiro. Durante a entrevista foi manifestada preocupação com este aspecto, pois a construção de parques hoteleiros poderia descaracterizar a cidade, já que nem mesmo a presença do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) tem conseguido evitar que isso aconteça. No entanto Manoel Passos diz que com o advento do título haverá um maior poder de conservação sobre pressão internacional e risco de perder o título. Quanto a isso Marcelino afirma que a utilização dos monumentos já existentes seria uma medida inicial.&lt;br /&gt;O diretor do Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL), Xavier Vatin, analisa o aumento do turismo a partir de sua experiência como antropólogo. Ele teme que aconteça a “pelourização” de Cachoeira e chama a atenção para se pensar o desenvolvimento da cidade através de aspectos antropológicos, museológicos, que envolvam o patrimônio material, imaterial, cultural, arquitetônico, tangível e intangível, no intuito de evitar efeitos colaterais, como a criação de uma vitrine turística de prostituição internacional. “Eu voltei a Paris há dois anos e estava no metrô de lá quando vi uma propaganda da Bahiatursa mostrando a Bahia dividida em três partes; o Pelourinho, uma praia e no meio uma enorme bunda de mulher com fio dental. Depois eles não querem que façam o turismo sexual”, diz ele.&lt;br /&gt;Cristina Ferreira, professora e museológa, diz que o curso de museologia da universidade já realizou alguns eventos na câmara de vereadores e no Hansen, inclusive com a participação do diretor do Instituto do Patrimônio Artístico Cultural da Bahia (IPAC), com o objetivo de conscientização da população através da educação patrimonial. Fala também que a universidade tem interesse em ser parceira neste processo.&lt;br /&gt;Na opinião de Marcelino o IPAC está Empalhado em Cachoeira e as pessoas que defendem o patrimônio na cidade estão desempregadas, porque não há muitas possibilidades de trabalho e a prefeitura não emprega quem defende este posicionamento.&lt;br /&gt;Foi possível perceber depois do contato com o movimento que ele ainda é imaturo, não tem projeto e propostas bem definidos e tenta transferir a sua condução para a universidade e que a questão é bastante polêmica e deve ser pensada com mais responsabilidade o processo. Segundo Xavier a universidade pode contribuir ajudando a pensar o processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cachoeira foi batizada por índios com esse nome por significar, na língua deles, mar grande, devido a quantidade de águas e largura do Paraguaçu nesta região. Em 13 de março de 1531 é achada pelos portugueses e em 27 de dezembro de 1693 foi elevada à categoria de vila. Cachoeira torna-se o povoado mais próspero e populoso do Império exigindo que fosse ela promovida à categoria de cidade, o que aconteceu mediante a lei provincial nº 43, a então vila de Nossa Senhora do Rosário do Porto de Cachoeira transformou-se finalmente em cidade com o nome Heróica Cidade de Cachoeira. Foi um importante entreposto comercial da época e um dos mais extensos municípios do Brasil. A sua importância político-econômica era fator indiscutível. Já nasce com coroa de cidade heróica, coroa esta que ostenta em sua bandeira. 34 anos depois tem seus monumentos inscritos nos livros de Tombo do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e recebeu o título de Patrimônio Nacional, o que permite em pleno séc. XXI ostentar a beleza da sua arquitetura barroca que nos remete a sua importância econômica nos séc. XVII e XVIII. Ela foi palco de vários conflitos entre brasileiros e portugueses e teve filhos que marcou o seu nome na história nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Créditos: Sandrine Souza.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-8965713469608146556?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/8965713469608146556/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=8965713469608146556' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/8965713469608146556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/8965713469608146556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/04/brincando-de-patrimoniar.html' title='Brincando de patrimoniar'/><author><name>Alanna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14739950451006210437</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-8664775072789252277</id><published>2008-04-10T10:26:00.000-07:00</published><updated>2008-04-10T10:27:44.758-07:00</updated><title type='text'>Em busca de qualidade na educação pública</title><content type='html'>Educação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                 Em busca de qualidade na educação pública&lt;br /&gt;         As cidades de São Felix e Cachoeira buscam transformação educacional .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Anderson Silva, Carlindo Pinto e Toniel Costa.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;A educação melhorou consideravelmente em cinco anos na cidade de São Felix, afirmou a Coordenadora Pedagógica Maria José (Mazé) do Colégio Estadual Rômulo Galvão (CERG) que é o único de ensino médio da cidade, e possui cerca de 1500 alunos e 55 professores. Segundo ela, a chegada da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) foi um dos fatores de grande importância para esta mudança,hoje, se vê que os alunos se preocupam com cursinhos e se dedicam mais aos estudos a fim de obterem uma vaga na UFRB,conclui.&lt;br /&gt;    A escola possui um convênio com o terreiro cultural desde 2006, em Cachoeira, onde seus alunos conhecem um pouco sobre o audiovisual. Além de parceria com a Votorantin, Conselho dos adolescentes, Associação dos moradores salva-vidas que oferece oficinas de meio ambiente, teatro, dança, futebol de salão, vôlei de praia e de quadra, basquete e canoagem. Além do projeto protagonismo juvenil, que possui mais de cinco anos, onde é  trabalhado saúde e cidadania dos adolescentes.&lt;br /&gt;   Dentre os problemas que enfrenta o Rômulo está em possuir uma sala de informática devidamente instalada, a sala que abrigava os computadores sofreu por problemas de infiltração na rede elétrica. Mazé, como é conhecida a coordenadora, cita a falta desta sala como sendo o grande problema pedagógico da escola. Porém ressalta que não é o único problema, o laboratório de ciências que fora fornecido pelo Governo do estado encontra-se desativado, pois a secretaria não enviou técnico para instalá-lo. Temos o material, mas ele não funciona,explica. Além do problema que ela diz ser nacional que é  falta de professores na área de química, biologia e física.&lt;br /&gt;   Já a Professora Gilsélia da Silva do CERG, comenta que os alunos tem se interessado pouco pelo ingresso na universidade e que são os professores e a coordenadora que incentivam bastante com relação a isso. Apesar de observar que há alguns são mais interessados do que outros o que lhes falta é a prática da leitura. È motivo de preocupação entre os professores motivarem os seus alunos para despertarem o desejo pelos livros. A qualidade da educação está boa, mas não excelente.&lt;br /&gt;   Porém a professora e coordenadora de núcleo do Sindicato dos Professores Licenciados do Estado da Bahia (APLB) Helena Maria Vasconcelos, diz que: “Ainda não temos uma escola de qualidade”. E segundo ela, a educação precisa ser resgatada, pois se encontra “capenga”. Há um descaso dos poderes públicos frente às dificuldades do colégio, cadê a verba da merenda escolar que deveria vir e ainda não chegou?Questiona. Eles precisam é investir na educação pública, todavia eles não querem alunos que disputem espaço “deles” no amanhã. Se isto acontecer viveremos uma transformação no processo educacional.&lt;br /&gt;   A aluna Julia Augusta Santos do 3º ano do ensino médio do Rômulo, pensa em fazer Serviço social na UFRB. Para ela, o colégio e os professores estão mais comprometidos em conscientizar os alunos quanto ao vestibular. Já Fabiana de Jesus que cursa também o 3º e possui 17 anos, ainda decide entre Ciências ou Serviço Social tem uma única certeza que é cursar a Federal do Recôncavo, a qual considera a causadora da mudança radical do&lt;br /&gt;colégio. E apesar de ver tanta transformação confessa a falta de professores de Matemática, Química e Física. Jéferson Santana de Jesus de 16 anos que cursa  o 3º no CERG  diz optar por História por afinidade com área de humanas, salienta a importância da coordenadora pedagógica do colégio frente o incentivo aos alunos e conclui dizendo: “o Rômulo tem nos fornecido oportunidades”.&lt;br /&gt;    A Secretária de Educação da cidade de São Felix Professora Adelmira dos Santos Rodrigues, afirma que se comparando a alguns anos atrás atingiu-se um grau de qualidade na educação sanfelista.Havia escolas desorganizadas, onde sequer algumas delas eram regularizadas.Houve então todo um trabalho de regularização e organização das escolas. Segundo a secretária os recursos do governo eram insuficientes, a prefeitura então teve que assegurar o material escolar dos alunos, a gestão democrática foi outra medida tomada pela secretaria coma criação do Conselho Municipal de Educação e do Plano Municipal de Educação que dá diretriz para o município ter a sua educação dirigida por 10 anos. O plano foi aprovado em 2004 e entrou em vigor em 2005, só que existem problemas quanto ao recurso federal para as cidades pequenas, já que o Fundo Nacional da Educação Básica (FUNDEB) tem 70 % da verba destinada ao pagamento de professores. O Governo Federal tem intenção de melhorar a educação, mas a verba é insuficiente para esse objetivo, é o que diz a secretária. Que afirma vê a questão da qualidade da educação não como algo alcançado, mas como uma busca contínua.&lt;br /&gt;    Na cidade de Cachoeira, o vice-diretor do Colégio Estadual da Cachoeira (CEC) Inácio Tadeu, diz que tem faltado interesse por parte dos alunos para cursar o nível superior e que a cidade precisa despertar para tais questões. Um colégio como CEC com aproximadamente 2.000 alunos e 50 professores possui ainda um número bastante reduzido de aprovação no vestibular da UFRB, mas segundo o vice-diretor a  tendência de aprovação dos alunos tende a crescer.O que tem faltado para o colégio é material humano a nível de funcionários e até mesmo para tomar conta da biblioteca, do laboratório de informática  que fica no prédio cedido a UFRB,  e outros.Ele considera a situação da educação tão difícil que um menino de 8 anos conseguiu ser aprovado no vestibular,exemplifica e diz que: “ A educação quis dar um passo adiante,mas teria que rever algumas coisas”.&lt;br /&gt;    A qualidade do ensino público ainda não é boa; tem ainda deficiência de professor e os alunos se queixam desta falta. Há alunos que chegam no 1º ano do ensino médio sem saber equação é o comenta o Professor de Química do CEC, Jair Pereira de Barros. Acontece a falta de professores ,mas há também o desinteresse por parte dos alunos se tira 3 ou 4 numa turma que se dedica, há maioria se encontra desinteressado  o pior dentre os turnos é o noturno ,pois é onde se encontra os alunos que trabalham.Ele Diz: “Quando falo de vestibular a maioria fala que não está interessado que não passa de um diploma, eu diria se há 20% de interessado é muito.”&lt;br /&gt;    Segundo ele, o culpado é o sistema como um todo: é a escola, a direção quando se procura material e não tem, aqui mesmo é pouco usado o vídeo. E o laboratório de ciências, até hoje não funciona e o problema neste caso é do estado que não disponibiliza funcionário para o laboratório. Se tem as máquinas, porém não se tem como utilizá-las,comenta.&lt;br /&gt;   Luciano Silva aluno do 1º do CEC diz que a qualidade do ensino no estadual não é tão boa quanto nos outros e que tem dias que os professores sequer vão.E questiona obrigatoriedade do fardamento completo que compõe calça jeans, sapato, e a camisa do colégio.Ele Questiona: “E se tiver alguém que não tiver condições de vir de sapato?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                           Uma pequena localidade e uma grande iniciativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   No distrito de Capoeiruçu pertencente à cidade de Cachoeira é possível presenciar na Escola Antonio Joaquim Pereira (AJP) algumas transformações na esfera educacional. O atual diretor e professor Claudionor Mendes da Cunha formado em Geografia pela Universidade do Estado da Bahia (Uneb) de Santo Antonio de Jesus. Ele conta que do ponto de vista administrativo encontrou uma escola muito bem organizada. Porém era uma escola que há muito tempo não experimentava uma reforma e do ponto de vista pedagógico a antiga diretora sempre declarou que não priorizou esta área e tal parte vivia um tanto solta. A professora Joelza Araújo declara que: “O colégio uns anos atrás era deplorável parede rachando, falta de material, mas há alguns anos vem melhorando”.&lt;br /&gt;    A partir deste momento começa-se então a viver mais intensamente as mudanças neste colégio que é considerado pelo corpo docente como um modelo a ser seguido pela região. As reuniões entre os professores começam a ocorrer de maneira mais constante a fim de ser sanada as dificuldades do colégio e suas carências. È feito então um trabalho de valorização do aluno e do professor fazendo com que eles entendam que são parte do processo.Os alunos do AJP que tinham um nível de auto-estima muito baixo começa a viver as mudanças que estão acontecendo no colégio. Foram matriculados 265 alunos e colégio terminou o ano com 214. Foi estabelecida pela direção que seriam matriculados 300 no ano de 2009,porém já  em 2008 o colégio dispõe de 335 alunos.O que segundo Claudionor Mendes prova a credibilidade dos seus alunos.&lt;br /&gt;    A escola que recebeu da secretaria do estado, a cargo do senhor Adeum Sauer,R$10.401,00 para a reforma do colégio, uma verba que teve valor único para todas as escolas estaduais.Verba que o diretor da escola julga pequena para as reais necessidades da Instituição escolar.&lt;br /&gt;   Como na maior parte das escolas públicas, há no AJP uma carência de professores no caso da escola de Geografia,História e Inglês.Além dessa dificuldade existe também falta de um porteiro no matutino, uma bibliotecária no noturno.E considerado um dos maiores problemas que é a ausência da sala de informática.A empresa de Barreiras, Databyte, que ganhou a licitação para instalar os computadores não foi instalar.Eles até mandaram  uma declaração para ser preenchida e devolvê-la declarando que já tem condição de recebê-los,porém apesar de ter sido preenchido o documento eles nada fizeram.&lt;br /&gt;    A sala de informática que se encontra devidamente instalada com 10 computadores que foram enviados pela Proinfo, rede lógica, rede elétrica, ar condicionado e até o dinheiro para aquisição das mesas e cadeiras já foi liberado. Falta tão e somente a empresa responsável, sendo redundante, assumir suas reais responsabilidades para com o colégio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-8664775072789252277?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/8664775072789252277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=8664775072789252277' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/8664775072789252277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/8664775072789252277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/04/em-busca-de-qualidade-na-educao-pblica.html' title='Em busca de qualidade na educação pública'/><author><name>Anderson Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06726833101665863538</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-6185383656829228473</id><published>2008-04-10T09:34:00.000-07:00</published><updated>2008-04-10T09:42:27.910-07:00</updated><title type='text'>Matéria sobre Trabalho Infantil</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;               Exploração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                           Trabalho infantil não é brincadeira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar das políticas que visam a erradicação , o uso da mão-de-obra de crianças e adolescentes  ainda é    uma  realidade no município de Cruz das Almas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daniela Silva, Meire Fiúza, Patrícia Neves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Jucimaria Santos Cunha, 13anos, residente no bairro do Itapicuru, cursa 7ª série do ensino fundamental, sonha em ser professora. Ela freqüenta, desde o ano passado, o PETI (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil) do governo federal. Antes de participar do programa, trabalhava vendendo doces e fazendo trabalhos domésticos ganhando apenas de três a cinco reais. A menina conta que tinha um baixo desempenho escolar, devido à falta de tempo para se dedicar aos estudos.&lt;br /&gt;     Segundo a assessoria da Secretaria de Trabalho e Ação Social, o PETI possui quatro núcleos, e atende 252 crianças na cidade de Cruz das Almas, estes por sua vez, devem obter no mínimo 85% de freqüência escolar, possuir idade entre 7 e 15 anos e 11 meses, e devem estar em situação de risco social.&lt;br /&gt;Estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) mostra que 5,1 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos estavam inseridos no mercado de trabalho, em 2006. O número, que corresponde a 11,5% da população nessa faixa etária.&lt;br /&gt;   No estado da Bahia, a pesquisa constatou que em 2001, 17 mil crianças e adolescentes, entre 10 e 14 anos, atuavam como empregados domésticos, já em 2006, data da última Pnad, houve uma redução de 41%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;POLÍTICAS PÚBLICAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Vera Lúcia Oliveira Souza, assessora da Secretaria de Trabalho e Ação Social, diz que a predominância de exploração da mão-de-obra infantil na cidade de Cruz das Almas, se concentra na área de escoamento e comercialização de mercadorias nas feiras livres, além do trabalho na agricultura, no recolhimento de latinhas e ferro velho. Ela ainda cita que o mais difícil de ser detectado e erradicado é o trabalho doméstico realizado pelas meninas, pelo fato de ser de fácil camuflagem.&lt;br /&gt;            A grande questão é: como combater a exploração da mão de obra infantil, se ainda há certa banalidade quanto a este assunto?&lt;br /&gt;Ainda de acordo com a assessoria, no PETI ocorrem atividades socioeducativas, como por exemplo, reforço escolar, aulas recreativas, esportes e futuramente aulas de informática e música. Através da parceria entre o PETI e o CRAS (Centro de Referência da Assistência Social) também criado pelo governo federal, o objetivo é atender as pessoas com vínculos familiares fragilizados devido a situações de risco e vulnerabilidade social, e famílias com renda abaixo de ¼ de salário mínimo por pessoa. A prioridade é para quem é cadastrado no bolsa família ou no BPC (programa que garante renda mensal a pessoas idosos  a partir de 65 anos  e/ ou  pessoas com deficiência  de qualquer idade  que comprovem não possuir meios de prover a própria subsistência ou de tê-la provida pela família). As famílias dessas crianças participam de projetos, criados com o intuito de proporcionar aos pais um acompanhamento e conscientização, disponibilizando cursos de artesanato e outros, que visam capacitá-los em atividades que possam gerar alguma lucratividade que venha acrescer a renda familiar.&lt;br /&gt;Vera diz que a procura pelos programas tem sido grande, mas, ainda se observa no município muitas crianças em atividades penosas e degradantes.   &lt;br /&gt; Irene Batista, faxineira desempregada, quatro filhos, recebe bolsa família e busca o apoio no CRAS. Ela diz que sua filha de 9 anos que está no PETI tem tido melhoras tanto no âmbito escolar como no comportamental. “Antes ela era muito brava e vivia á toa na rua” diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;INFÂNCIA PREJUDICADA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Everilda Santana Machado Souza, psicóloga do CRAS, diz que o trabalho infantil, tira a alegria e a vivacidade, exclui a criança das atividades normais que daria suporte para formação de um adulto saudável. Pode conduzir a delinqüência e a doenças como a depressão além de poder se tornar um adulto agressivo ou desiludido.&lt;br /&gt;     A assistente social, Adriana Brandão, diz que os prejuízos que o trabalho infantil traz a essas crianças primeiramente é constatado na estrutura física, pois a jornada de trabalho é intensa, e muitas não se alimentam da forma necessária para um bom desenvolvimento físico. Além dos problemas psicosociais, como o amadurecimento forçado. A criança que trabalha pode trazer até a sua fase adulta uma visão amarga da vida e também um desgaste emocional, pois ela cria uma responsabilidade precoce.&lt;br /&gt;     Nunca houve punição efetiva das pessoas que utilizam do trabalho infantil na cidade de Cruz das Almas, pois, muitas vezes a criança é coagida a exercer o trabalho, ou a sua própria família é conivente com a situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;REPASSES FINANCEIROS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Segundo o site do governo federal (www.mds.gov.br) o Estado da Bahia recebe por ano do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, R$ 2,81 bilhões para execução de programas sociais. As ações nas áreas de transferência de renda, assistência social e segurança alimentar beneficiam 7,5 milhões de pessoas. O Bolsa Família, maior programa de transferência de renda do País, transfere por mês R$ 112,6 milhões para 1,4 milhão de famílias baianas.     Para os programas de assistência social, o Ministério destinou de janeiro a dezembro R$ 188,2  milhões para realizar 1,4 milhão atendimentos na Bahia. O MDS investiu R$ 24,7 milhões no Programa para Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) no Estado, para tirar 128 mil crianças e adolescentes do trabalho entre janeiro e dezembro.&lt;br /&gt;    No Programa de Atenção Integral à Família (PAIF), os 336 Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), também conhecidos como Casas das Famílias, oferecem atendimento psicológico e de assistência social para 875 mil pessoas com repasse de R$ 27,6 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COSCIENTIZAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;     A Constituição Federal de 1988 e o Estatuto da Criança e do Adolescente, promulgado em 1990, representaram uma inovação e uma impor&amp;shy;tante brecha na luta pela erradicação do trabalho infantil.&lt;br /&gt;    A Constituição Federal  proíbe o trabalho de menores de 16 anos, permitindo, no entanto, o trabalho a partir dos 16 anos de idade, desde que na condição de aprendiz, desde que não sejam em atividades insalubres, perigosas ou penosas, ou ainda, trabalhos que envolvam cargas pesadas, jornadas longas e em locais ou serviços, que lhes prejudicam o bom desenvolvimento psíquico, moral e social.&lt;br /&gt;    A assessoria informa que a Secretaria de Trabalho e Ação Social tem se esforçado na conscientização das famílias mostrando que as crianças devem ter direito a infância e todas as atividades recreativas e escolares. Também alerta que deve haver uma conscientização da população em geral, pois, somente os projetos não podem mudar tal situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-6185383656829228473?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/6185383656829228473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=6185383656829228473' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/6185383656829228473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/6185383656829228473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/04/matria-sobre-trabalho-infantil.html' title='Matéria sobre Trabalho Infantil'/><author><name>Patrícia Neves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11539125644763412144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_QbwMGzQrJfA/S75AEDKVMhI/AAAAAAAAAAg/0i56Oj2G7YM/S220/eu+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-377035402077538682</id><published>2008-04-10T09:32:00.000-07:00</published><updated>2008-04-10T09:48:37.953-07:00</updated><title type='text'>Falta de atendimento prejudica portadores de anemia falciforme</title><content type='html'>Uma das cidades mais negras da Bahia ainda não possui tratamento para anemia falciforme&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lorena Souza, Palloma Braga, Daiane Arllin&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A anemia falciforme é a doença genética de maior prevalência no Brasil e no mundo. Na região do recôncavo tem uma incidência muito grande por ter um contingente em sua maioria de afro-descendentes, fruto da colonização. A doença é causada pela deformação dos glóbulos vermelhos que tomam forma de foice, característica que deu origem ao nome.&lt;br /&gt;Os sintomas mais freqüentes são dores fortes no corpo, aumento do lado direito do abdômen nos primeiros anos de vida, infecções constantes, palidez, cansaço fácil, icterícia, retardo do crescimento e ulceras. Segundo geneticista Rosivaldo Lima, o portador da anemia falciforme só alcança de 40 a 50 anos de vida, mesmo com todos os tratamentos.&lt;br /&gt;Segundo pesquisas feitas em 2005 pelo Ministério da Saúde, quase 13 mil falcemicos estão cadastrados no Sistema Único de Saúde (SUS). Estima-se que 30 a 50 mil pessoas são portadoras da doença, em todo o país. De cada grupo de 35 pessoas, uma registra traço de anemia falciforme. Na Bahia há um falcemico para cada 500 nascidos vivos. No Rio de Janeiro o índice é de um para cada 1,2 mil recém nascidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EM CACHOEIRA - A falta de informação sobre a doença ainda é muito relevante em Cachoeira, o que prejudica no diagnostico e tratamento em uma das regiões mais negras da Bahia. A família interessada em diagnosticar, pode fazer o teste do pezinho em crianças recém nascidas ou na Faculdade Adventista da Bahia (IAENE) em Capoeruçu. Na cidade não há um centro de tratamento para os portadores, que depois de diagnosticados são encaminhados para Salvador.&lt;br /&gt;Josélia, 25, residente em Cachoeira, descobriu que seus filhos gêmeos, Bárbara Gabrieli, e Cosme Gabriel tinham a doença, diagnosticada através do teste do pezinho. Após dois meses de espera seus filhos conseguiram ser tratados. Antes da primeira consulta, Cosme Gabriel sentia dores na barriga e foi levado ao hospital de Cachoeira, onde foi medicado e segundo a sua mãe, obteve melhora.&lt;br /&gt;Por falta do leite apropriado Cosme veio a falecer com desnutrição grave. Os médicos disseram segundo Josélia, que se tivesse iniciado o tratamento logo, a criança poderia ser salva. “Eu nem acreditei que meu filho tinha morrido, ele não estava sentindo nada, não estava sentindo dores, eu só sei que brincando com ele, como normalmente fazia, o peguei no colo e senti que ele tinha parado”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-377035402077538682?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/377035402077538682/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=377035402077538682' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/377035402077538682'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/377035402077538682'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/04/falta-de-atendimento-prejudica.html' title='Falta de atendimento prejudica portadores de anemia falciforme'/><author><name>Arllin Caribé</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17215316216157784058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5gDu23GQgyw/SZR_5utz0lI/AAAAAAAAAHE/QgL8aEW5pco/S220/imagemdai.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-1413588596349521057</id><published>2008-04-10T08:15:00.000-07:00</published><updated>2008-04-10T08:37:56.442-07:00</updated><title type='text'>Não adianta fugir da capital</title><content type='html'>Quem vive no interior não está isento de doenças psicológicas.&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Astrude Modesto, Caio Barbosa e Talita Costa&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A depressão é considerada comum dos grandes centros urbanos, onde as pessoas vivem presas à idéia de cumprir suas atividades num curto espaço de tempo. No entanto, uma análise do cotidiano de Cachoeira e São Félix fez perceber que o problema também é recorrente no interior.&lt;br /&gt;Caroline Góis, psicóloga do Centro de Atenção Psicosocial Ana Nery em Cachoeira (CAPS), comentou que a falta de expectativa de um futuro promissor é uma das causas da depressão nos interiores. Ela acredita que o ritmo de vida nas cidades pequenas está se aproximando ao da capital, mas que as oportunidades não são as mesmas.&lt;br /&gt;Segundo Wellington Junior, também psicólogo do CAPS, existe um modismo na sociedade quanto à depressão. As pessoas tendem a confundi-la com alguns sintomas do estado depressivo. “O transtorno bipolar, caracterizado por oscilações entre euforia e desânimo profundo, é que seria realmente um exemplo da doença”, comentou Wellington.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CAPS CACHOEIRA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Centro Ana Nery é um programa do Governo Federal em parceria com a prefeitura de Cachoeira. Ele desenvolve um trabalho de reabilitação de indivíduos com distúrbios nervosos, atendendo, principalmente, as classes menos favorecidas. Segundo Caroline, 60% dos pacientes apresentam características de um quadro de depressão. Eles são assistidos uma vez na semana por psicólogo e psiquiatra. Ocorrem também encontros semanais com os familiares para esclarecer o tratamento.&lt;br /&gt;“Não contamos com total apoio dos familiares”, afirmou Damaris Calumbi, assistente social do CAPS. O centro tem a proposta de desenvolver em 2008 um programa que reverta a situação, uma vez que o contato com a família dos pacientes é crucial para o bom desempenho do tratamento.&lt;br /&gt;Graça Maria dos Santos, 55, é paciente do centro há dois anos. Sofre de depressão moderada e epilepsia. “Depois que a minha mãe morreu, comecei a ficar muito triste. Aqui no centro, jogo dominó, faço colagens, pulseiras e acabo me distraindo”, fala Graça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;QUADRO CLÍNICO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A doença afeta o estado de humor dos indivíduos, deixando-os geralmente tristes, com cansaço físico e mental exagerado. Estresse, estilo de vida e a ocorrência de fatos marcantes podem causar um estado depressivo.&lt;br /&gt;Existem diferentes estágios de depressão. O leve, quando a pessoa se sente triste, mas ainda consegue desenvolver suas atividades. Na depressão moderada, o indivíduo evita manter contato social. O estágio profundo da doença é marcado por isolamento total. O depressivo não responde a nenhum estímulo.&lt;br /&gt;Quem sofre de depressão, geralmente, faz tratamento com psicólogo e psiquiatra. O primeiro trabalha desenvolvendo atividades que permitam ao paciente mudar o humor. O psiquiatra receita antidepressivos, tais como: Carbolitium, Haldol Lexotan, Melleriil e Rivotril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BUSCANDO ALTERNATIVAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os hospitais de Cachoeira e São Félix não possuem profissionais da área de psiquiatria e psicologia. O atendimento de pacientes que sofrem de problemas do gênero fica restrito basicamente ao Centro Ana Nery, que existe há três anos. Necessitando de um tratamento mais específico, o indivíduo deve se deslocar para outras cidades.&lt;br /&gt;Em São Félix, o Centro Espírita Consolador dos que Sofrem é visto como outra alternativa de recuperação de pessoas que apresentam estado depressivo. Um dos trabalhos do centro é o “Atendimento Fraterno”. Em conversas particulares e individuais com Sildete Oliveira, a coordenadora da atividade, pessoas relatam seus casos e são orientadas a buscar na religião a solução para suas angústias. “Muitos me procuram achando que vão ficar loucos ou pensando em tentar o suicídio, por não encontrarem mais razão na vida”, comenta Sildete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TÂNIA TORRES&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Professora, 53, moradora de Cachoeira, sofre de depressão desde os dezoito anos. Durante a adolescência, por curiosidade, experimentou o álcool e a maconha, tornando-se dependente. Segundo ela, a dependência de drogas teria ocasionado a doença.&lt;br /&gt;Desde o início, Tânia freqüentou psicólogo e psiquiatra. No entanto, ela só tomou consciência de que era depressiva após a morte da mãe em 1997. Sem o amparo materno, chegou a tentar suicídio. Nessa época, passou a freqüentar as reuniões do Grupo Nova Esperança de Cachoeira, que trabalha com a reabilitação de dependentes do álcool.&lt;br /&gt;Hoje, Tânia é atendida por psiquiatra em Feira de Santana e continua participando das reuniões do grupo em uma atividade conhecida por “Cabeceira de Mesa”, momento em que cada participante relata suas histórias e troca experiências. Ela afirma que freqüenta também sessões espíritas. “O grupo e o espiritismo me dão equilíbrio mental, evitando que eu tenha recaídas”, comenta Tânia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-1413588596349521057?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/1413588596349521057/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=1413588596349521057' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/1413588596349521057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/1413588596349521057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/04/no-adianta-fugir-da-capital.html' title='Não adianta fugir da capital'/><author><name>Caio Barbosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02640019769510592013</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-4019682979711568678</id><published>2008-04-10T08:07:00.000-07:00</published><updated>2008-04-10T08:21:36.447-07:00</updated><title type='text'>Materia-Fumo(Revisada)</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;CONVENÇÃO QUADRO ABALA FUMICULTURA NO RECÔNCAVO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Tratado internacional de saúde publica prevê a erradicação gradativa das lavouras de fumo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;                                                                               Por Gustavo Medeiros,Orlando Silva e Kelma Costa&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A Convenção Quadro, estabelecida pela OMS, tem por objetivo controlar o plantio e cultivo do fumo nos países em desenvolvimento, onde o consumo do tabaco cresceu durante as últimas três décadas. O Brasil, enquanto país membro, saiu na frente e implementou as normas estabelecidas pela Convenção na Região Sul e em Arapiraca, onde houve uma diversificação de culturas. A atividade fumageira concentrada no Recôncavo da Bahia e sua matéria prima, o fumo, na época colonial, foram usados como moeda de troca na aquisição de escravos e, posteriormente, no fim do período imperial, foram incorporados à produção industrial,quando diversas empresas começaram a se instalar na região,exportando e comercializando charutos e cigarrilhas para outros países. Atualmente, o debate na câmara setorial do fumo se estende à estrutura da indústria fumageira e os males causados pelo tabagismo, uma vez que a intenção da Organização Mundial de Saúde é erradicar a cultura fumageira até o ano de 2023, podendo gerar desemprego entre os trabalhadores e prejuízo para os produtores na região, onde a atividade tem uma força econômica muito grande, levando em consideração os fatores históricos e geográficos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HISTÓRICO&lt;/strong&gt;-O fumo já era cultivado na América antes que esta tivesse um contato com o povo europeu. Produzido em larga escala no período colonial, estava voltado para o mercado externo e, no Recôncavo, ficou paralelo a economia açucareira. No final do Século XIX, com a chegada do processo de industrialização no Brasil, várias indústrias estrangeiras se instalam na região. É o período áureo da produção fumageira. Nas primeiras décadas do Século XX, se chegou a ter 50 unidades fabris, dentre elas a Suerdieck e a Danemann, esta última que continua a funcionar nas cidades de São Felix e Cruz das Almas, ainda tem na força de trabalho feminino o seu atrativo, no qual era muito comum vê-las enrolarem o fumo nas cochas, se constituindo como maioria responsável pela produção das cigarrilhas. Hoje em dia, a atividade se estende por quase toda a região, tornando assim uma prática econômica forte e acima de outras culturas. Segundo dados da SEAGRI (Secretaria de Agricultura), os principais clientes são os países europeus, além da Indonésia, Tunísia, Estados Unidos e Honduras. Quanto as áreas plantadas são, aproximadamente, 13 000 hectares, o que faz gerar uma media de R$ 5,00 por quilo a folha, chegando, no primeiro semestre de 2007, aos R$ 55 610 000,00 o valor da produção. No Recôncavo, a produção fumageira responde por 44% no estado, proporcionando um faturamento bruto de R$ 16 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INTENÇÕES&lt;/strong&gt; - Para Osvaldo da Paz, secretário da agricultura de Cruz das Almas, a Convenção Quadro não tem a intenção de acabar com a fumicultura no Recôncavo, mas sim promover uma diversificação na atividade, uma vez que a pretensão do Ministério da Fazenda é fixar taxas sobre os charutos produzidos. Segundo ele, para lidar com a redução de postos de trabalho, decorrente da queda na produção, um projeto foi elaborado e discutido com diversos órgãos, que consiste em incentivar a produção de oleaginosas em áreas de fumo, ressaltando que é impossível substituir a atividade fumageira, devido a garantia da assistência técnica oferecida pelas empresas, desde a formação das mudas até a sua comercialização e enfatiza que, devido as condições climáticas, além das restrições em algumas regiões do mundo, muitas empresas irão migrar para o Recôncavo, onde se produz o melhor fumo capeiro.Quanto as mulheres,que são maioria na produção de charutos,da Paz afirmou que existe outro projeto que consiste na confecção de doces caseiros em parceria com a EBDA e a EMBRAPA, além de outros cursos que capacitam as operárias do fumo.”Enquanto houver consumidores,haverá plantadores e só vai parar de plantar fumo quando não tiver mais produtor de charutos” ,afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IMPACTOS&lt;/strong&gt;-Sobre os impactos econômicos que a Convenção irá causar no Recôncavo, Josenita Salomão, presidente do sindicato dos trabalhadores na indústria de fumo, afirma que haverá uma diminuição no numero de empregos, aumento dos impostos nas exportações e um acúmulo de importações a custos baixos de charutos. Em toda a região, a atividade fumageira gera em torno de 18.470 empregos diretos e indiretos. No município de Cruz das Almas, este número não aparece definido, contudo Salomão salienta que a tendência é haver uma diminuição na quantidade de postos de trabalho e a preocupação é com os trabalhadores que possuem contrato de 3 meses,devido ao não pagamento da multa do FGTS pelas empresas,no intuito de fugir de alguns encargos sociais,precarizando assim as relações de trabalho.”Isso é legal,mas é imoral,”alega.Para ela,a Convenção Quadro vai acabar com áreas de plantio,ocasionando um aumento no índice de marginalidade,além da fome e do desemprego,vislumbrando um futuro triste para a fumicultura na região com a ratificação feita pelo Brasil e cita o exemplo da cidade de Maragojipe,onde a Suerdieck fechou as portas,restando apenas a atividade pesqueira como opção para os antigos trabalhadores .”O fumo está na UTI”,diz Salomão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DANOS&lt;/strong&gt; -No que diz respeito aos problemas contraídos pelo trabalho com o fumo, Salomão alega que nenhum aposentado sentiu nada e não ouviu dizer que ninguém teve problemas no contato com o fumo, levando em conta que antes de entrar na firma, os trabalhadores fazem exames médicos. Já Dona Maria Francisca, operária fumageira aposentada, diz que trabalhou dos 11 aos 39 anos em péssimas condições, contraindo um nódulo no pulmão, visto que muitas pessoas que trabalharam com o fumo têm o mesmo problema. Dona Maria afirma que, quando chegava a fiscalização,ela ficava escondida nos banheiros para não ser descoberta, o que mostra a omissão da exploração do trabalho infantil na produção fumageira. Em vigor desde 2005, a Convenção Quadro introduziu uma série de regras no intuíto de reduzir e prevenir o consumo de cigarros, tentando coibir com os males causados pelo uso indiscriminado do tabaco nos países em desenvolvimento. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-4019682979711568678?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/4019682979711568678/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=4019682979711568678' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/4019682979711568678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/4019682979711568678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/04/materia-fumorevisada.html' title='Materia-Fumo(Revisada)'/><author><name>Gustavo Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15491025239786637745</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-L8mP_xpSSrY/TV1ScpPmoSI/AAAAAAAAAUE/Uc7_mZWzHjk/s220/Fotos%2B.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-7393920895291603183</id><published>2008-04-10T07:59:00.000-07:00</published><updated>2008-04-10T08:04:08.658-07:00</updated><title type='text'>Moradores sob risco</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;Medo de desabamentos e exposição a doenças afetam moradores de encostas em Cachoeira.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por Avana Cavalcante e&lt;br /&gt;Sayonara Moreno.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;          Cachoeira é uma cidade localizada num relevo de depressão e, devido a isso, possui dificuldades para a construção de novas casas. Por conta dessa característica e da falta de terrenos, os habitantes com menos condições financeiras sentem-se obrigados a construir nas encostas, nas quais não se cobram impostos e não é necessária a posse legal do terreno.&lt;br /&gt;          Um dos maiores bairros periféricos, o Alto da Rodagem, é o que mais sofre atualmente. Com a aproximação das chuvas, aumentam os riscos de desabamentos e as dificuldades de locomoção, onde a falta de escadas de acesso é um dos principais causadores de acidentes com idosos, crianças, e grávidas.&lt;br /&gt;          Outro ponto preocupante é a proliferação de doenças causadas pelo acúmulo de entulhos nas casas, onde não há acesso para o transporte coletor de lixo, ocasionando o aparecimento de ratos e insetos, como o mosquito da dengue e o barbeiro. Com a ausência de uma política de infra-estrutura, os moradores não possuem eletricidade, dispondo apenas de postes feitos de madeira, ligados indevidamente à energia de outros bairros próximos. Existe ainda, a falta de saneamento básico que impede os moradores de terem encanamento e esgoto, fazendo com que os dejetos sejam jogados a céu aberto.&lt;br /&gt;          Djalma Santos de Almeida, morador há 10 anos, diz não suportar mais os problemas do dia-a-dia e confirma sua vontade ser contemplado pelo projeto da prefeitura com a acessibilidade às casas populares. “Já foi feita a promessa de demolirem a minha casa, por constatarem os riscos, mas nada ainda foi feito.”, afirma o trabalhador rural, de 32 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          CASAS POPULARES: a Prefeitura de Cachoeira, juntamente com a Caixa Econômica Federal e o Governo do estado, está realizando um projeto de financiamento de casas populares por um valor acessível aos moradores. Inicialmente, os beneficiados serão os habitantes do Alto da Rodagem, para os quais a prefeitura realiza a construção de 80 casas populares. O projeto ainda se estende a outros bairros de risco e pretende a construção de 200 casas, não iniciada por falta de espaço físico.&lt;br /&gt;          Após várias reuniões com os órgãos responsáveis, o Secretário de Obras e Meio Ambiente, Antônio Cláudio Andrade, admite ter dificuldades no término das 80 casas, pelo fato de a Embasa não ter cumprido com o acordo, que seria fazer o encanamento de água e rede de esgoto nas construções.&lt;br /&gt;          O processo seletivo de moradores contemplados já foi feito através de inscrições na prefeitura, priorizando as famílias que moram em barracos de madeira ou de taipa e que têm a perspectiva de mudança para o novo local. “A prioridade para os que não têm casas é devido a um problema que já aconteceu no município: as pessoas que já tinham casas vendiam as novas para melhorar as antigas.”, afirma o secretário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          LOCALIZAÇÃO: O projeto das casas populares está implantado numa área distante do centro e do comércio, a Rua da Feira, motivo pelo qual muitos moradores não pretendem mudar-se para a localidade. A saída seria, então, a realização de políticas de melhoria no próprio bairro em dificuldades, com a implantação de infra-estrutura. “O projeto já existe, mas não há recursos para executá-lo. Ali é uma área de risco, e tentamos convencer as pessoas a saírem de lá, mas muitos não aceitam por estarem mais próximas do centro.”, diz Antônio Andrade.&lt;br /&gt;          João Roberto Ferreira, morador do bairro desde sua fundação, diz enfrentar dificuldades todos os dias, mas descarta a possibilidade de sair do local. “Gostaria que a prefeitura melhorasse as nossas condições daqui, mas para eu me mudar, é impossível”, afirma o pescador de 63 anos.&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-7393920895291603183?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/7393920895291603183/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=7393920895291603183' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/7393920895291603183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/7393920895291603183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/04/moradores-sob-risco.html' title='Moradores sob risco'/><author><name>Sayonara Moreno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12225858792338151495</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-fVVaxG_Z4oA/TXf0yTY5ovI/AAAAAAAAAUY/IujRCFkOMi8/s220/DSC02290.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-3827174903724747785</id><published>2008-04-10T07:57:00.001-07:00</published><updated>2008-04-10T08:01:32.064-07:00</updated><title type='text'>Materia:Fumo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;CONVENÇÃO QUADRO ABALA FUMICULTURA NO RECÔNCAVO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Tratado internacional de saúde publica prevê a erradicação gradativa das lavouras de fumo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;                                                                                            Por Gustavo Mdeiros,Orlando Silva e Kelma Costa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A Convenção Quadro, estabelecida pela OMS, tem por objetivo controlar o plantio e cultivo do fumo nos países em desenvolvimento, onde o consumo do tabaco cresceu durante as últimas três décadas. O Brasil, enquanto país membro, saiu na frente e implementou as normas estabelecidas pela Convenção na Região Sul e em Arapiraca, onde houve uma diversificação de culturas. A atividade fumageira concentrada no Recôncavo da Bahia e sua matéria prima, o fumo, na época colonial, foram usados como moeda de troca na aquisição de escravos e, posteriormente, no fim do período imperial, foram incorporados à produção industrial,quando diversas empresas começaram a se instalar na região,exportando e comercializando charutos e cigarrilhas para outros países. Atualmente, o debate na câmara setorial do fumo se estende à estrutura da indústria fumageira e os males causados pelo tabagismo, uma vez que a intenção da Organização Mundial de Saúde é erradicar a cultura fumageira até o ano de 2023, podendo gerar desemprego entre os trabalhadores e prejuízo para os produtores na região, onde a atividade tem uma força econômica muito grande, levando em consideração os fatores históricos e geográficos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HISTÓRICO&lt;/strong&gt;-O fumo já era cultivado na América antes que esta tivesse um contato com o povo europeu. Produzido em larga escala no período colonial, estava voltado para o mercado externo e, no Recôncavo, ficou paralelo a economia açucareira. No final do Século XIX, com a chegada do processo de industrialização no Brasil, várias indústrias estrangeiras se instalam na região. É o período áureo da produção fumageira. Nas primeiras décadas do Século XX, se chegou a ter 50 unidades fabris, dentre elas a Suerdieck e a Danemann, esta última que continua a funcionar nas cidades de São Felix e Cruz das Almas, ainda tem na força de trabalho feminino o seu atrativo, no qual era muito comum vê-las enrolarem o fumo nas cochas, se constituindo como maioria responsável pela produção das cigarrilhas. Hoje em dia, a atividade se estende por quase toda a região, tornando assim uma prática econômica forte e acima de outras culturas. Segundo dados da SEAGRI (Secretaria de Agricultura), os principais clientes são os países europeus, além da Indonésia, Tunísia, Estados Unidos e Honduras. Quanto as áreas plantadas são, aproximadamente, 13 000 hectares, o que faz gerar uma media de R$ 5,00 por quilo a folha, chegando, no primeiro semestre de 2007, aos R$ 55 610 000,00 o valor da produção. No Recôncavo, a produção fumageira responde por 44% no estado, proporcionando um faturamento bruto de R$ 16 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INTENÇÕES&lt;/strong&gt; - Para Osvaldo da Paz, secretário da agricultura de Cruz das Almas, a Convenção Quadro não tem a intenção de acabar com a fumicultura no Recôncavo, mas sim promover uma diversificação na atividade, uma vez que a pretensão do Ministério da Fazenda é fixar taxas sobre os charutos produzidos. Segundo ele, para lidar com a redução de postos de trabalho, decorrente da queda na produção, um projeto foi elaborado e discutido com diversos órgãos, que consiste em incentivar a produção de oleaginosas em áreas de fumo, ressaltando que é impossível substituir a atividade fumageira, devido a garantia da assistência técnica oferecida pelas empresas, desde a formação das mudas até a sua comercialização e enfatiza que, devido as condições climáticas, além das restrições em algumas regiões do mundo, muitas empresas irão migrar para o Recôncavo, onde se produz o melhor fumo capeiro.Quanto as mulheres,que são maioria na produção de charutos,da Paz afirmou que existe outro projeto que consiste na confecção de doces caseiros em parceria com a EBDA e a EMBRAPA, além de outros cursos que capacitam as operárias do fumo.”Enquanto houver consumidores,haverá plantadores e só vai parar de plantar fumo quando não tiver mais produtor de charutos” ,afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IMPACTOS&lt;/strong&gt; -Sobre os impactos econômicos que a Convenção irá causar no Recôncavo, Josenita Salomão, presidente do sindicato dos trabalhadores na indústria de fumo, afirma que haverá uma diminuição no numero de empregos, aumento dos impostos nas exportações e um acúmulo de importações a custos baixos de charutos. Em toda a região, a atividade fumageira gera em torno de 18.470 empregos diretos e indiretos. No município de Cruz das Almas, este número não aparece definido, contudo Salomão salienta que a tendência é haver uma diminuição na quantidade de postos de trabalho e a preocupação é com os trabalhadores que possuem contrato de 3 meses,devido ao não pagamento da multa do FGTS pelas empresas,no intuito de fugir de alguns encargos sociais,precarizando assim  as relações de trabalho.”Isso é legal,mas é imoral,”alega.Para ela,a Convenção Quadro vai acabar com  áreas de plantio,ocasionando um aumento no índice de marginalidade,além da fome e do desemprego,vislumbrando um futuro triste para  a fumicultura na região com a  ratificação feita pelo Brasil e cita o exemplo da cidade de Maragojipe,onde a Suerdieck fechou as portas,restando apenas a atividade pesqueira como opção para os antigos trabalhadores .”O fumo está na UTI”,diz Salomão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DANOS&lt;/strong&gt; -No que diz respeito aos problemas contraídos pelo trabalho com o fumo, Salomão alega que nenhum aposentado sentiu nada e não ouviu dizer que ninguém teve problemas no contato com o fumo, levando em conta que antes de entrar na firma, os trabalhadores fazem exames médicos. Já Dona Maria Francisca, operária fumageira aposentada, diz que trabalhou dos 11 aos 39 anos em péssimas condições, contraindo um nódulo no pulmão, visto que muitas pessoas que trabalharam com o fumo têm o mesmo problema.  Dona Maria afirma que, quando chegava a fiscalização,ela ficava escondida nos banheiros para não ser descoberta, o que mostra a omissão da exploração do trabalho infantil na produção fumageira. Em vigor desde 2005, a Convenção Quadro introduziu uma série de regras no intuíto de reduzir e prevenir o consumo de cigarros, tentando coibir com os males causados pelo uso indiscriminado do tabaco nos países em desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-3827174903724747785?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/3827174903724747785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=3827174903724747785' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/3827174903724747785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/3827174903724747785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/04/materiafumo.html' title='Materia:Fumo'/><author><name>Gustavo Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15491025239786637745</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-L8mP_xpSSrY/TV1ScpPmoSI/AAAAAAAAAUE/Uc7_mZWzHjk/s220/Fotos%2B.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-2259031581507620089</id><published>2008-04-10T07:22:00.000-07:00</published><updated>2008-04-10T07:26:21.887-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;O Recôncavo que lê&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Na era da informática, as bibliotecas ainda são procuradas como fonte de pesquisa e lazer.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Por: Carine Costa, Elsa Filgueiras, Lise Lobo&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;e Lorena Braga.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;           “Sempre imaginei que o paraíso fosse uma espécie de biblioteca”. A frase do poeta Jorge Luís Borges nos dá a verdadeira dimensão da importância das bibliotecas na formação da memória de uma sociedade.&lt;br /&gt;            Embora elas existam desde a antigüidade, somente a partir do renascimento passam a ter um caráter mais democrático e tentam atingir um público maior. Atualmente são consideradas de consumo porque servem a todos os segmentos da sociedade.&lt;br /&gt;            Situadas no Recôncavo baiano, as cidades de Cachoeira, Muritiba e São Félix dispõem de bibliotecas públicas que buscam uma melhor qualidade dos serviços oferecidos e necessitam do apoio de instituições para o desenvolvimento contínuo de suas atividades.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Espaço de leitura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;     As bibliotecas públicas dos municípios dependem de uma lei municipal que as regulamentem e são mantidas com verbas do município ou de fundações, como a Fundação Pedro Calmon, que dá suporte a Biblioteca Pública Municipal Ernesto Simões Filho, em Cachoeira e a Biblioteca Pública Municipal Professora Leda Nadir Leal Coelho, em Muritiba; há também a Biblioteca Central que é  conveniada com a Biblioteca Pública Municipal Doutor Waldemiro Augusto Deiró Lefundes, em São Félix.&lt;br /&gt;    Os prédios onde estão instaladas as bibliotecas são prédios antigos que mantiveram as linhas arquitetônicas mesmo após as reformas feitas. A biblioteca de São Félix, fundada em 1946, foi reformada em 2003 cedendo seu espaço para o Arquivo Público e passando a funcionar em um antigo prédio escolar. Em Cachoeira, a biblioteca foi transferida de um prédio onde apenas ela funcionava e hoje divide espaço com a Secretaria Municipal de Educação. Já a de Muritiba funciona em um prédio próprio e é uma antiga reivindicação da população que nunca dispôs de uma biblioteca na cidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Internet x Livros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;    Inaugurada recentemente, a biblioteca de Muritiba é a única que conta com um laboratório de informática assim como terminais para consulta e pesquisa inclusive no setor infantil.&lt;br /&gt;    A existência dos computadores não exclui a utilização dos livros. Em Muritiba e São Félix, os alunos só são encaminhados à internet se após a consulta no setor de estudos e pesquisas for constatada a falta de exemplares sobre o assunto. Os funcionários da biblioteca de São Félix criaram um arquivo onde são encontradas as pesquisas feitas na internet para que outros estudantes tenham acesso a essas pesquisas, já que o único computador disponível é o do setor administrativo, na intenção que os estudantes leiam mais e não busquem apenas as facilidades e as respostas imediatas oferecidas pelo computador.&lt;br /&gt;     Segundo Raimundo Rocha, responsável pela biblioteca de Cachoeira, a internet não tem afetado o fluxo dos estudantes na biblioteca; o mesmo não acontece na biblioteca de São Félix, pois, segundo a responsável Angélica Magalhães, a internet rouba o interesse dos estudantes pelos livros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Público leitor&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     As bibliotecas recebem em média 100 pessoas diariamente conforme consta nos livros de registro. O seu público é formado principalmente pelos estudantes do nível fundamental e médio das escolas públicas, embora os serviços sejam oferecidos a toda comunidade. A biblioteca de Cachoeira também é bastante freqüentada por idosos que vão à procura de jornais e revistas.&lt;br /&gt;     Em São Félix e Muritiba pode se fazer o cadastro no setor de empréstimo e levar o exemplar para casa, onde pode ficar até oito dias. Acesso à internet, atividades recreativas, videoteca e CDs também estão disponíveis aos usuários. Em Cachoeira o serviço de empréstimo foi suspenso por conta de uma atualização que será feita assim que o sistema de informática for implantado.&lt;br /&gt;      Todas as bibliotecas possuem um acervo superior a cinco mil títulos, a maioria deles em boas condições, exceto em Cachoeira onde muitos livros estão desatualizados e segundo o administrador Raimundo Rocha, apesar das instruções dadas, muitas pessoas ainda arrancam páginas e riscam os exemplares. Esse problema não ocorre na biblioteca de São Félix, pois segundo Angélica Magalhães há programas de conscientização para o cuidado com os livros além da fiscalização por parte dos funcionários.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Capacitação profissional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;     Apesar da importância dos serviços oferecidos, nenhuma das bibliotecas possui um profissional graduado na área de Biblioteconomia. Segundo Junilda Silva, administradora da biblioteca de Muritiba, os funcionários receberam um treinamento de dez dias oferecido pela Fundação Pedro Calmon, GESB (Gerência do Sistema de Bibliotecas Públicas) e DIBIP (Diretoria de Bibliotecas Públicas).&lt;br /&gt;     A biblioteca de Cachoeira espera pela chegada de profissionais da Faculdade de Biblioteconomia da UFBA para catalogação de livros, implantação de computadores, treinamento e capacitação dos funcionários.&lt;br /&gt;     Outro problema enfrentado é a carência de funcionários, segundo o depoimento de Angélica Magalhães, que evidencia a necessidade de pessoas para trabalhar na videoteca, e Junilda Silva. Apesar das dificuldades, o atendimento ao público é satisfatório, já que os funcionários se esforçam para superar as deficiências e orientar aqueles que buscam os serviços oferecidos. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-2259031581507620089?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/2259031581507620089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=2259031581507620089' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/2259031581507620089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/2259031581507620089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/04/o-recncavo-que-l-na-era-da-informtica.html' title=''/><author><name>Lorena Braga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09946948933217809067</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-2579948090996071052</id><published>2008-04-10T07:01:00.000-07:00</published><updated>2008-04-10T07:31:19.908-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;TRÂNSITO DESORGANIZADO DIFICULTA O TRÁFEGO EM CACHOEIRA&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Ruas estreitas, ausência de placas e guardas de trânsito, deixam alguns trechos da cidade tumultuados &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Por Camila Moreira, Daiane Dória e Danielle Souza. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quem freqüenta a cidade de Cachoeira apenas em feriados e fins de semana, não imagina que uma cidade tranqüila, um patrimônio histórico, apresente um problema típico dos grandes centros, a desorganização no trânsito. Habitada por cerca de 35 mil pessoas, a cidade possui um tráfego intenso em determinados trechos, principalmente no horário de meio-dia, como é o caso das ruas Prisco Paraíso, Lauro de Freitas e Treze de Março. Apesar disso, fica comprovado, tanto no hospital como na delegacia, os baixos índices de ocorrências ocasionadas por acidentes no trânsito, o que gera certo comodismo do órgão responsável, o Ciretran (Circunscrição Regional de Trânsito).&lt;br /&gt;Um trânsito desordenado exige habilidades que vão além do simples transitar. Os pedestres estão constantemente disputando espaço com bicicletas, motos e carros. Algumas ruas estreitas ficam congestionadas durante a semana. O problema é agravado nos dias chamados “dias de feira” que são as “quartas e sextas”. Isto acontece porque a feira livre de Cachoeira instalada na Rua Prisco Paraíso, tem as barracas muito próximas do espaço destinado ao trânsito, além disso, nesta mesma rua também funciona o comércio, ou seja, é no maior ponto de movimentação que está o menor espaço para o tráfego.&lt;br /&gt;O Secretário de Transportes, Roberto Pereira Barreto, confirma a existência de um tumulto no trânsito. Mas, segundo o mesmo, a responsabilidade é do Ciretran, então não pode haver interferências da secretaria neste trabalho. O papel que cabe à prefeitura é o de disponibilizar guardas municipais para organizar o tráfego, no entanto, isto não ocorre porque seriam necessários concursos públicos para contratar pessoas para o cargo, o que ainda não aconteceu. “A Polícia Militar deveria dispor homens para este serviço nas ruas, mas nas condições precárias em que se encontra, viaturas quebradas,&lt;br /&gt;poucos homens, fica impossível fazer o trabalho”, fala Roberto Barreto.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ciretran -&lt;/strong&gt; Sérgio Cavalcante, coordenador do Ciretran, afirma que existe sim uma desorganização, mas o principal problema visto por ele, é a falta de educação no trânsito. Relata também, que o transtorno faz parte da cultura cachoeirana. Para ele é preciso, antes de tudo, a existência de uma conscientização dos próprios cidadãos. Atesta a necessidade da presença de placas de trânsito, faixas de pedestres e guardas de municipais, durante toda semana, e não só nos dias em que a feira livre esta em funcionamento, como acontece atualmente. No entanto, estes guardas não são destinados a fiscalizar o trânsito e sim, para organizar a feira, pois são de responsabilidade da Secretaria de Indústria e Comércio. O fato de Cachoeira ser patrimônio histórico impede a implantação de algumas medidas de segurança, como é o caso das faixas de pedestres, que são postas somente em asfalto, e semáforos, pois nos dois casos o caráter histórico preservado se perde.&lt;br /&gt;Uma questão citada pelo coordenador, é a idéia de municipalizar o trânsito, assim a prefeitura seria responsável pelo planejamento, projeto, operação, fiscalização e educação. As responsabilidades passariam a ser do município, facilitando assim a resolução desses vários problemas. Sérgio Cavalcante menciona a possibilidade de implantação da chamada Escola Pública de Trânsito ou Ipetran. Além de proporcionar carteiras de motorista para os que não podem pagar pelo serviço particular, o Ipetran ofereceria palestras e cursos para os condutores saírem conscientes de respeitar as leis e normas do trânsito, mesmo na ausência de fiscalização.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pedestres –&lt;/strong&gt; Inconformados com a situação atual, os pedestres reclamam seus direitos, e dizem que em alguns momentos fica impossível transitar na cidade. O motorista de táxi Sérgio Lima afirma que a Prefeitura Municipal e o Ciretran não fazem nada pelo trânsito, e que a ausência do guarda municipal contribui na desorganização. “O Ciretran não funciona na cidade, tem que haver o conjunto, PM, Ciretran, todo mundo, e o guarda tem que vir a semana inteira”, diz Sérgio. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar de haver, entre os pedestres, um consenso sobre a existência de um trânsito desordenado, algumas opiniões são divergentes em relação ao responsável por este problema, como é o caso do senhor Cícero Santos. Segundo ele a prefeitura de Cachoeira faz o seu papel, mas não existe consciência dos próprios cidadãos que desrespeitam uns aos outros, ou seja, para ele a responsabilidade pela desordem é dos moradores e visitantes da cidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De fato, as poucas placas de sinalização existentes na cidade são desrespeitadas principalmente pelos motoristas que estacionam em locais impróprios, não respeitando o espaço dos pedestres. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um outro pedestre e morador da cidade vai mais além, ele critica o sistema de trânsito e pede com urgência que ele seja municipalizado. “O primeiro passo deveria ser a municipalização do trânsito, pôr mais placas. Seria melhor para a população, e até para os próprios turistas” afirma Leonardo Leite. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-2579948090996071052?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/2579948090996071052/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=2579948090996071052' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/2579948090996071052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/2579948090996071052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/04/matria-sobre-o-trnsito-em-cachoeira.html' title=''/><author><name>Camila Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12415657336552762732</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Oc8NZCrpGew/Trxm1O95qEI/AAAAAAAAADE/D1qIsT2f4qY/s220/Eu.uJuPG.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-7969251047929179606</id><published>2008-04-10T06:58:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T09:34:36.889-08:00</updated><title type='text'>MATÉRIA: FUTEBOL</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Recôncavo pede ajuda&lt;/span&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5187618346008993426" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_WnLb4bhbJ-4/R_4fZogqXpI/AAAAAAAAAC8/5OQr1MOxWpw/s320/DSC06623.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Por falta de times na região, &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;os &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;torcedores &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;optam pelos clubes da capital &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Por Calila Oliveira;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Daniela de Oliveira;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Mariana Cardoso.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;O Campeonato&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; Baiano é considerado relevante por ter sido o primeiro a ser organizado no nordeste e segundo no Brasil. A competição é realizada ininterruptamente há 103 anos, e tem como principais vencedores o Esporte Clube Bahia – 43 títulos –, o Esporte Clube Vitória – 24 títulos – e o Esporte Clube Ypiranga – 10 títulos. Existem em média 54 equipes por edição que preenchem as três divisões por ordem classificatória, e representa todo o estado.&lt;br /&gt;“Todo o estado”? E onde está inserido o Recôncavo no Campeonato Baiano? Não há equipes na primeira divisão, e são contados a dedo os times que participam da segunda e da terceira categoria, com atuações discretas e colocações finais intermediárias. A mesma população que reclama do favorecimento da capital e do sul pelas autoridades políticas não tem a preocupação de investir em seus clubes para participar da disputa. As cidades desta região recebem verba regularmente para serem investidas no setor de desportos, para onde vai esse dinheiro?&lt;br /&gt;Entretanto, a culpa não deve ser descarregada apenas no poder executivo dos municípios. Estes lugares costumam ter grupos (geralmente famílias) com grande poder aquisitivo e que fazem circular em seus estabelecimentos a maior parte da renda da população. A preocupação com o lucro é certa, e o compromisso social, onde fica?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Cachoeira, por exemplo, é uma cidade que tradicionalmente revela bons atletas, isso porque existem pessoas que, mesmo sem apoio financeiro, ainda se empenham para manter o esporte vivo no município. Gente como Altamirando Chaves, 72, presidente da Liga Cachoeirana de Desportos e atual diretor do Colônia Esportiva Cachoeirana (time nativo), acredita no esporte como um meio de desenvolvimento e reconhecimento do local.&lt;br /&gt;Mas infelizmente não é só de boa vontade que se sustenta uma equipe de futebol e todos os profissionais que são envolvidos para o bom desenvolvimento dela. É preciso organização, só que para ela existir é necessário fazer um investimento no setor esportivo. A inserção de uma cidade como Cachoeira num campeonato como o Baiano não significaria apenas uma maior visibilidade do município nos cenários estadual e nacional por conta dos jogos televisionados, mas resultaria também numa mudança de vida de muitos jovens sem perspectivas que ingressariam no mundo do futebol. Além de gerar mais renda em dias de jogos na cidade, renda esta que poderia ser investida em outros projetos sociais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Sem contar que, devido a essa ausência de times preparados e competentes, a população local acaba optando por torcer pelas equipes de maior tradição do estado e que, por coincidência ou não são da capital: Bahia e Vitória.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Bate-bola:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;briga de cachorro grande&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Diferente dos times do Recôncavo, Bahia e Vitória hoje são as equipes de maior respaldo no estado. Não somente os habitantes de Salvador criaram vínculos com os times da própria capital, existem torcedores espalhados por toda a região.&lt;br /&gt;Adroaldo Lafete, 48, e Alexandre Matos, 76, ambos residentes em Cachoeira mostram-se torcedores fanáticos pelo Bahia e pelo Vitória, respectivamente. Serão vistos a seguir trechos da conversa descontraída e com um ar provocativo que foi realizada com cada um deles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5187621043248455330" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 425px; CURSOR: hand; HEIGHT: 202px; TEXT-ALIGN: center" height="235" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_WnLb4bhbJ-4/R_4h2ogqXqI/AAAAAAAAADE/uOEsdXVf0Uo/s400/imagem.JPG" width="439" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É disso que o Recôncavo precisa: representação e investimento para que pessoas como Adroaldo e Alexandre possam ter orgulho e falar da mesma forma dos times nativos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-7969251047929179606?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/7969251047929179606/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=7969251047929179606' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/7969251047929179606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/7969251047929179606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/04/recncavo-pede-ajuda-por-falta-de-times.html' title='MATÉRIA: FUTEBOL'/><author><name>Calila das Mercês</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-j3yGmphkAzg/TV3ZdhppzmI/AAAAAAAAB7w/EKehiqrwn6c/s220/P2060072.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_WnLb4bhbJ-4/R_4fZogqXpI/AAAAAAAAAC8/5OQr1MOxWpw/s72-c/DSC06623.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-2272882260292398340</id><published>2008-04-09T14:49:00.000-07:00</published><updated>2008-04-09T14:54:47.875-07:00</updated><title type='text'>Matéria - Turismo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;CIDADE TURÍSTICA AOS OLHOS DE QUEM?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Contradições, discordâncias, críticas e elogios caracterizam&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;a receptividade dos turistas na Cidade Heróica&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;Por: Maurício Miranda,&lt;br /&gt;Queila Oliveira e Vívian Aguiar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;     Cachoeira recebe, em estimativa, 60.000 turistas por ano, chegando a 100.000 somado ao fluxo no período junino. O fator primordial para a atração de visitantes dá-se pelo fato da cidade possuir uma extensa diversidade cultural, refletida nos seus museus, igrejas e festas religiosas.&lt;br /&gt;     Entretanto, toda essa multiplicidade não é realmente aproveitável, pois parte desse patrimônio não recebe subsídios suficientes para manter exposto ao público o seu acervo.  Um exemplo, são as igrejas que por falta de verba que garantam a segurança, não podem ser mantidas freqüentemente abertas, assegura o secretário de cultura e turismo, Antônio Moraes Ribeiro.&lt;br /&gt;     Essa opinião também é partilhada pelo administrador da Pousada D’Ajuda, Juracy Rocha: “A cidade não tem nenhum receptivo. O turista chega e todas as igrejas estão fechadas. Sexta-feira não tem um maculelê, um samba de roda, um candomblé. Não tem o que fazer de noite aqui.” Ele afirma ainda, que a cidade não recebe turistas, mas sim, passageiros, devido ao fato da maioria dos visitantes passarem apenas o dia, retornando à noite para outras cidades.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;     Nos anos de 2005 e 2006, a prefeitura disponibilizou um curso que garantia a camareiras, cozinheiras, garçons, entre outras profissões, uma melhor qualificação. Esse investimento não trouxe retorno significativo para a cidade devido à alta rotatividade de profissionais nas empresas, não permitindo o aproveitamento dessa capacitação.&lt;br /&gt;     Também no ano de 2006, foi oferecido um curso de guia de turismo e promotores culturais, ministrado pela Fundação Casa Paulo Dias Adorno, patrocinado pela UNESCO em parceria com o Programa MONUMENTA. Esse trabalho, apesar de ter obtido êxito através da formação de uma turma, não pôde ter continuidade devido à falhas internas de ordem administrativa e contábil.&lt;br /&gt;     É notável a falta de preparo do comércio ao atender os turistas – principalmente os que não falam português – deixando a desejar no tratamento que fica por conta de mímicas e na troca de algumas palavras. O que ameniza essa situação é o fato de a maioria dos turistas estrangeiros já virem acompanhados por guias.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;VISÃO EXTRANGEIRA&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;     Para o antropólogo francês Bertrand Bouvier, 25 anos, a maior dificuldade encontrada, foi ser aceito como um pesquisador. Ele afirma que ser visto como “gringo” não é uma posição confortável. “É muito difícil desfazer a imagem de turista.”&lt;br /&gt;Existe uma visão estereotipada de que turistas sempre possuem um alto poder aquisitivo e visam freqüentar locais requintados. Em guias de turismo franceses, por exemplo – onde Cachoeira tem visibilidade – apenas são mostradas referências dos ambientes mais caros da cidade.&lt;br /&gt;     Um dos principais problemas acarretados por essa limitada oferta de possibilidades de hospedagem, alimentação e opções de entretenimento pré-elaboradas por roteiros ou guias, é a privação da liberdade de escolha por lugares que possuam serviços a um custo mais acessível e variedades de locais a serem visitados. “Nem todo turista que vem ao Recôncavo quer visitar o Dannemann, por exemplo, porque nem todo mundo se interessa por charutos”, afirma Bouvier.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-2272882260292398340?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/2272882260292398340/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=2272882260292398340' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/2272882260292398340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/2272882260292398340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/04/matria-turismo.html' title='Matéria - Turismo'/><author><name>Vívian Aguiar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/_2_hEn1OUMPI/SwnmUFU479I/AAAAAAAAALI/fwaPwXMrvZk/S220/blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-8023483992365603293</id><published>2008-04-07T04:55:00.001-07:00</published><updated>2008-04-07T04:55:41.103-07:00</updated><title type='text'>Para a pauta de trabalho infantil - Correio de hoje</title><content type='html'>Reflexo cultural e econômico de uma sociedade com bases coloniais, o ingresso de crianças e adolescentes no trabalho doméstico vem caindo no Brasil, conforme aponta a Pesquisa Nacional por Amostragem Domiciliar (Pnad), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A tendência pode ser confirmada na Bahia, onde, em 2001, 17 mil crianças e adolescentes, entre 10 e 14 anos, eram empregados domésticos. Em 2006, data da última Pnad, esse número passou para sete mil, uma redução de 41% (ver quadro). A queda do número de crianças trabalhando em “casas de família” pode ser explicada pela elevação dos níveis de instrução dos pais e das próprias meninas, maioria entre os menores que realizam a atividade.&lt;br /&gt;Em Salvador, a diminuição também foi revelada pela Pnad. O número passou de dois mil, em 2001, para mil crianças e adolescentes vivendo do trabalho doméstico em 2006. Contribuem decisivamente para essa mudança de perfil do trabalho infanto-juvenil doméstico ações de socialização e promoção de auto-estima desenvolvidas isoladamente, mas ainda longe de se tornarem políticas públicas. Enquanto isso, as autoridades se mantêm omissas diante do problema e, o pior, a própria sociedade é conivente com a exploração dos jovens.&lt;br /&gt;Outros dados coletados em pesquisas – realizadas em parceria com entidades como Centro de Estudos Afro-Orientais (Ceao) da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (Fenatrad), com a chancela da Organização Internacional do Trabalho (OIT) – permitem traçar um perfil detalhado da atividade doméstica infanto-juvenil e das transformações que aconteceram na última década.&lt;br /&gt;A principal mudança é a origem das meninas recrutadas para trabalhar nas casas de classe média. Antes, elas vinham do interior, não raramente trazidas pelos pais, e eram “entregues” sem a menor cerimônia. Hoje, o interior perdeu lugar para o subúrbio, como grande fornecedor de mão-de-obra infantil, conseqüência da pobreza e da exclusão verificada nessas áreas. Aliado a isso, percebe-se que a incidência do trabalho doméstico infantil na capital baiana é cada vez menor.&lt;br /&gt;Raça e gênero - Muda a origem, mas as características da mão-de-obra explorada permanecem inalteradas. Quase sempre são jovens do sexo feminino (93%), afrodescendentes (61%) e quase a metade (45%) está abaixo dos 16 anos, idade permitida por lei para a atividade doméstica. Os números mais recentes com relação ao trabalho doméstico infantil datam de 2006 e apontam que, do universo de sete milhões de trabalhadores domésticos no país, 500 mil estão entre 10 e 17 anos.&lt;br /&gt;No estudo da estrutura familiar das vítimas da exploração, os baixos níveis de renda e escolaridade aparecem como fatores determinantes. Dados de 1999 revelam que 30% das trabalhadoras domésticas infanto-juvenis são filhas de pais que não têm sequer um ano de escola. À medida que aumentam os patamares de renda e educação, diminui proporcionalmente a incidência de trabalhadores infantis nas famílias pesquisadas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-8023483992365603293?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/8023483992365603293/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=8023483992365603293' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/8023483992365603293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/8023483992365603293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/04/para-pauta-de-trabalho-infantil-correio.html' title='Para a pauta de trabalho infantil - Correio de hoje'/><author><name>Leandro Colling</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10654965921482225596</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-134514013653177553</id><published>2008-04-02T13:44:00.000-07:00</published><updated>2008-04-02T13:47:04.344-07:00</updated><title type='text'>Este texto é de que gênero?</title><content type='html'>EXISTEM momentos -raros, é verdade- em que tudo está bem. Bem, não: ótimo. A casa finalmente ficou pronta, os gatos estão com saúde, os filhos bem e felizes, faltam só 15 dias para a viagem marcada há seis meses -e a passagem parcelada já está paga-, a saúde em forma total e, como se não bastasse, uma proposta de trabalho nova e sedutora -e sem ter que deixar o atual trabalho. A vida está tão boa que chega a dar uma agonia. E isso é normal? Não, diria a maioria das pessoas. Sim, afirmam os mais habituados a conviver com as profundezas da alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bem verdade que esses tempos são raros, e normalmente, até bobagens como a máquina de lavar roupa que está com defeito é um estresse. Mas quando eles acontecem são difíceis de suportar. A palavra é essa mesma: suportar. É uma aflição, um medo de que nada dê certo, que você está sonhando, vai acordar e ver que não é nada daquilo, que a realidade não é assim, que existem problemas de todos os tipos o tempo todo e que nem o direito ao silêncio de sua casa você tem. Quando chega tem que ver os recados da secretária eletrônica, abrir o computador para ver os e-mails, e o mais normal é receber uma notícia que pode não ser péssima, mas será suficiente para perturbar sua santa paz. Que o ar-condicionado do quarto não está funcionando, por exemplo. Mas tudo isso é normal, tão normal que não chega a causar nenhum abalo maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz parte do dia-a-dia, faz parte de todos os dias, isso sem falar de uma dor de coluna, do brinco que sumiu, do lençol que manchou com água sanitária. Mas tem aqueles dias maravilhosos em que tudo dá certo, e que o futuro, tudo indica, vai ser melhor ainda do que o presente. É curioso que esses dias nunca têm a ver com um homem maravilhoso que você conheceu na véspera. Esse tipo de encontro não costuma trazer paz, e sim angústia, ansiedade, insegurança, taquicardia, aflição. Não, esses grandes momentos acontecem apenas com nós mesmos, na nossa mais profunda -solidão? Não, solidão não é a palavra certa. É um sentimento de você com você mesmo, que não é compartilhado com nenhum ser humano e que prova que, apesar do que dizem, ninguém precisa de ninguém para ser feliz de verdade. Para ir a um cinema, comer uma pizza, trocar uma idéia sobre as infidelidades públicas dos políticos americanos, até aí se vai. Mas para ser feliz mesmo, para se ser profundamente feliz, não se precisa de ninguém, e o que pode parecer uma tragédia para alguns, é uma liberação para outros. Não que só você seja feliz o tempo todo, mas existem aqueles momentos em que se é totalmente feliz, e é aí que as coisas se complicam. Como nada é fácil, você começa com a culpa, claro. Como ser feliz com tanta gente sofrendo? E aí começa o medo, o grande medo, aquele de perder a felicidade que está sentindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso se apela para tudo: fazer uma aula de ginástica, tomar um tranqüilizante ou não fazer rigorosamente nada e ficar deitado na cama olhando para o teto, só sendo feliz e mais nada. Mas isso não dá porque os pensamentos não deixam, e a vontade é que aconteça alguma coisa que traga você de volta para o mundo imperfeito em que vive; a televisão quebrar já seria o suficiente. Ser infeliz é muito ruim, mas ser feliz é muito difícil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-134514013653177553?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/134514013653177553/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=134514013653177553' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/134514013653177553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/134514013653177553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/04/este-texto-de-que-gnero_02.html' title='Este texto é de que gênero?'/><author><name>Leandro Colling</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10654965921482225596</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-1856750823278146526</id><published>2008-04-02T13:16:00.000-07:00</published><updated>2008-04-02T13:18:14.781-07:00</updated><title type='text'>Este texto é de que gênero?</title><content type='html'>Agenda esquecida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avaliação do Congresso tem pífia melhora; medidas para resgatar a imagem do Legislativo foram abandonadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PESQUISA DATAFOLHA mostra uma recuperação da imagem do Congresso Nacional. Hoje, "apenas" 39% dos eleitores considera ruim ou péssimo o desempenho de senadores e deputados federais. Na avaliação anterior, de novembro, ainda marcada pela absolvição do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), esse percentual chegava a 45%. Não foi o fundo do poço. Em agosto de 2005, no auge do escândalo do mensalão, a marca bateu os 48%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A melhor hipótese para explicar a pequena reabilitação está no fato de que, desde o caso Calheiros, o Congresso tem conseguido manter-se longe de confusões, mas não por mérito próprio. Os assuntos que agora galvanizam as atenções do público -o uso de cartões corporativos e o dossiê da Casa Civil- dizem respeito ao Poder Executivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se pode esperar de entidades que lavam sua roupa suja em público, caso do Parlamento, que tenham o prestígio de organizações monolíticas, como as Forças Armadas e a igreja. Levantamento coordenado pelo cientista político José Alvaro Moisés, da USP, em junho de 2006, mostrou que as instituições das quais os brasileiros mais desconfiavam eram os partidos políticos (81%) e o Congresso (76%). Já as que inspiravam maior confiança eram o Corpo de Bombeiros (86,1%), a Igreja Católica (75,3%) e o Exército (61,4%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imagem do Legislativo federal, entretanto, por qualquer parâmetro que se tome, está muito distante de padrões aceitáveis de respeitabilidade. A agenda para resgatar a instituição foi, mais uma vez, esquecida tão logo a última crise passou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma excelente oportunidade de retomá-la seria aprovar sem mais delongas a emenda constitucional que põe fim ao instituto do voto secreto na cassação de deputados e senadores acusados de quebra de decoro. Por razões fáceis de compreender, mas difíceis de justificar, a tramitação da proposta não tem avançado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também ajudaria muito se o Congresso cumprisse suas obrigações, aprovando peças legislativas que interessam ao conjunto do país, como a reforma tributária. O problema é que, além da complexidade intrínseca da tarefa, o Legislativo já não controla sua própria pauta, permanentemente trancada pela enxurrada de medidas provisórias que o governo lhe impinge. Baixar uma norma que limite a edição de MPs converte-se assim numa preliminar necessária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sucessivos escândalos demostram que a submissão interessada das maiorias parlamentares ao desígnio imperial do Planalto é fonte de instabilidade. Atitudes básicas de autonomia legislativa deveriam ser tomadas neste período de "bonança", antes do estouro da próxima crise.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-1856750823278146526?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/1856750823278146526/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=1856750823278146526' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/1856750823278146526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/1856750823278146526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/04/este-texto-de-que-gnero.html' title='Este texto é de que gênero?'/><author><name>Leandro Colling</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10654965921482225596</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-4268104363350118808</id><published>2008-03-31T13:46:00.000-07:00</published><updated>2008-03-31T13:50:51.035-07:00</updated><title type='text'>ATENÇÃO</title><content type='html'>Oi pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leiam os meus comentários sobre as pautas. Exceto a pauta da depressão (leiam e vejam), todas as demais estão na mesma situação em que estavam na nossa aula de quinta. Ou seja, não rolou nenhuma produção até agora. Por que?????&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, com esse pique e vontade, já imagino as matérias que vou ler no dia 10. Espero que vcs me surpreendam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;abrs, leandro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-4268104363350118808?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/4268104363350118808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=4268104363350118808' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/4268104363350118808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/4268104363350118808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/03/ateno.html' title='ATENÇÃO'/><author><name>Leandro Colling</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10654965921482225596</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1230706392992073992.post-4944111338409822894</id><published>2008-03-31T09:14:00.000-07:00</published><updated>2008-03-31T09:47:14.372-07:00</updated><title type='text'>Sugestão de pauta para a entrevista sobre Cachoeira se tornar Patrimônio da Humanidade</title><content type='html'>- Entrevistar os senhores Manoel Passos, professor de história da UFBA e membro da Secretaria de Turismo de Salvador, André Dias e Jorge Ramos, que  fazem parte do comitê de organização do movimento para tornar Cachoeira Patrimônio da Humanidade. Todos residem em Salvador.&lt;br /&gt;- Foram convidadas 26 entidades para uma audiência em Cachoeira com intuito de unir força, dentre elas a UFRB, na pessoa de Xavier Vatin.&lt;br /&gt;- O reitor Paulo Gabriel Soledade Nacif foi convidado para compor o comitê de organização.&lt;br /&gt;- David Rodrigues, Damário da Cruz, Antonio Moraes, João Mascarenhas e Zé Luiz são Cachoeiranos a par do processo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1230706392992073992-4944111338409822894?l=jornalismoimpresso1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/feeds/4944111338409822894/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1230706392992073992&amp;postID=4944111338409822894' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/4944111338409822894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1230706392992073992/posts/default/4944111338409822894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismoimpresso1.blogspot.com/2008/03/sugesto-de-pauta-para-entrevista-sobre.html' title='Sugestão de pauta para a entrevista sobre Cachoeira se tornar Patrimônio da Humanidade'/><author><name>Alanna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14739950451006210437</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel
